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sábado, 16 de maio de 2026

Hisense testa publicidade na TV ao mudar inputs

A Hisense está a testar a apresentação de publicidade nas suas TVs sempre que o utilizador mude o input da mesma.

Como se não bastasse a publicidade sempre crescente nos serviços de streaming, também alguns fabricantes de TVs têm estado a testar as águas para ver até que ponto podem levar a tolerância dos utilizadores.

No caso da Hisense, alguns clientes têm relatado que são forçados a ver anúncios ao realizar acções básicas, como mudar a entrada HDMI, abrir o ecrã inicial ou até ao trocar de canal. Embora isto pareça fazer parte de um programa de testes para um número reduzido de clientes (azarados), isto acontece mesmo quando todas as opções relacionadas com publicidade estão desactivadas nas definições do televisor.

Os casos parecem afectar modelos mais acessíveis que utilizam o sistema VIDAA (que entretanto mudou de nome para Home OS), e também podem afectar televisores de outros fabricantes que usam o sistema, como a Toshiba, Loewe, Akai, etc. Há alguns anos, alguns clientes já tinham relatado algumas tentativas iniciais, como a apresentação de um bloco publicitário no ecrã de selecção de inputs, mas que agora se transformaram em vídeos publicitários mais intrusivos, em ecrã completo.
A Hisense respondeu às críticas dizendo que os anúncios faziam parte de testes temporários realizados no mercado espanhol para avaliar novos formatos publicitários dentro da plataforma VIDAA. A empresa diz que os testes já foram concluídos, e que "não impediam o uso normal dos televisores" (uma intepretação curiosa, se de cada vez que se fizer uma acção se for obrigado a ver publicidade).

Claro que há sempre a possibilidade de desligar totalmente o televisor da internet e cortar o mal pela raiz, mas isso impede o usufuruto das funcionalidades esperadas de uma "Smart TV". Por outro lado, parece estar demonstrado que os televisores estão a ser levados ao ponto em que começam a ser um dispositivo concebido primariamente para espiar os seus utilizadores e lhes apresentar o máximo de publicidade possível.

Não me parece descabido que, quem quiser colocar uma Smart TV na rede de sua casa, a deva tratar como um dispositivo potencialmente "hostil", a que se devem aplicar todo o tipo de regras e restrições no acesso à internet.

sábado, 3 de janeiro de 2026

Texas processa fabricantes de TVs por espiarem consumidores

As práticas intrusivas dos fabricantes de TVs resultaram num processo no Texas - que se arrisca a replicar-se noutras regiões.

O Texas avançou com processos contra cinco dos maiores fabricantes de televisões do mundo, acusando-os de transformar as suas smart TVs em sistemas de vigilância dentro das casas dos consumidores. A Samsung, LG, Sony, Hisense e TCL, são acusadas de utilizar tecnologia Automated Content Recognition (ACR) para recolher dados de visualização sem um consentimento claro, violando a legislação de protecção do consumidor.

O ACR analisa continuamente o que aparece no ecrã, incluindo conteúdos de apps de streaming, televisão por cabo, ou até de dispositivos externos como consolas, boxes de TV, leitores Blu-ray, ou até computadores. Esta tecnologia consegue criar perfis detalhados dos hábitos dos utilizadores, enviando esses dados para os fabricantes, que depois os usam ou vendem para publicidade direccionada. Um dos pontos centrais do processo é a forma como o consentimento é obtido. Os fabricantes fazem todos os possíveis por esconderem o que o sistema faz e deixarem-no activado logo no processo de configuração inicial da TV. Adicionalmente, o processo de desactivar estas funcionalidades exige percorrer longos menus complexos e desligar múltiplas opções em locais diferentes das definições.
A questão é que, até mesmo entre pessoas com maiores conhecimentos técnicos, muitas desconhecem que a sua Smart TV pode estar a espiar tudo aquilo que passa no ecrã, várias vezes por segundo, e a enviar esses dados para fora. Para os que monitorizam o tráfego na sua rede doméstica, isto poderá explicar porque motivo a sua TV faz o upload de gigabytes de dados por mês!

Entre isto a instalação automáticas de apps indesejadas, começa a parecer cada vez melhor opção transformar a Smart TV numa "dumb TV", deixando totalmente desligada da internet e usando-a apenas como ecrã burro.

sábado, 4 de outubro de 2025

LG lança Easy TV para seniores

Depois dos telefones simplificados para seniores, chegam os televisores Easy TV da LG para o segmento com maior idade da população.

A LG anunciou na Coreia do Sul o lançamento das Easy TV, televisores pensados especialmente para idosos que têm dificuldades em lidar com as funções complexas das smart TVs actuais. Esta série traz um interface simplificado, ecrã inicial com letras maiores, e menos aplicações, ajustando também imagem e som para maior clareza visual e auditiva. Conta ainda com câmara integrada para videochamadas e pode exibir lembretes, como tomar medicamentos ou regar as plantas.

Na realidade, os televisores usam o mesmo hardware que as LG QNED Evo QNED85A Mini LED 4K, com as diferenças a serem feitas do lado do software, e chegando em duas dimensões: 65" (por cerca de 1.965 €) e 75" (por cerca de 2.746 €). A LG confirmou planos para expandir a linha para outros mercados com populações envelhecidas, embora sem calendário definido.
Estes televisores são acompanhados por um novo comando remoto, que a LG diz ter sido também simplificado e ajustado para os seniores, mas que continua a parecer demasiado complexo com imensos botões. Algures lá pelo meio, um deles é um botão "Help" que permite contactar familiares em caso de emergência, e um botão AI para pesquisas por voz.

Penso que a LG está a fazer mal em criar modelos diferenciados "Easy TV" para os seniores, quando na verdade isto poderia ser apenas um "modo simplificado" que se deveria poder activar em qualquer televisor - sendo que nos controlos remotos há muito que já se tem no mercado opções simplificadas e mais económicas dos comandos de televisão das variadas marcas.

sábado, 28 de maio de 2022

Como melhorar a qualidade das TVs OLED

Se têm um televisor OLED, há uma pequena opção que passa despercebida mas pode estar a prejudicar a qualidade de imagem.

Por causa das certificações energéticas, os televisores vêm de fábrica com o modo de poupança de energia activado, que faz com que o ecrã ajuste a luminosidade em função do nível de luz ambiente. O problema é que essa opção também limita o nível de luminosidade máximo do ecrã e altera as curvas de cor, reduzindo o nível de contraste e a reprodução de cores nas zonas mais escuras.

Além do mais, a diferença de consumo efectiva acaba por ser negligenciável, pelo que nem sequer há que pensar muito no assunto, como é explicado no vídeo que se segue.


sábado, 30 de outubro de 2021

TVs LG com Filmmaker Mode automático no Amazon Prime Video

A LG anunciou que os seus televisores mais recentes poderão activar o modo "Filmmaker" automaticamente quando se vê filmes no Amazon Prime Video.

O Filmmaker Mode é um modo que desactiva todo o processamento adicional, como o polémico motion smoothing, para permitir ver os filmes tal e qual como foram idealizados pelo realizador, nos seus característicos (e horrivelmente pré-históricos) 24 frames por segundo. Sinceramente, não percebo porque motivo a LG acha que isto é motivo de notícia, pois é o que a minha TV LG OLED já faz desde sempre, ao ponto de ser profundamente inconveniente.

Enquanto apps como a Netflix mantêm os modos de melhoramento de imagem que estiverem seleccionados, a app Amazon Prime Video insiste em desactivá-los, obrigando-me a reactivar alguns deles - nomeadamente o motion smoothing - de todas as vezes que abro a app. Isto porque, tendo especial sensibilidade ao refresh rate, considero completamente atroz ver o que quer que seja a saltitar a 24 fps, preferindo imensamente que mantenha a fluidez que muitos dizem fazer com que pareça "televisão".

Infelizmente muitos realizadores mantêm-se agarrados a essa ideia romântica dos 24 fps como estilo visual. Estão no seu direito, mas pelo menos que não tentassem impedir que o resto do sector cinematográfico evoluísse para frame rates mais modernos, de 60, 96, ou 120 fps - tal como Peter Jackson tentou fazer, sendo duramente criticado por isso. Até parece que se esquecem que os seus "artísticos" 24 fps foram apenas uma escolha do mais baixo frame rate possível suportado pelos espectadores, numa altura em que o critério fundamental era poupar na dispendiosa película.

Por isso, o que deveria ser notícia era: TVs LG ignoram o Filmmaker Mode e deixam que sejam os utilizadores a escolher como querem ver os filmes!

sábado, 18 de maio de 2019

Netflix poupa 400 horas de publicidade aos mais novos


Hoje em dia poderá parecer "normal" podermos ver aquilo que queremos, quando queremos; mas não nos podemos esquecer que nem sempre assim foi. Muitos ainda se lembrarão dos tempos em que ver algo nos obrigava a esperar até à hora agendada (esperando que não houvesse grandes atrasos) e suportar blocos publicitários cada vez mais prolongados. (Recordo-me que, quando deixei de ver TV "tradicional", alguns canais já nem tinham vergonha de passar intervalos com 15 minutos de publicidade, muitas vezes sem que ainda se tivesse passado meia hora após o início de um filme.)

Um estudo veio agora revelar que a utilização de serviços como o Netflix nos pode poupar cerca de 400 horas de publicidade, por ano(!), no caso das crianças até 5 anos; e 360 horas no caso das crianças até aos 11 anos.

Por mim, só sei que já acho abusivo que por vezes no Prime Video da Amazon se tenha que ver um mini-clip publicitário a outros conteúdos da Amazon antes de poder ver o que quero ver.

segunda-feira, 6 de junho de 2016

4:3 em 16:9 em 4:3 na RTP


Seja no cinema ou na televisão, nada mais irritante há do que ver filmes a serem exibidos no formato errado, e agora que os nossos canais já emitem em 16:9 torna-se ainda mais ridículo continuarem a existir coisas como a que se puderam ver na exibição do filme "O Fugitivo" - como conta o meu amigo Pedro Afonso:
Já muitas vezes me queixei da RTP por exibir bons filmes em formato pan&scan, em que os filmes são cortados dos lados para caber nos televisores 4:3, quando já praticamente todos são 16:9 e a própria RTP já só transmite neste formato, fazendo com que vejamos filmes diminuídos e com faixas pretas dos lados. Agora, conseguem fazer pior. Estão a transmitir "O Fugitivo" no antigo formato 4:3, em que preservaram o aspecto original do filme, colocando faixas pretas em cima e em baixo. Mais as laterais por ser em 4:3, e temos o filme a ser exibido dentro dum rectângulo, com faixa preta a toda a volta, quando está no formato certo para preencher todo o ecrã. Mais uma vez, para fazerem esta #$%#@ mais vale estarem quietos

... Pedro, estou completamente solidário... e relembro o recente caso, idêntico, que se passou comigo numa sala de cinema!

quarta-feira, 23 de março de 2016

Vodafone ganha canais Playtime e Super 8 "On Demand"


Os clientes do serviço de TV da Vodafone passam a ter mais dois canais on demand, que anteriormente só estavam disponíveis no Videoclube. Um deles - o Super 8 - será particularmente do agrado de todos os que gostam de ver/rever alguns filmes de culto clássicos.

A Vodafone Portugal reforça a sua grelha de canais de televisão interativos com a introdução do Playtime TV e do Super 8 na sua oferta, conteúdos que até à data estavam disponíveis apenas no Videoclube. Os dois canais são um exclusivo para os clientes da Vodafone Tv.

O Playtime TV é um canal para os mais novos que oferece um conjunto de séries infantis, aliando o entretenimento à pedagogia. O Super 8 é um canal para um público interessado nos clássicos de culto da época dourada do cinema.

Ambos os canais funcionam de forma simples e intuitiva. Após selecionarem o canal pretendido, os clientes vão encontrar uma aplicação interativa que lhes permitirá navegar no catálogo completo do Playtime e do Super 8.


segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Emmys 2010


Vencedores Emmy Awards 2010


Melhor série dramática: Mad Men
Melhor série comédia: Modern Family

Melhor actor, Drama: Bryan Cranston 'Breaking Bad'
Melhor Actriz, Drama : Kyra Sedgwick 'The Closer'
Melhor actor, comédia: Jim Parsons 'The Big Bang Theory'
Melhor Actriz, comédia: Edie Falco 'Nurse Jackie'

Best Supporting Actor, Drama Series: Aaron Paul 'Breaking Bad'
Best Supporting Actress, Drama Series: Christine Baranski 'The Good Wife'
Best Supporting Actor, Comedy Series: Eric Stonestreet 'Modern Family' '
Best Supporting Actress, Comedy Series: Jane Lynch 'Glee'

Outstanding Variety, Music or Comedy Series: 'The Daily Show with Jon Stewart'

Outstanding Reality Program: 'Jamie Oliver's Food Revolution'
Outstanding Reality-Competition Program: 'Top Chef'
Outstanding Host for a Reality or Reality-Competition Program: Jeff Probst 'Survivor'

Guest Actress in a Drama Series: Ann Margret 'Law and Order: SVU'
Guest Actor in a Drama Series: John Lithgow 'Dexter'
Guest Actress in a Comedy Series: Betty White 'Saturday Night Live'
Guest Actor in a Comedy Series: Neil Patrick Harris 'Glee'

Outstanding Made For Television Movie: 'Temple Grandin'
Outstanding Miniseries: 'The Pacific'

Outstanding Lead Actress in a Miniseries or A Movie: Claire Danes 'Temple Grandin'
Outstanding Lead Actor in a Miniseries or A Movie: Al Pacino 'You Don't Know Jack'

sábado, 3 de julho de 2010

Aspect Ratio Police


Encontrei novos amigos!

Lembram-se de quando partilhei convosco o desespero que passo sempre que vejo filmes "trucidados" na TV em vez de os ver no seu formato original?

Pois bem, este site Aspect Ratio Police dedica-se a isso mesmo.


É bom ver que não estou sozinho nesta luta inglória!

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Formatos Panorâmicos

Lembram-se daquele post em que falei do crime que muitas editoras cometem ao cortar filmes para que caibam no formato 4:3 das televisões?

Pois bem... fui dar com este artigo que demonstra exemplarmente a gravidade da situação.

Em "guerra" estão os diferentes formatos


(E nem se está a falar no caso do Ben-Hur com o seu formato 2.76:1 em formato anamórfico em filme de 65mm.)

Mas já nestes casos mais comuns, de filmes Panavision/Cinemascope, podemos ver o resultado da sua passagem para o formato 1.33:1 da TV.

Esta cena de Blade Runner, passa disto para isto:

E no caso de vários outros filmes bem conhecidos, vejam o que sucede:

(caso não reconheçam este... é o Black Hole. :)







Ainda vão continuar a querer ver filmes sem ser no seu formato original - mesmo quando isso obriga a terem umas barras pretas no ecrã?

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Especial Super-Heróis no TVCine 1

Quem tiver oportunidade de passar pelo canal TVCine 1 a partir de sexta-feira à noite, vai poder assistir a um Especial Super-Heróis que se vai prolongar por 7 dias.

Têm aqui uma boa oportunidade para rever os Superman I, II, III e IV, e depois o Super Homem: O Regresso. Eu gosto bastante do personagem, mas confesso que não me lembro muito bem do 3º e 4º filme...

Aqui fica o programa:

Dia 5: Homem-Aranha 3, às 21:00
Dia 5: Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado, às 23:20

Dia 6: Superman, o Filme, às 21:00
Dia 6: TMNT Tartarugas Ninja Uma Nova Aventura, às 23:20

Dia 7: Superman II - A Aventura Continua, às 21:00
Dia 7: Zoom, às 23:05

Dia 8: Superman III, às 21:00
Dia 8: A Minha Super Ex, às 23:05

Dia 9: Superman IV - Em Busca da Paz, às 21:00
Dia 9: O Protegido, às 22:30

Dia 10: Super Homem - O Regresso, às 21:00
Dia 10: Lightspeed - Operação Céus de Fogo, às 23:30

Dia 11: Ghost Rider, às 21:00


Foi uma boa tentativa da Zon, mas acho que poderiam fazer bem melhor que isto, até o Fantasporto teve uma melhor selecção de filmes de Super-Heróis o ano passado no pré-fantas:

 X-Men, Spiderman, Catwoman, Elektra, Daredevil, Constantine, Hellboy, Sin City, Batman Begins, The Punisher, V for Vendetta, Fantastic Four, Blade, The Incredibles, Superman Returns, League of Extraordinary Gentlemen.

Oh well, aproveitem para ver "O Protegido" de M. Night Shyamalan com o Bruce Willis e o Samuel L. Jackson, se ainda não o fizeram! :D

segunda-feira, 24 de março de 2008

Cinema na TV

Ontem, dei por mim - mais uma vez - a desesperar com os filmes passados na TV.

Como é habitual nesta época do ano, tratava-se de nada mais nada menos que o clássico de William Wyler Ben-Hur.

Ora, como épico que se trata, o filme foi filmado em 65mm, no formato 2.76:1 - ou seja, é quase 3 vezes mais largo do que alto.
Refira-se também que poucos filme houve a usar este formato, sendo a maioria dos filme filmado no mais tradicional 2.35:1 (que na realidade é 2.39:1) que vemos habitulamente nos cinemas.

Ora comparemos o que se vê num filme 2.39:1 com o que se vê numa TV normal 4:3.




Humm... não encaixa bem, pois não?

Portanto, imaginem o caso ainda pior de um filme tipo Ben-Hur, que é 2.76:1 e tem mais do dobro da largura do que é possível num ecrã 4:3!

Se alguém assistiu ao filme ontem e pensou que viu o Ben-Hur, está bem enganado! Apenas viu metade do filme.

Vejam este gif animado que demonstra o que sucede quando se passa de um formato "largo" para o 4:3 da TV - um processo conhecido como pan&scan.



Como se pode ver, metade da imagem "desaparece" da emissão de TV - e não estamos a falar de um filme 2.76:1!

No caso de Ben-Hur:



Infelizmente não consegui arranjar frames no formato original de 2.76:1 (se já assim é como é, imaginem como seria com o formato original ainda mais largo!) nem cenas como as que se puderam ver ontem, com personagens a falar sozinhas no ecrã (porque o outro personagem ficava completamente cortado da imagem.)

Bem sei que muita gente não gosta de ver as barras pretas em cima e em baixo da imagem... mas... será melhor ver metade de um filme, na aberrante versão pan&scan?

Por mim, dou-me por feliz ao ver que as minhas preces começam a ser ouvidas! Philips, tu estás quase lá! :)

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