quarta-feira, 28 de outubro de 2020

Barbarians

Seguindo o sucesso de séries como Vikings, chegou à Netflix este Barbarians, uma série compacta que aborda uma das grandes derrotas históricas das legiões romanas em território germânico, na batalha da floresta de Teutoburg.

Com os acontecimentos a decorrer numa altura em que Roma tinha as suas forças a dominar a região germânica, fragmentada em centenas de tribos "bárbaras", e perante a exigência crescente e insustentável do pagamento de mais e mais tributos, existiam opiniões divergentes quanto à necessidade de se revoltarem contra as poderosas legiões romanas, ou de irem cedendo às suas exigências, passando fome e tendo que entregar pessoas para a escravatura.

Nisto, surge um capitão que era um filho de um chefe de uma tribo germânica, que tinha sido entregue aos romanos como forma de "assegurar a paz", e que terá que decidir a quem pertence a sua lealdade: ao seu pai e tribo, ou aos romanos que lhe deram educação e poder.

Sendo uma mega-produção alemã, a série não se prolonga demasiado, correndo pela história ao longo de uns curtos 6 episódios, deixando pelo caminho diversos aspectos que poderiam / deveriam ser explorados. No entanto, tendo em quanto que temos tantas outras séries que prolongam os episódios só para "enchouriçar", acaba por ser preferível assim. Pontos bónus para o facto dos romanos falarem mesmo latim, o que é uma lufada de ar fresco perante todos os filmes históricos em que temos romanos a falar inglês. :)


terça-feira, 27 de outubro de 2020

Disney+ chega aos 15% em Portugal

Um mês após a estreia do Disney+ em Portugal, o serviço atinge já 15% do mercado do streaming, aproximando-se da HBO.

Segundo dados da JustWatch, o mercado de streaming em Portugal continua a ser liderado pela Netflix com 26%, seguindo pelo Prime Video da Amazon com 20%, e HBO com 17%. No entanto, a adesão ao Disney+ permitiu que o serviço estreante já chegasse aos 15% em apenas um mês, e com a chegada iminente da segunda temporada de The Mandalorian a poder contribuir para um aumento nos próximos meses.

São resultados francamente melhores do que estava à espera, especialmente tendo em conta que o mercado está em ponto de saturação quanto aos serviços de streaming que está disposto a pagar. Um serviço, aceita-se; dois serviços, tolera-se; mas três, quatro, ou cinco, e já começam a fazer com que muitos potenciais clientes comecem a reconsiderar o recursos às alternativas "não oficiais" que poderiam ter usado nos tempos pré-streaming.

Também por isso vai proliferando a partilha de contas entre familiares e amigos, que fazem com que o custo dos serviços de streaming se torne bastante mais apelativo - e que, pelo menos por agora, não têm sido perseguidos pelos serviços, ao contrário dos abusos dos períodos gratuitos, que já levaram a que a Netflix abandonasse essa prática.

segunda-feira, 26 de outubro de 2020

Trailers de 2ª [2020-10-26]

Temos nova ronda de trailers para vos mostrar, para ajudar a superar a 2ª-feira: Fireball, Uncle Frank, The Empty Man, His Dark Materials S2, The Mandalorian S2.









domingo, 25 de outubro de 2020

Hashtag [curta]

Num futuro (ainda mais) dominado pelas redes sociais, até onde estarão dispostos a ir os "influenciadores" para manter a sua influência?

sábado, 24 de outubro de 2020

Disney+ GroupWatch em Portugal

O serviço Disney+ já fez chegar a Portugal a funcionalidade de visionamento em grupo estreada o mês passado nos EUA.

Mesmo a propósito de uma nova temporada em que será conveniente não sair de casa e reduzir o convívio pessoal físico, o GroupWatch permite que até sete pessoas (ou grupos de pessoas) vejam conteúdos no Disney+ de forma sincronizada, independentemente do local em que estiverem. Obviamente, cada uma delas terá que ter acesso ao serviços Disney+, não sendo (ainda?) possível convidar alguém que não tenha o serviço para fazer parte de um grupo - que seria o equivalente a convidá-lo a ir à nossa casa ver algo.

O GroupWatch está disponível através do ícone que se encontra na área “Detalhes” em cada filme e série da extensa biblioteca de conteúdos do Disney+. O subscritor poderá convidar até 6 pessoas, criando uma mensagem através de um link, definindo os destinatários e enviando-a com o seu dispositivo móvel ou web, através das suas próprias ferramentas de envio de mensagens. Os convidados poderão então juntar-se ao GroupWatch clicando no link do convite, sempre que sejam subscritores do Disney+.

A reprodução sincronizada do GroupWatch permite a cada participante fazer uma pausa na visualização, reiniciar a reprodução, voltar atrás para rever uma cena favorita ou avançar rapidamente, para todo o grupo. E é também possível partilhar as reacções em tempo real com seis emojis diferentes: "Gosto", "Engraçado", "Triste", "Zangado", "Assustado" e "Surpreendido" através da aplicação Disney+.

Talvez numa próxima versão do sistema seja também possível enviar mensagens de voz, ou manter um canal áudio aberto para conversação entre todos os participantes.

sexta-feira, 23 de outubro de 2020

Skyline 3 [trailer]

Em SKYLIN3S, é tempo dos humanos levarem a batalha para o planeta dos aliens.

quinta-feira, 22 de outubro de 2020

Quibi encerra antes do 1º aniversário

Os "biliões" de Hollywood não foram capazes de garantir o sucesso do Quibi, que vai encerrar antes de celebrar o seu primeiro aniversário.

O Quibi surgiu em Abril, com uma dupla sonante de Hollywood por trás - Jeffrey Katzenberg e Meg Whitman - e com um investimento bilionário de $1.75B para revolucionar o vídeo de curta duração nos smartphones, apostando num curioso sistema que mostrava edições diferentes caso se estivesse a ver em formato horizontal ou vertical. Era uma nova plataforma que até poderia ter sucesso, mas em vez disso serviu para demonstrar o completo desfasamento entre a procura de lucro imediato e o mercado real.

O serviço foi lançado funcionado apenas em smartphones, e disponibilizando modalidades absurdas: $8/mês para ver os vídeos sem publicidade, e mesmo quem estivesse disposto a ver publicidade teria que pagar $5/mês! Escusado será dizer que, depois do período promocional de 90 dias, o número de clientes pagantes que se mantiveram reduziu-se a poucos milhares.

Nos últimos tempos a plataforma tentou desesperadamente encontrar compradores, mas ninguém esteve disposto a ficar com este desastre megalómano, e como tal, irá encerrar em vez de continuarem a gastar milhões em algo que ficará para a história como a (dispendiosa) demonstração de que não se pode comprar o sucesso garantido, nem mesmo com biliões.

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