O clássico The Abyss, de James Cameron, vai finalmente ter direito a uma versão remasterizada em 4K, com exibição especial nos cinemas a 6 de Dezembro.
Quem me acompanhar há alguns anos saberá que este é um dos meus filmes favoritos, e que me tem estado "atravessado" por não haver uma edição com a qualidade que o filme merecia ter. Por fim, apesar de ter demorado, o meu desejo vai ser concretizado.
Não sei se por cá teremos alguma sala de cinema a passar esta versão remasterizada (se sim, lá estarei), mas é inevitável que depois adicione a versão 4K à minha colecção! Grande prenda de natal para este ano! :)
"I’m excited for you to experience The Abyss: Special Edition, now remastered in 4K, only in theaters on December 6."
A fórmula digital de James Cameron volta a resultar, com Avatar: The Way of Water a tornar-se no filme mais lucrativo de 2022, superando Top Gun: Maverick.
Apesar de ter estreado no final do ano, o Avatar: The Way of Water conseguiu ultrapassar o lucro nas bilheteiras do Top Gun: Maverick, com 1.51 mil milhões de dólares versus 1.49 mil milhões. Uma batalha que não é propriamente justa, considerando que o filme de James Cameron ainda só estave nos cinemas durante menos de um mês, face ao regresso do Top Gun que esteve nas salas durante mais tempo, sendo inevitável que ainda vá acumular mais umas centenas ou milhares de milhões.
Isto coloca o mais recente filme Avatar já no top 10 dos filmes mais lucrativos de sempre, muito perto de filmes como The Avengers (9º), Lion King ($1.66B), Jurassic World ($1.67B). Depois segue-se Spider-Man: No Way Home ($1.91) e o exclusivo clube dos filmes que superaram a marca dos 2 mil milhões de dólares: Star Wars: The Force Awakens, Avengers: Infinity War, Avengers: Endgame, Titanic, e o primeiro Avatar.
Da maneira que as coisas estão a seguir, não me parece haver grandes dúvidas de que também este Avatar: The Way of Water irá entrar nessa categoria, e com boas possibilidades de superar o valor do filme original.
Já estreou finalmente o segundo filme da saga Avatar de James Cameron, desta vez num espectáculo visual que vai maravilhar os espectadores da versão 3D com partes em 48 fps.
O tema dos frames por segundos no cinema é algo quase tabu, com muitos cineastas a arriscarem-se a serem criticados sempre que se aventuram em produções que vão para além dos 24 fps tradicionais. Um tradicionalismo ridículo que procura todo o tipo de justificações para manter uma limitação que nasceu puramente de uma decisão de poupar dinheiro, escolhendo a menor frequência possível que bastava para manter a ilusão de imagem em movimento de forma "minimamente aceitável" - para permitir poupar o máximo de película possível. Nos filmes em película, um maior frame rate reflectia-se directamente no comprimento da película necessária, e consequentemente no seu custo.
Com os filmes digitais, esta questão deixou de ter essa vertente como preocupação, passando a ser apenas uma opção de estilo, dividindo as águas entre os que abominam qualquer filme que não mantenha os 24 fps tradicionais, e aqueles que ano após ano estão cada vez mais fartos de estarem presos a essa relíquia pré-histórica. E agora, pode ser que o Avatar: The Way of Water venha dar uma ajuda.
Para este filme, James Cameron não entrou em exageros de 72 fps ou 120 fps, optando por uns "modestos" 48 fps. Mesmo assim, as diferenças são substanciais, fazendo com que as cenas de acção passem a ser coisas que se conseguem ver, e não apenas uma mistela de imagens desfocadas e esbatidas, e dizendo adeus aos penosos movimentos de câmara horizontais saltitantes.
Por outro lado, James Cameron só é fã dos 48 fps "quando lhe interessa", dizendo que não faz sentido utilizá-lo em todas as cenas, nem tão pouco no filme em versão 2D. Mas pronto, por agora temos que nos dar por contentes por mostrar aos espectadores o que é possível fazer-se com esta tecnologia; e indirectamente poderá fazer com que fiquem mais exigentes, para que mais filmes comecem a chegar aos cinemas em frame rate elevado.
Enquanto se aguarda ansiosamente pela chegada do Avatar 2 em Dezembro, podemos espreitar a tecnologia que foi desenvolvida e utilizada para as suas filmagens, reais e virtuais, e que passaram por inovações na criação de uma nova câmara - que agora até usa os sensores de imagem separados do resto do hardware.
Quem gostar de cinema em geral, e de James Cameron em particular, poderá querer adicionar à sua lista de desejos este Tech Noir: The Art of James Cameron.
É um livro que revela o processo criativo de Cameron, e onde ele partilha algumas imagens nunca antes reveladas das ideias que viriam a dar origem a filmes como Aliens, Terminator, Titanic e Avatar.
O mundo aguarda pacientemente pela chegada dos próximos filmes Avatar ao cinema, e a conta oficial da produção partilhou uma foto de um dos cenários no último dia de filmagens em imagem real deste ano.
A saga de James Cameron continua envolta em segredo, sabendo-se apenas que estará a trabalhar em "simultâneo" em até 4 filmes que darão irão expandir o universo criado pelo primeiro filme (sendo que até custa acreditar que já se passou uma década da sua estreia em 2009!) E a imagem partilhada confirma aquilo que vinha a ser avançado nos últimos anos, de que pelo menos um destes filmes se dedicará ao universo aquático e subaquático - algo que também tem fascinado James Cameron ao longo da sua vida.
That's a wrap, Na'vi Nation! 💙
It's our last day of live-action filming in 2019, and we're celebrating with a sneak peek. 👀
Check out this photo of the aft well deck section of the Sea Dragon, a massive mothership that carries an array of other sea-going craft in the sequels. pic.twitter.com/AXgAve6aTG
A imagem tem resolução suficiente para nos permitir espreitar alguns detalhes daquilo que será o Sea Dragon, uma nave que transporta embarcações e submersíveis.
Infelizmente, ainda será esperar mais dois anos, já que o segundo filme da saga Avatar apenas deverá chegar no final de 2021. Pode ser que até lá James Cameron arranje um pouco de tempo na sua agenda para finalmente nos dignar com o lançamento de uma edição do The Abyss em Ultra HD HDR, que os fãs há muito pedem! Sendo que também está prometido um jogo Avatar para o próximo ano.
A carreira de James Cameron está inevitavelmente associada à saga Terminator e não será por isso surpresa que ambos se voltem a reencontrar.
O Terminator original foi responsável por catapultar James Cameron do anonimato, mas depois dos dois primeiros filmes as suas ideias tiveram que ser postas em pausa devido às habituais complicações de detenção dos direitos, fazendo com que os filmes daí para a frente tenham sido aquilo que se sabe.
Mas em 2019 James Cameron recupera os direitos sobre Terminator, e já se começa a falar a mais um filme (ou três) que voltem a "encarreirar" a saga na visão que Cameron tem para este universo, especialmente numa era em que muito do que era apresentado como ficção científica no filme original, já foi superado pela realidade.
Até Arnold Schwarzenegger poderá estar de regresso, dando corpo ao humano que irá servir como base para as cópias robóticas do popular Terminator T-800...
Vamos lá ver o que dali sairá, sabendo-se que em simultâneo Cameron deverá estar ocupado com os próximos - e muito aguardados - filmes da saga Avatar.
Quando ele disse "I'll be back" provavelmente não faria ideia de quanto isso significaria... nem que, com quase 70 anos de idade, estaria prestes a regressar a mais um filme da saga Terminator, pela mão do realizador original: James Cameron.
James Cameron conseguiu recuperar os direitos sobre a sua criação, e para regressar a este universo não vai dispensar a participação do actor cuja imagem ficou associada a esta saga, nada mais nada menos que Arnold Schwarzenegger.
Fica apenas por determinar qual será o nível de envolvimento de ambos, já que a participação de Schwarzenegger se poderá reduzir a uma participação "menor"; e James Cameron, por muito capaz que seja, não será capaz de arranjar uns clones para continuar a trabalhar nos múltiplos Avatar que tem agendados para os próximos anos e também numa nova saga Terminator.
House of Cards já tem data de regresso aos nossos televisores: 4 de Março. A aventura do nosso "adorado" político que não olha a meios para conseguir o que pretende vai continuar, e desta vez esperemos que a Netflix a disponibilize no nosso país. :)
Falando de conteúdos Netflix...
Making a Muderer já disponível no Netflix
Making a Murderer examina de perto as alegações de má conduta policial e do Ministério Público, a adulteração de provas e a coerção de testemunhas. Os realizadores mostram o que correu mal no primeiro caso e questionam os progressos científicos e as reformas legislativas das últimas três décadas, que levaram a chegar mais perto da verdade e da justiça no sistema.
Filmado ao longo de 10 anos, no coração dos Estados Unidos, Making a Murderer é um thriller da vida real sem precedentes. Esta série leva os espectadores a acompanhar de perto um processo criminal, no qual a reputação é tudo e nada é o que parece.
James Cameron diz que Avatar 2 confirmará sucesso do primeiro filme
Há muitas pessoas que ainda não conseguem acreditar em todos os recordes que Avatar quebrou, mas James Cameron não tem dúvidas e diz que os próximos filmes irão apenas confirmar que o sucesso de Avatar não aconteceu por acaso. Neste momento, Cameron está a fazer uma nova revisão dos argumentos dos próximos filmes (Avatar 2, 3, e 4) que serão filmados ao mesmo tempo e depois ser lançados em 2017, 2018 e 2019.
As expectativas são elevadas... esperemos que o resultado esteja à altura (eu acredito que estará! :)
O próximo filme de James Bond já tem nome oficial: Spectre; e chegará em Novembro de 2015. O filme continuará a contar com Daniel Craig como Bond, a quem se juntarão rostos bem conhecidos, como Monica Bellucci, Christoph Waltz, Dave Bautista e Andrew Scott (o Moriarty da série Sherlock). Quanto ao veículo de serviço, ficará a cargo de um Aston Martin DB10 feito especialmente para o filme.
... Esperemos que desta vez o filme seja mais fiel aos originais, e venha com dose extra-forte dos gadgets que têm estado ausentes das filmes mais recentes. :P
The Wire remasterizado para HD e 16:9 "pior" que o original?
A série The Wire vai reeditar as primeiras seasons em HD e 16:9, numa opção que está a levantar algumas dúvidas. O problema é que tudo foi feito assumindo uma exibição em formato 4:3, e a transferência para 16:9 nem sempre resulta da melhor forma. Para além de elementos que terão que ser removidos e tratados (poderão ver-se membros da equipa de produção, material de iluminação, etc.) toda a composição é profundamente alterada.
Por muito que custe actualmente ver uma série em 4:3... há coisas a que simplesmente não se pode "dar a volta".
James Cameron diz que próximos Avatar vão ser de ficar de queixo caído
Ainda falta muito tempo até podermos ver os próximos filmes do Avatar, mas James Cameron parece não ter dúvidas de que serão filmes que nos irão deixar ficar de queixo caído. Uma coisa parece ser certa, o realizador fã das novas tecnologias parece achar que o cinema a 60fps é "demasiado", e vai optar por fazer a gravação destes novos filmes a apenas 48fps.
Um filme... na vertical
Dizem as "regras" que filmes devem ser gravados na horizontal, ao ponto de muitas apps nos smartphones exibirem avisos de que o deverão fazer (para evitar os vídeos verticais). Mas como sempre, há quem não ligue muito a regras e esteja a preparar um filme inteiramente filmado na vertical.
Os próximos filmes do Avatar serão certamente na lista dos filmes mais aguardados da história do cinema; e numa entrevista James Cameron explica que realizar os dois filmes em simultâneo é uma tarefa monumental.
Cameron chega até a referir que numa conversa com Peter Jackson lhe disse que ele teve a vida bastante facilitada quando fez os Lord of the Ring em simultâneo, uma vez que já tinha os livros por onde se guiar; já no caso de Avatar, ele tem que imaginar todo o mundo e universo de Pandora na sua cabeça, antes de transcrever as ideias para o papel. Algo que ele diz só ser possível quando na sua mente se sente como se estivesse a "viver em Pandora".
Esperemos que a sua imaginação esteja de boa saúde para nos trazer dois novos Avatar que superem o primeiro... e que ele não fique meio azulado por estar a viver em Pandora.
... Desesperante vai ser esperar até 2015 para podermos ver o "Avatar 2", assumindo que não irão haver atrasos.
Neste ano que marca o centésimo aniversário do Titanic, muitos são os documentários que revisitam esta tragédia. No entanto, um deles merece destaque especial, por contar com a participação (uma vez mais) do nosso bem conhecido James Cameron - um apaixonado pelo mundo submarino, e que teve papel bem activo na exploração dos destroços do Titanic (e que recentemente se tornou numa das poucas pessoas a ter visitado o mais profundo local do oceano!)
Portanto, enquanto alguns se poderão dar ao luxo de analisar este tipo de coisa no conforto do seu escritório, James Cameron poderá dizer de sua justiça que "esteve mesmo lá" presencialmente.
Neste "Titanic: The Final Word with James Cameron" do National Geographic, Cameron reúne um grupo de especialistas de diversas áreas, com o intuito de recriar de forma cientificamente correcta os últimos momentos do Titanic, e tentar explicar alguns dos mistérios que envolviam o desastre deste majestoso e "inafundável" navio.
Não é segredo a atracção que James Cameron tem pelas profundezas marítimas - sendo produtor de inúmeros documentários subaquáticos como Aliens of the Deep, Volcanoes of the Deep Sea, Ghosts of the Abyss, entre outros sobre o Titanic, etc.
Aliás, isso faz-me relembrar que ainda não o perdoei por não ter ainda tratado de nos trazer uma versão remasterizada e em alta-definição do The Abyss - o que nos dias de hoje é verdeiramente inadmissível.
Mas, depois de ter batido o recorde do mergulho a solo num mergulho de teste, James Cameron está de olho num destino ainda mais profundo... O fundo do fosso das Marianas, o local mais profundo do nosso planeta e que não recebe uma visita humana há mais de 50 anos. (Aliás, relembro que foram menos pessoas a este ponto do nosso planeta do que as que já foram à lua!)
Pessoalmente, só não percebo estes disfarces que Cameron está a usar, a dizer que é para o bem da ciência e que vai levar montes de câmaras de alta-definição para captar tudo aquilo que nunca foi captado... É que todos sabemos que ele só lá vai para se inspirar para um próximo filme do Avatar passado debaixo de água! ;P
Há muito tempo que tinha curiosidade em ver este Sanctum - ou não fosse ele produzido por um dos cineastas mais "aquáticos" de sempre: James Cameron.
Realizado por Alister Grierson e com Richard Roxburgh, Ioan Gruffudd, e Rhys Wakefield nos principais papeis, este filme conta-nos a aventura de uma equipa de mergulhadores que explora um sistema de cavernas num local remoto.
Como seria de esperar, as coisas correm mal quando uma tempestade começa a inundar as cavernas e os isola do resto do mundo - sendo a única opção tentar procurar outra saída.
Para quem gosta de filmes "claustrofóbicos" como eu, não há melhor combinação do que ter um filme subaquático passado em cavernas! E nesse aspecto, o filme consegue transmitir essa sensação - assim como a de se estar num ambiente onde um qualquer pequeno erro é tudo o que separa a "vida" da "morte".
Gostei bastante do filme - mas em certas alturas tive que fazer um esforço bastante grande para os perdoar. É um bocado inconcebível que, para um grupo de mergulhadores tão experientes, se cometessem alguns erros tão crassos como: mergulhar sem sistema de "backup" (isto quando nem sequer estavam em "modo de emergência") - tal como entrar em pânico ao mínimo problema... Não digo que não seja possível, mas... custou-me a acreditar.
Inicialmente estranha-se também que as escuras cavernas estejam quase sempre bem iluminadas - mas afinal faz parte da escolha artística... já que as mesmas se vão tornando cada vez mais escuras e opressivas no decorrer da história - o que ajuda ao clima.
E destaque ainda especial para a "pequenez" da dimensão humana face à Natureza, quando nos mostra uma saída mesmo "ali tão perto"... mas que não podemos alcançar.
Muitas mais leituras podem ser feitas, como rito de passagem de um filho que censura as atitudes do seu pai, e que afinal vai dar consigo a ter que tomar esse mesmo lugar, etc. etc.
Depois de revolucionado o cinema 3D Digital, James Cameron preferiu agora usar a tecnologia de uma empresa que tem atraído cada vez mais realizadores: as câmaras EPIC-M da RED. E como sempre, se vai fazer algo... faz em grande, ao encomendar 50 destas câmaras digitais capazes de gravar vídeo com resolução 5K (deixando para trás os habituais 4K do cinema digital de "alta-qualidade."
Considerando que cada uma destas câmaras custa quase $60,000 USD, o total ascende a quase 3 milhões de dólares - a não ser que tenha conseguido um bom desconto para quantidade! ;)
YouTube com Filmes On-Demand
Parece que o Google se preparar para o grande ataque ao Netflix e ao iTunes, com a chegada iminente de um serviço de streaming de filmes ao YouTube.
Desde que o Google consiga fazer aquilo que os concorrentes não têm sido capazes de fazer: uma oferta deste serviço a nível mundial, em vez de estarem limitados a zonas geográficas específicas (leia-se: não disponíveis em Portugal)... poderá ser mesmo um marco histórico na história da distribuição de filmes.
Lindsay Lohan: 120 dias de Cadeia
Não é a primeira vez que Lindsay Lohan anda às "cabeçadas" com a justiça, mas desta vez um Juíz achou que a "menina" já passou todas as marcas e merece agora ir passar 120 dias de cadeia efectiva para acalmar os ânimos.
Another Earth Trailer
E para terminar, o trailer de um filme que tem maravilhado todos os que o vêem: Another Earth. Um filme sobre a descoberta de um novo planeta, em tudo semelhante ao nosso, mas também muito mais que isso.
Aos anos que eu venho a dizer que com o cinema digital deixa de haver desculpas para manter os retrógrados 24fps usados no cinema em película por serem "o mínimo considerado indispensável" para enganar o cérebro ao ponto de ver "imagens em movimento".
Depois de ter inovado no 3D (e em muitas outras áreas), James Cameron volta os olhos o framerate, pretendendo que as suas próximas obras sejam filmadas, no mínimo a 48fps, ou até a 60fps, a começar já com o segundo filme de Avatar.
Ufa! Finalmente vou poder de dizer "asneiras", sempre que vejo um pan no cinema com a imagem toda aos saltos!
James Cameron volta às lides subaquáticas, como produtor deste Sanctum realizado por Alister Grierson.
Um elenco cheio de caras conhecidas que nos vai levar até às claustrofóbicas cavernas onde um grupo de exploradores será obrigado a encontrar um caminho que os leve de regresso à liberdade.
Prevê-se muita falta de ar a todos os que forem ver este filme; que ainda por cima é inspirado em acontecimentos reais.
Embora o trabalho nos scripts apenas comece para o próximo ano, estes filmes serão sobre histórias "separadas" - embora também sirvam para contar uma história global que embarca todo o universo Avatar.
Tendo facturado quase 3 mil milhões de dólares, tornando-se no filme mais lucrativo da história (superando o seu anterior Titanic)... arrisco-me a dizer que era inevitável que Cameron regressasse para mais (e melhor, esperemos! :)
Lembram-se de Iron Sky, um filme de baixo orçamento que colocou os Nazis na lua e que tem demorado um bocadinho até estar concluído?
Pois bem, as mais recentes imagens fazem prever que valha a pena esperar:
Flash Forward
Curiosos por saber porque motivos todos aqueles corvos morreram na Somália?
... o episódio desta semana vai responder a esse mistério! :)
Chris Evans é Capitão América
Depois de ter sido o Tocha Humana nos Fantastic Four, Chris Evans vai ser o Capitão América.
Quanto a mim, devia haver uma regra que impedisse um actor de dar "corpo" a vários super-heróis nos filmes. :P
Buck Rogers a cargo de Paul W.S. Anderson?
Lembram-se de Buck Rogers? Parece que o regresso de Buck Rogers aos ecrãs ganhou subitamente novo alento, com o nome de Paul W.S. Anderson a surgir para realizador, mas principalmente por se falar de Art Marcum e Matt Holloway como escritores - que se fizerem um trabalho tão bom como fizeram em Iron Man, faz antever boas perspectivas para este regresso que será - como "tem que ser", nos dias de hoje - filmado em 3D.
Por mim, acho que posso dar o meu trabalho por concluído, já que foi o primeiro (e único filme) que, por vários motivos, fui ver 6 vezes ao cinema (5 das quais ao Nun'Álvares) e que... não vos quero estar a enganar mas... parece-me que ainda lá nos iremos ver de novo. ;)
Mais novidades em breve, mas preparem-se: este filme épico merece uma despedida igualmente épica, e para a qual irei querer contar com a vossa participação! ;)
Antestreia
Axasteoque
Bela Lugosi Is Dead
Brain-Mixer
Cine 31
Cine Blog
Cinema Notebook
Cinema PTgate
cinerama
Depois do Cinema
Duelo Ao Sol
Filmes Portugueses
FilmSpot
My One Thousand Movies
Portal Cinema
Split Screen
TV Dependente