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sábado, 1 de agosto de 2026
Disney+ perde 4K e HDR na Europa [actualizado]
A Disney volta a piorar o serviço para os clientes europeus, agora perdendo a qualidade 4K e HDR10.
Depois de há alguns meses ter removido os conteúdos em Dolby Vision e HDR10+, o serviço de streaming Disney+ voltou a reduzir a qualidade de imagem do seu serviço na Europa de forma ainda mais notória, removendo agora o suporte para 4K e HDR10 em vários países. A decisão surge poucas semanas depois de a plataforma ter retirado também o Dolby Vision e o suporte para conteúdos em 3D, deixando os subscritores do plano Premium sem algumas das funcionalidades pelas quais estão a pagar.
Segundo a Disney, a alteração é temporária e resulta de uma decisão judicial relacionada com a tecnologia utilizada para disponibilizar conteúdos em 4K UHD e HDR. Embora a empresa não tenha revelado muitos detalhes, a remoção anterior do Dolby Vision esteve relacionada com uma decisão do Tribunal Unificado de Patentes (UPC) na Europa, no âmbito de um litígio de patentes com a tecnológica norte-americana InterDigital. Tudo indica que a eliminação do 4K e do HDR10 esteja ligada ao mesmo processo - que agora se tornará bastante mais visível para os clientes: se a maioria não se importaria muito em passar de conteúdos 4K Dolby Vision para 4K com HDR10, a coisa será bem diferente ao passar de qualidade 4K para Full HD e/ou sem HDR.
A Disney diz estar a trabalhar para restaurar estas funcionalidades o mais rapidamente possível, mas não avançou qualquer previsão para o seu regresso. Com esta mudança, os utilizadores afectados ficam limitados à reprodução em resolução inferior, apesar de continuarem a pagar pelo plano Premium. Até ao momento também não há qualquer informação sobre se irá haver algum tipo de compensação aos clientes pela perda destas funcionalidades.
Actualização: A Disney diz que já está a repor a resolução 4K em Portugal.
"Adotámos uma tecnologia alternativa que permite a disponibilização de 4K UHD e HDR, na sequência de uma recente decisão judicial, e já iniciámos a reposição do suporte para 4K UHD no Disney+ em Portugal. Isto poderá fazer com que o 4K UHD não esteja disponível em alguns dispositivos. Reconhecemos o incómodo que esta situação possa causar e estamos a trabalhar para aumentar a compatibilidade de dispositivos com 4K UHD e restabelecer o HDR o mais rapidamente possível."
Depois de há alguns meses ter removido os conteúdos em Dolby Vision e HDR10+, o serviço de streaming Disney+ voltou a reduzir a qualidade de imagem do seu serviço na Europa de forma ainda mais notória, removendo agora o suporte para 4K e HDR10 em vários países. A decisão surge poucas semanas depois de a plataforma ter retirado também o Dolby Vision e o suporte para conteúdos em 3D, deixando os subscritores do plano Premium sem algumas das funcionalidades pelas quais estão a pagar.
Segundo a Disney, a alteração é temporária e resulta de uma decisão judicial relacionada com a tecnologia utilizada para disponibilizar conteúdos em 4K UHD e HDR. Embora a empresa não tenha revelado muitos detalhes, a remoção anterior do Dolby Vision esteve relacionada com uma decisão do Tribunal Unificado de Patentes (UPC) na Europa, no âmbito de um litígio de patentes com a tecnológica norte-americana InterDigital. Tudo indica que a eliminação do 4K e do HDR10 esteja ligada ao mesmo processo - que agora se tornará bastante mais visível para os clientes: se a maioria não se importaria muito em passar de conteúdos 4K Dolby Vision para 4K com HDR10, a coisa será bem diferente ao passar de qualidade 4K para Full HD e/ou sem HDR.
A Disney diz estar a trabalhar para restaurar estas funcionalidades o mais rapidamente possível, mas não avançou qualquer previsão para o seu regresso. Com esta mudança, os utilizadores afectados ficam limitados à reprodução em resolução inferior, apesar de continuarem a pagar pelo plano Premium. Até ao momento também não há qualquer informação sobre se irá haver algum tipo de compensação aos clientes pela perda destas funcionalidades.
Actualização: A Disney diz que já está a repor a resolução 4K em Portugal.
"Adotámos uma tecnologia alternativa que permite a disponibilização de 4K UHD e HDR, na sequência de uma recente decisão judicial, e já iniciámos a reposição do suporte para 4K UHD no Disney+ em Portugal. Isto poderá fazer com que o 4K UHD não esteja disponível em alguns dispositivos. Reconhecemos o incómodo que esta situação possa causar e estamos a trabalhar para aumentar a compatibilidade de dispositivos com 4K UHD e restabelecer o HDR o mais rapidamente possível."
sábado, 14 de março de 2026
Disney+ com vídeos verticais "Verts"
A Disney vai seguir a moda "TikTok" e lança uma secção dedicada a vídeos verticais chamada Verts.
O seviço de streaming Disney+ está a testar uma nova forma de descobrir conteúdos dentro da plataforma. A funcionalidade chama-se Verts e apresenta um feed de vídeos verticais semelhante ao TikTok, pensado para mostrar momentos curtos de filmes e séries disponíveis no serviço.
A nova secção pode ser acedida através de um ícone próprio na barra de navegação da app. Depois de entrar no Verts, os utilizadores podem deslizar verticalmente entre clipes e cenas de conteúdos do catálogo da Disney+. A partir daí, é possível adicionar um título à Watchlist ou começar imediatamente a reprodução completa rodando o smartphone para o modo horizontal.
O feed utiliza um algoritmo de recomendação avançado para sugerir conteúdos que sejam relevantes para cada utilizador, com o objectivo de facilitar a descoberta de novos filmes e séries - leia-se: fazer com que os clientes passem o máximo de tempo no serviço em vez de começarem a equacionar se realmente os conteúdos justificam a mensalidade que tem aumentado substancialmente ao longo dos últimos anos.
A Disney também indica que a funcionalidade poderá evoluir no futuro. Entre os planos estão a inclusão de conteúdos criados por fãs, além de novos formatos de storytelling e experiências mais personalizadas dentro da aplicação. Arriscar-me-ia a dizer que também estará nos planos a inclusão de vídeos gerados por AI, mas é esperar para ver.
O seviço de streaming Disney+ está a testar uma nova forma de descobrir conteúdos dentro da plataforma. A funcionalidade chama-se Verts e apresenta um feed de vídeos verticais semelhante ao TikTok, pensado para mostrar momentos curtos de filmes e séries disponíveis no serviço.
A nova secção pode ser acedida através de um ícone próprio na barra de navegação da app. Depois de entrar no Verts, os utilizadores podem deslizar verticalmente entre clipes e cenas de conteúdos do catálogo da Disney+. A partir daí, é possível adicionar um título à Watchlist ou começar imediatamente a reprodução completa rodando o smartphone para o modo horizontal.
O feed utiliza um algoritmo de recomendação avançado para sugerir conteúdos que sejam relevantes para cada utilizador, com o objectivo de facilitar a descoberta de novos filmes e séries - leia-se: fazer com que os clientes passem o máximo de tempo no serviço em vez de começarem a equacionar se realmente os conteúdos justificam a mensalidade que tem aumentado substancialmente ao longo dos últimos anos.
A Disney também indica que a funcionalidade poderá evoluir no futuro. Entre os planos estão a inclusão de conteúdos criados por fãs, além de novos formatos de storytelling e experiências mais personalizadas dentro da aplicação. Arriscar-me-ia a dizer que também estará nos planos a inclusão de vídeos gerados por AI, mas é esperar para ver.
sábado, 14 de fevereiro de 2026
Disney+ perdeu Dolby Vision e HDR10+ na Europa
Os clientes europeus do Disney+ perderam os modos Dolby Vision, HDR10+, e 3D no Disney+, ficando prejudicados na qualidade de imagem no plano mais caro.
O Disney+ removeu sem qualquer explicação os modos de qualidade de imagem Dolby Vision e HDR10+ em vários países europeus, incluindo Portugal, deixando os subscritores Premium limitados ao modo HDR10 mais básico, apesar do preço da subscrição se manter inalterado.
O problema surgiu inicialmente na Alemanha no final de 2025, parecendo estar relacionado com um processo judicial relacionado com patentes. O caso envolve a InterDigital, que acusa a Disney de violar patentes ligadas a tecnologias de vídeo. Entretanto, a situação alastrou-se a outros países europeus. Utilizadores em França, Países Baixos, Bélgica, Portugal, Polónia e países nórdicos têm relatado o desaparecimento do Dolby Vision do serviço. A Disney também removeu todas as referências a Dolby Vision das páginas de suporte, e também os filmes em 3D desapareceram do catálogo.
Do lado da Disney a explicação é de que está a enfrentar "desafios técnicos" e diz estar a trabalhar para repor esses modos, sem referir qualquer ligação ao processo judicial. Se o problema estiver relacionado com uma disputa de patentes, as coisas poderão arrastar-se por meses ou anos. E, a não ser que os actuais subscritores do plano Premium comecem a inundar a Disney com reclamações, parece que a empresa não tem qualquer intenção de fazer um "desconto" pela redução da qualidade no serviço.
O Disney+ removeu sem qualquer explicação os modos de qualidade de imagem Dolby Vision e HDR10+ em vários países europeus, incluindo Portugal, deixando os subscritores Premium limitados ao modo HDR10 mais básico, apesar do preço da subscrição se manter inalterado.
O problema surgiu inicialmente na Alemanha no final de 2025, parecendo estar relacionado com um processo judicial relacionado com patentes. O caso envolve a InterDigital, que acusa a Disney de violar patentes ligadas a tecnologias de vídeo. Entretanto, a situação alastrou-se a outros países europeus. Utilizadores em França, Países Baixos, Bélgica, Portugal, Polónia e países nórdicos têm relatado o desaparecimento do Dolby Vision do serviço. A Disney também removeu todas as referências a Dolby Vision das páginas de suporte, e também os filmes em 3D desapareceram do catálogo.
Do lado da Disney a explicação é de que está a enfrentar "desafios técnicos" e diz estar a trabalhar para repor esses modos, sem referir qualquer ligação ao processo judicial. Se o problema estiver relacionado com uma disputa de patentes, as coisas poderão arrastar-se por meses ou anos. E, a não ser que os actuais subscritores do plano Premium comecem a inundar a Disney com reclamações, parece que a empresa não tem qualquer intenção de fazer um "desconto" pela redução da qualidade no serviço.
sexta-feira, 26 de setembro de 2025
Disney Plus aumenta preços em Outubro
O serviço de streaming Disney Plus voltará a aumentar os preços em Outubro nos EUA - e já se sabe que isto acaba por se alastrar ao resto do mundo.
A Disney vai aplicar mais um aumento nas subscrições do Disney Plus nos EUA, numa estratégia para reforçar os lucros do seu negócio de streaming. Os novos preços entram em vigor a 21 de Outubro, afectando tanto os planos com publicidade como os Premium sem anúncios.
O plano com anúncios sobe 2 dólares, passando a custar 11.99 dólares por mês, enquanto o Disney Plus Premium sem anúncios aumenta 3 dólares, para os 18.99 dólares por mês. Para quem optar pelo pagamento anual, o valor sobe 30 dólares, totalizando 189.99 dólares por ano. Também os pacotes combinados com outros serviços vão sofrer alterações.
Desde o seu lançamento em 2019, a 6.99 dólares por mês, o serviço já sofreu vários aumentos regulares, incluindo em Dezembro de 2022, Outubro de 2023 e Outubro de 2024 - que também acabou por se fazer sentir em Portugal - aproximando-se agora do triplo do valor. Apesar da tendência de preços em alta, a Disney conseguiu tornar o negócio de streaming rentável pela primeira vez no ano passado.
No entanto, o momento do anúncio não é o mais favorável. A empresa ainda enfrenta críticas pela suspensão do programa Jimmy Kimmel Live!, decisão que gerou polémica e levou a chamadas de boicote às subscrições. Dizem as "más línguas" que Disney terá acelerado o regresso do programa à grelha televisiva não por ser a coisa correcta a fazer, mas sim para evitar uma "tempestade perfeita" em que os críticos dessa posição aproveitassem o aumento de preço para fortalecer o apelo ao cancelamento da subscrição do serviço.
A Disney vai aplicar mais um aumento nas subscrições do Disney Plus nos EUA, numa estratégia para reforçar os lucros do seu negócio de streaming. Os novos preços entram em vigor a 21 de Outubro, afectando tanto os planos com publicidade como os Premium sem anúncios.
O plano com anúncios sobe 2 dólares, passando a custar 11.99 dólares por mês, enquanto o Disney Plus Premium sem anúncios aumenta 3 dólares, para os 18.99 dólares por mês. Para quem optar pelo pagamento anual, o valor sobe 30 dólares, totalizando 189.99 dólares por ano. Também os pacotes combinados com outros serviços vão sofrer alterações.
Desde o seu lançamento em 2019, a 6.99 dólares por mês, o serviço já sofreu vários aumentos regulares, incluindo em Dezembro de 2022, Outubro de 2023 e Outubro de 2024 - que também acabou por se fazer sentir em Portugal - aproximando-se agora do triplo do valor. Apesar da tendência de preços em alta, a Disney conseguiu tornar o negócio de streaming rentável pela primeira vez no ano passado.
No entanto, o momento do anúncio não é o mais favorável. A empresa ainda enfrenta críticas pela suspensão do programa Jimmy Kimmel Live!, decisão que gerou polémica e levou a chamadas de boicote às subscrições. Dizem as "más línguas" que Disney terá acelerado o regresso do programa à grelha televisiva não por ser a coisa correcta a fazer, mas sim para evitar uma "tempestade perfeita" em que os críticos dessa posição aproveitassem o aumento de preço para fortalecer o apelo ao cancelamento da subscrição do serviço.
sábado, 7 de junho de 2025
Disney Plus ganha "Perks" para tentar manter subscritores
A Disney está a lançar o programa "Perks" de benefícios extra, para tentar justificar o preço sempre crescente do serviço de streaming Disney+.
Nos pacotes de TV por cabo há muito que se tornou comum ver as empresas a englobarem dezenas ou centenas de canais "sem interesse" como forma de justificarem o preço das mensalidades. Agora, a Disney segue táctica idêntica, adicionando serviços em que poucos terão interesse, como forma de tentar justificiar os preços que pratica no serviço Disney+.
O Disney Plus Perks é um programa de benefícios extra, que inclui coisas com descontos noutros serviços (adidas, funko, etc), ofertas temporárias em apps e serviços (dois meses de Super Duolingo), possibilidade de vencer viagens e, talvez o único que fosse mais adequado de estar associado ao serviço: desconto nas estadias em alguns parques temáticos da Disney. Apesar disso, não há como disfarçar o facto de serem coisas sem interesse para a esmagadora maioria dos subscritores Disney+, que melhor apreciariam um desconto na mensalidade do serviço (que é das mais caras de entre todos os serviços de streaming).
Por agora este Disney Plus Perks arranca nos EUA, mas deverá ser expandido a mais países até ao final do ano. Veremos se na Europa poderá dar algum benefício no acesso ou estadias na Disneyland Paris - embora, fazendo as contas, poderá ser mais vantajoso simplesmente deixar de subscrever o serviço, e poupar o dinheiro da subscrição para uma futura viagem até lá.
Nos pacotes de TV por cabo há muito que se tornou comum ver as empresas a englobarem dezenas ou centenas de canais "sem interesse" como forma de justificarem o preço das mensalidades. Agora, a Disney segue táctica idêntica, adicionando serviços em que poucos terão interesse, como forma de tentar justificiar os preços que pratica no serviço Disney+.
O Disney Plus Perks é um programa de benefícios extra, que inclui coisas com descontos noutros serviços (adidas, funko, etc), ofertas temporárias em apps e serviços (dois meses de Super Duolingo), possibilidade de vencer viagens e, talvez o único que fosse mais adequado de estar associado ao serviço: desconto nas estadias em alguns parques temáticos da Disney. Apesar disso, não há como disfarçar o facto de serem coisas sem interesse para a esmagadora maioria dos subscritores Disney+, que melhor apreciariam um desconto na mensalidade do serviço (que é das mais caras de entre todos os serviços de streaming).
Por agora este Disney Plus Perks arranca nos EUA, mas deverá ser expandido a mais países até ao final do ano. Veremos se na Europa poderá dar algum benefício no acesso ou estadias na Disneyland Paris - embora, fazendo as contas, poderá ser mais vantajoso simplesmente deixar de subscrever o serviço, e poupar o dinheiro da subscrição para uma futura viagem até lá.
sábado, 29 de março de 2025
Disney+ ganha remoção do "Continue Watching"
A Disney+ lembrou-se de adicionar a funcionalidade básica de remoção de conteúdos da lista "Continue Watching".
É ridículo que, com 25% do século XXI já passado, se tenha que continuar a noticiar coisas tão básicas, mas tão básicas, que seria assumido que já ninguém teria que as pedir ou falar delas. E no entanto, aqui estamos.
No caso da Disney, o seu serviço de streaming Disney+ não era muito amigo de quem gostasse de espreitar diferentes séries e filmes, já que todos eles acabariam por se juntar a uma interminável lista de "continuar a ver" que obliterava por completo as séries e filmes em que realmente se tinha interesse. Mas, finalmente, os clientes passam a ter acesso à opção de remover conteúdos da lista "Continue Watching" - algo que deveria ter sido disponibilizado logo desde o início do serviço.
Para tal, basta fazer um clique longo com o controlo remoto da Smart TV na série ou filme, e escolher remover. Na app, o mesmo pode ser feito através do botão "..." ao lado do conteúdo.
Infelizmente este ausência de funções tão básicas não é exclusivo da Disney. Também a app do Spotify, pelo menos na versão iOS, faz o desprazer de apresentar toda uma série de opções referentes aos conteúdos recentes que foram ouvidos (descarregar, partilhar, adicionar à colecção, etc.) , com a notável excepção de não disponibilizar qualquer opção para as remover - o que também é forte desincentivo para explorar músicas que não se deseja que fiquem a "poluir" o histórico recente. Era realmente assim tão difícil juntar a opção de remover esse conteúdo!?!
É ridículo que, com 25% do século XXI já passado, se tenha que continuar a noticiar coisas tão básicas, mas tão básicas, que seria assumido que já ninguém teria que as pedir ou falar delas. E no entanto, aqui estamos.
No caso da Disney, o seu serviço de streaming Disney+ não era muito amigo de quem gostasse de espreitar diferentes séries e filmes, já que todos eles acabariam por se juntar a uma interminável lista de "continuar a ver" que obliterava por completo as séries e filmes em que realmente se tinha interesse. Mas, finalmente, os clientes passam a ter acesso à opção de remover conteúdos da lista "Continue Watching" - algo que deveria ter sido disponibilizado logo desde o início do serviço.
Para tal, basta fazer um clique longo com o controlo remoto da Smart TV na série ou filme, e escolher remover. Na app, o mesmo pode ser feito através do botão "..." ao lado do conteúdo.
Infelizmente este ausência de funções tão básicas não é exclusivo da Disney. Também a app do Spotify, pelo menos na versão iOS, faz o desprazer de apresentar toda uma série de opções referentes aos conteúdos recentes que foram ouvidos (descarregar, partilhar, adicionar à colecção, etc.) , com a notável excepção de não disponibilizar qualquer opção para as remover - o que também é forte desincentivo para explorar músicas que não se deseja que fiquem a "poluir" o histórico recente. Era realmente assim tão difícil juntar a opção de remover esse conteúdo!?!
sábado, 30 de novembro de 2024
Disney revela intuito do aumento da mensalidade do Disney+
Bob Iger, CEO da Disney, foi inesperadamente (e inadvertidamente) honesto, revelando dados sobre o número de subscritores da modalidade Disney+ com publicidade, e o verdadeiro propósito do aumento da mensalidade Disney+.
Ele revelou que o plano Disney+ com publicidade é actualmente responsável por 37% dos clientes do serviço de streaming nos EUA, e 30% a nível global - dados que as empresas de streaming têm optado por manter em segredo (a Netflix, por exemplo, diz que a modalidade com publicidade tem sido um "sucesso" mas sem nunca revelar números). Isso acaba por estar relacionado com a política de preços, já que também "confessou" que o principal objectivo do aumento de preços no Disney+ é forçar os clientes a mudarem-se para o plano com publicidade, com valor mais reduzido - pois é uma modalidade mais rentável para eles.
Relembre-se que actualmente o Disney+ começou com uma mensalidade de $7.99 (sem publicidade), que depois passou para $11.99 acompanhado da modalidade de $7.99 com publicidade, e que entretanto sofreu aumentos adicionais para $13.99 e posteriormente para $15.99. Ou seja, num período de tempo não muito prolongado, passou a custar o dobro para se poder ver Disney+ sem publicidade. Veremos se o objectivo da Disney será conseguido, ou se muitos dos clientes consideram que talvez seja melhor poupar 100% em vez de 50%, abandonando o serviço.
Ele revelou que o plano Disney+ com publicidade é actualmente responsável por 37% dos clientes do serviço de streaming nos EUA, e 30% a nível global - dados que as empresas de streaming têm optado por manter em segredo (a Netflix, por exemplo, diz que a modalidade com publicidade tem sido um "sucesso" mas sem nunca revelar números). Isso acaba por estar relacionado com a política de preços, já que também "confessou" que o principal objectivo do aumento de preços no Disney+ é forçar os clientes a mudarem-se para o plano com publicidade, com valor mais reduzido - pois é uma modalidade mais rentável para eles.
Relembre-se que actualmente o Disney+ começou com uma mensalidade de $7.99 (sem publicidade), que depois passou para $11.99 acompanhado da modalidade de $7.99 com publicidade, e que entretanto sofreu aumentos adicionais para $13.99 e posteriormente para $15.99. Ou seja, num período de tempo não muito prolongado, passou a custar o dobro para se poder ver Disney+ sem publicidade. Veremos se o objectivo da Disney será conseguido, ou se muitos dos clientes consideram que talvez seja melhor poupar 100% em vez de 50%, abandonando o serviço.
sábado, 28 de setembro de 2024
Disney+ combate partilha de contas
A Disney+ começou a aplicar as suas restrições de partilha de contas, lançando um novo programa que convida os clientes a pagarem uma taxa adicional para contas fora do agregado familiar.
Seguindo a táctica já implementada pela Netflix, os subscritores do serviço Disney+ passam a ser "incentivados" a pagar uma taxa adicional de "membro extra" para utilizadores que o sistema detecte que não fazem parte do seu agregado familiar. No entanto, só é possível adicionar um membro extra por conta, e esta opção não está disponível para subscritores do Disney Bundle ou aqueles que têm acesso ao serviço através de parceiros externos.
Para quem estiver a viajar e receber uma mensagem indicando que o dispositivo não faz parte do agregado familiar, a Disney permite que se marque temporariamente como "fora de casa" com um código único. Também é possível actualizar a localização do agregado familiar em caso de mudança de residência. Além disso, a Disney+ oferece a opção de transferir perfis, mantendo o histórico de visualizações e definições.
Apesar das muitas reclamações contra este tipo de medidas quando a Netflix iniciou o seu combate à partilha de contas (algo que em anos passados até tinha incentivado), a táctica parece ter resultado a favor das empresas de streaming, com aumento do número de subscritores. Por outro lado, a maioria dos serviços tem continuado a fazer aumentos frequentes, que começam a levar muitos dos clientes ao limite de reconsiderarem o regresso a outras formas de acesso aos conteúdos, tanto por via da "pirataria" tradicional como até pelo saltitar entre serviços, um mês pagando por um, no mês seguinte espreitando outro, e assim sucessivamente. Não me surpreenderia se, assim que essa táctica começar a tornar-se demasiado popular, os serviços de streaming comecem a forçar períodos mínimos de permanência.
Seguindo a táctica já implementada pela Netflix, os subscritores do serviço Disney+ passam a ser "incentivados" a pagar uma taxa adicional de "membro extra" para utilizadores que o sistema detecte que não fazem parte do seu agregado familiar. No entanto, só é possível adicionar um membro extra por conta, e esta opção não está disponível para subscritores do Disney Bundle ou aqueles que têm acesso ao serviço através de parceiros externos.
Para quem estiver a viajar e receber uma mensagem indicando que o dispositivo não faz parte do agregado familiar, a Disney permite que se marque temporariamente como "fora de casa" com um código único. Também é possível actualizar a localização do agregado familiar em caso de mudança de residência. Além disso, a Disney+ oferece a opção de transferir perfis, mantendo o histórico de visualizações e definições.
Apesar das muitas reclamações contra este tipo de medidas quando a Netflix iniciou o seu combate à partilha de contas (algo que em anos passados até tinha incentivado), a táctica parece ter resultado a favor das empresas de streaming, com aumento do número de subscritores. Por outro lado, a maioria dos serviços tem continuado a fazer aumentos frequentes, que começam a levar muitos dos clientes ao limite de reconsiderarem o regresso a outras formas de acesso aos conteúdos, tanto por via da "pirataria" tradicional como até pelo saltitar entre serviços, um mês pagando por um, no mês seguinte espreitando outro, e assim sucessivamente. Não me surpreenderia se, assim que essa táctica começar a tornar-se demasiado popular, os serviços de streaming comecem a forçar períodos mínimos de permanência.
sábado, 17 de agosto de 2024
Disney+ aumenta em Setembro em Portugal
Tal como se fazia temer, o anúncio de aumentos nas mensalidades Disney+ também vai abranger Portugal.
O serviço já está a contactar os actuais clientes a indicar que os preços serão actualizados, passando para 10,99 €/mês ou 109,90 €/ano.
Se estes aumentos se justificam face aos demais serviços de streaming, isso dependerá do valor que cada cliente atribuir a cada um deles. O que é certo é que, apesar da Netflix anunciar que tudo vai bem, e de também da Disney+ seguir os seus passos com campanha de combate à partilha de contas, parece-me que será inevitável que, mais cedo ou mais tarde, muitos utilizadores comecem a dar mais valor à poupança de centenas de euros por ano.
O serviço já está a contactar os actuais clientes a indicar que os preços serão actualizados, passando para 10,99 €/mês ou 109,90 €/ano.
Se estes aumentos se justificam face aos demais serviços de streaming, isso dependerá do valor que cada cliente atribuir a cada um deles. O que é certo é que, apesar da Netflix anunciar que tudo vai bem, e de também da Disney+ seguir os seus passos com campanha de combate à partilha de contas, parece-me que será inevitável que, mais cedo ou mais tarde, muitos utilizadores comecem a dar mais valor à poupança de centenas de euros por ano.
sábado, 10 de agosto de 2024
Disney+ prepara aumentos e caça à partilha de passwords
A Disney vai seguir o exemplo da Netflix, prometendo uma ofensiva contra a partilha de contas Disney+ em Setembro.
Com a Netflix a ter tido bons resultados no seu combate às contas partilhadas para acesso ao serviço de streaming, a Disney anuncia que irá fazer o mesmo. A Disney também está a disponibilizar um sistema de pagar para partilhar a conta, que começou por testar nalguns países e que diz que irá expandir em breve, e avisa desde já que em Setembro dará início ao seu combate ao uso de contas partilhadas não autorizadas.
Um combate que será necessário, considerando que o serviço prepara nova vaga de aumentos das mensalidades para Outubro.
Depois de se ter pensado que finalmente se tinha encontrado a solução para a pirataria, com serviços de streaming disponíveis a preços que a maioria dos consumidores poderia considerar "justos", temos assistido a um cenário apocalíptico, em que os serviços se multiplicaram, cada um deles a apostar no máximo de conteúdos exclusivos, e entrando numa escalada de preços que parece querer pôr à prova a capacidade de resistência dos clientes.
Veremos até quando é que esta táctica resultará, já que mais tarde ou mais cedo muitos destes clientes poderão redescobrir formas alternativas de verem o que querem ver.
Com a Netflix a ter tido bons resultados no seu combate às contas partilhadas para acesso ao serviço de streaming, a Disney anuncia que irá fazer o mesmo. A Disney também está a disponibilizar um sistema de pagar para partilhar a conta, que começou por testar nalguns países e que diz que irá expandir em breve, e avisa desde já que em Setembro dará início ao seu combate ao uso de contas partilhadas não autorizadas.
Um combate que será necessário, considerando que o serviço prepara nova vaga de aumentos das mensalidades para Outubro.
Depois de se ter pensado que finalmente se tinha encontrado a solução para a pirataria, com serviços de streaming disponíveis a preços que a maioria dos consumidores poderia considerar "justos", temos assistido a um cenário apocalíptico, em que os serviços se multiplicaram, cada um deles a apostar no máximo de conteúdos exclusivos, e entrando numa escalada de preços que parece querer pôr à prova a capacidade de resistência dos clientes.
Veremos até quando é que esta táctica resultará, já que mais tarde ou mais cedo muitos destes clientes poderão redescobrir formas alternativas de verem o que querem ver.
sábado, 20 de abril de 2024
Disney+ prepara canais tradicionais
Diz-se que as modas são cíclicas e a Disney parece estar prestes a demonstrá-lo. Depois de nos termos habituado a vermos o que queremos quando queremos, por conta dos serviços de streaming, a Disney parece estar a preparar um regresso ao passado com canais tradicionais no Disney+.
Sim, a Disney quer lá disponibilizar canais com emissão contínua, sobre os quais os utilizadores não têm qualquer controlo, e com apresentação de publicidade, tal como nos canais de TV tradicionais. A ideia até seria interessante (e poderá sê-lo para todos os que sofrem do síndroma de indecisão sobre o que escolher para ver), mas peca por ser algo que melhor seria disponibilizado de forma gratuita, e não sendo algo que só estará disponível para quem pagar pelo serviço Disney+.
Sim, a Disney quer lá disponibilizar canais com emissão contínua, sobre os quais os utilizadores não têm qualquer controlo, e com apresentação de publicidade, tal como nos canais de TV tradicionais. A ideia até seria interessante (e poderá sê-lo para todos os que sofrem do síndroma de indecisão sobre o que escolher para ver), mas peca por ser algo que melhor seria disponibilizado de forma gratuita, e não sendo algo que só estará disponível para quem pagar pelo serviço Disney+.
sábado, 6 de abril de 2024
Disney+ vai combater partilha de passwords
Depois da Netflix, também a Disney irá começar a combater a partilha de passwords no serviço de streaming Disney+.
Bob Iger, CEO da Disney, disse que o sistema começará por ser aplicado num grupo reduzido de países em Junho, expandindo-se a mais regiões em Setembro. A medida certamente é incentivada pelo sucesso que a Netflix diz ter tido (embora houvesse o receio de que isso pudesse afastar clientes, o resultado foi um aumento no número de subscrições). Mas é também verdade que os serviços de streaming têm cada vez mais dificuldades em manter os subscritores à medida que vão aumentado os preços. Se aplicarem demasiadas restrições ou subirem demasiado o preço, haverá um momento em que os clientes começarão a reconsiderar voltar às "velhas práticas" de procurar os conteúdos em fontes alternativas na internet.
Bob Iger, CEO da Disney, disse que o sistema começará por ser aplicado num grupo reduzido de países em Junho, expandindo-se a mais regiões em Setembro. A medida certamente é incentivada pelo sucesso que a Netflix diz ter tido (embora houvesse o receio de que isso pudesse afastar clientes, o resultado foi um aumento no número de subscrições). Mas é também verdade que os serviços de streaming têm cada vez mais dificuldades em manter os subscritores à medida que vão aumentado os preços. Se aplicarem demasiadas restrições ou subirem demasiado o preço, haverá um momento em que os clientes começarão a reconsiderar voltar às "velhas práticas" de procurar os conteúdos em fontes alternativas na internet.
sábado, 14 de outubro de 2023
Disney mostra novo robot bípede curioso e divertido
A Disney revelou um novo robot bípede que consegue replicar o tipo de movimentos que estamos habituados a ver nos filmes.
Praticamente desde o início que a Disney tem estado na vanguarda dos sistemas mecatrónicos, usados para animar os personagens nos seus parques de diversões, e nos últimos anos isso tem migrado para o desenvolvimento de sistemas robóticos bastante impressionantes, com suavidade de movimentos naturais, capazes de fazer acrobacias, ou de replicar os movimentos de olhos dos humanos. Desta vez, temos mais um projecto que traz para a realidade um robot que normalmente só poderia existir com a magia dos filmes.
Este pequeno robot bípede pode movimentar-se quase como um pato mas, novamente, tem uma impressionante capacidade para se aguentar sobre as suas duas patas, mesmo em terrenos complicados ou quando é empurrados. E faz isso com surpreendente graciosidade de movimentos e com um vasto catálogo de expressões físicas que contrastam com o habitual comportamento robótico "rígido" que estamos habituados a ver.
Por agora o mais provável é que este projecto sirva para criar robots para futuras produções da Disney, mas eventualmente poderá resultar em robots que circulem nos parques Disney e - num futuro ainda mais distante - talvez mesmo chegar ao ponto de poder ser aplicado em brinquedos que possam chegar até nós a preço que não seja proibitivo.
Praticamente desde o início que a Disney tem estado na vanguarda dos sistemas mecatrónicos, usados para animar os personagens nos seus parques de diversões, e nos últimos anos isso tem migrado para o desenvolvimento de sistemas robóticos bastante impressionantes, com suavidade de movimentos naturais, capazes de fazer acrobacias, ou de replicar os movimentos de olhos dos humanos. Desta vez, temos mais um projecto que traz para a realidade um robot que normalmente só poderia existir com a magia dos filmes.
Este pequeno robot bípede pode movimentar-se quase como um pato mas, novamente, tem uma impressionante capacidade para se aguentar sobre as suas duas patas, mesmo em terrenos complicados ou quando é empurrados. E faz isso com surpreendente graciosidade de movimentos e com um vasto catálogo de expressões físicas que contrastam com o habitual comportamento robótico "rígido" que estamos habituados a ver.
Por agora o mais provável é que este projecto sirva para criar robots para futuras produções da Disney, mas eventualmente poderá resultar em robots que circulem nos parques Disney e - num futuro ainda mais distante - talvez mesmo chegar ao ponto de poder ser aplicado em brinquedos que possam chegar até nós a preço que não seja proibitivo.
sábado, 30 de setembro de 2023
Disney+ combate partilha de passwords no Canadá
Seguindo o exemplo da Netflix, também a Disney começa a combater a partilha de passwords no seu serviço de streaming Disney+ no Canadá.
A Disney fez uma pequena alteração aos termos de utilização do serviço no Canadá, passando a fazer referência expressa à partilha de passwords, onde indica que apenas é permitido partilhar o serviço com pessoas dentro do mesmo agregado residencial - ou seja, as pessoas que vivem na mesma residência e os dispositivos associados a esse mesmo local.
Tal como a Netflix, a Disney não dá grandes detalhes quanto à forma exacta como irá fazer este controlo, mas as condições do serviço referem que a empresa poderá analisar os acessos e uso feito por cada conta, e que as infracções poderão resultar em acesso limitado ou cancelamento da conta.
Embora a medida de combate à partilha de contas da Netflix tenha gerado bastante polémica - parcialmente em parte por ter sido uma empresa que, noutros tempos, até incentivava a isso - o resultado final acabou por ser bastante positivo para a empresa, tendo registado um aumento do número de subscritores. A grande questão é saber se esse aumento é um aumento verdadeiro, ou apenas derivado a um afluxo temporário de quem ficou sem acesso partilhado e decidiu pagar durante alguns meses até avaliar a situação. De resto, dos casos que vou tendo conhecimento, parecem ser cada vez mais as pessoas que optam por fazer a técnica "saltitão" entre serviços de streaming, pagando um mês num serviço, no próximo passando para outro serviço, e assim sucessivamente.
A Disney fez uma pequena alteração aos termos de utilização do serviço no Canadá, passando a fazer referência expressa à partilha de passwords, onde indica que apenas é permitido partilhar o serviço com pessoas dentro do mesmo agregado residencial - ou seja, as pessoas que vivem na mesma residência e os dispositivos associados a esse mesmo local.
Tal como a Netflix, a Disney não dá grandes detalhes quanto à forma exacta como irá fazer este controlo, mas as condições do serviço referem que a empresa poderá analisar os acessos e uso feito por cada conta, e que as infracções poderão resultar em acesso limitado ou cancelamento da conta.
Embora a medida de combate à partilha de contas da Netflix tenha gerado bastante polémica - parcialmente em parte por ter sido uma empresa que, noutros tempos, até incentivava a isso - o resultado final acabou por ser bastante positivo para a empresa, tendo registado um aumento do número de subscritores. A grande questão é saber se esse aumento é um aumento verdadeiro, ou apenas derivado a um afluxo temporário de quem ficou sem acesso partilhado e decidiu pagar durante alguns meses até avaliar a situação. De resto, dos casos que vou tendo conhecimento, parecem ser cada vez mais as pessoas que optam por fazer a técnica "saltitão" entre serviços de streaming, pagando um mês num serviço, no próximo passando para outro serviço, e assim sucessivamente.
quarta-feira, 13 de setembro de 2023
Disney celebra 100 anos com box de $1500 com 100 filmes
A Disney está a celebrar o seu centésimo aniversário, e para tal ocasião lança uma edição especial comemorativa para coleccionadores. A Disney Legacy Animated Film Collection inclui uma luxuosa caixa - à medida do seu preço de 1500 dólares - e filmes que vão da Branca de Neve e os Sete Anões de 1937, ao mais recente Elemental de 2023.
Dá a módica quantia de $15 por filme, se é que isso ajuda a decidir... Se bem que temos a vantagem de ser algo que se pode ver sempre que se quiser sem se ficar sujeito ao pagamento da mensalidade do streaming, ou da eventual remoção do filme do serviço.
A lista completa de filmes:
Dá a módica quantia de $15 por filme, se é que isso ajuda a decidir... Se bem que temos a vantagem de ser algo que se pode ver sempre que se quiser sem se ficar sujeito ao pagamento da mensalidade do streaming, ou da eventual remoção do filme do serviço.
A lista completa de filmes:
- Snow White and The Seven Dwarfs (1937)
- Pinocchio (1940)
- Fantasia (1940)
- Dumbo (1941)
- Bambi (1942)
- Saludos Amigos (1943)
- The Three Caballeros (1945)
- Make Mine Music (1946)
- Fun And Fancy Free (1947)
- Melody Time (1948)
- The Adventures of Ichabod and Mr. Toad (1949)
- Cinderella (1950)
- Alice in Wonderland (1951)
- Peter Pan (1953)
- Lady and the Tramp (1955)
- Sleeping Beauty (1959)
- One Hundred and One Dalmatians (1961)
- The Sword in the Stone (1963)
- The Jungle Book (1967)
- The Aristocats (1970)
- Robin Hood (1973)
- The Many Adventures of Winnie the Pooh (1977)
- The Rescuers (1977)
- The Fox and The Hound (1981)
- The Black Cauldron (1985)
- The Great Mouse Detective (1986)
- Oliver & Company (1988)
- The Little Mermaid (1989)
- The Rescuers Down Under (1990)
- Beauty and the Beast (1991)
- Aladdin (1992)
- Tim Burton’s The Nightmare Before Christmas (1993)
- The Lion King (1994)
- A Goofy Movie (1995)
- Pocahontas (1995)
- Toy Story (1995)
- James and the Giant Peach (1996)
- The Hunchback of Notre Dame (1996)
- Hercules (1997)
- Mulan (1998)
- A Bug’s Life (1998)
- Tarzan (1999)
- Toy Story 2 (1999)
- Fantasia/2000 (2000)
- The Tigger Movie (2000)
- Dinosaur (2000)
- The Emperor’s New Groove (2000)
- Atlantis: The Lost Empire (2001)
- Monsters, Inc. (2001)
- Return to Never Land (2002)
- Lilo & Stitch (2002)
- Treasure Planet (2002)
- The Jungle Book 2 (2003)
- Piglet’s Big Movie (2003)
- Finding Nemo (2003)
- Brother Bear (2003)
- Home on the Range (2004)
- The Incredibles (2004)
- Pooh’s Heffalump Movie (2005)
- Chicken Little (2005)
- Cars (2006)
- Meet the Robinsons (2007)
- Ratatouille (2007)
- Wall•E (2008)
- Tinker Bell (2008)
- Bolt (2008)
- Up (2009)
- The Princess and the Frog (2009)
- Toy Story 3 (2010)
- Tangled (2010)
- Cars 2 (2011)
- Winnie the Pooh (2011)
- Brave (2012)
- Frankenweenie (2012)
- Wreck-It Ralph (2012)
- Monsters University (2013)
- Planes (2013)
- Frozen (2013)
- Planes: Fire & Rescue (2014)
- Big Hero 6 (2014)
- Inside Out (2015)
- The Good Dinosaur (2015)
- Zootopia (2016)
- Finding Dory (2016)
- Moana (2016)
- Cars 3 (2017)
- Coco (2017)
- Incredibles 2 (2018)
- Ralph Breaks the Internet (2018)
- Toy Story 4 (2019)
- Frozen 2 (2019)
- Onward (2020)
- Soul (2020)
- Raya and the Last Dragon (2021)
- Luca (2021)
- Encanto (2021)
- Turning Red (2022)
- Lightyear (2022)
- Strange World (2022)
- Elemental (2023)
sábado, 12 de agosto de 2023
Disney+ aumenta mensalidade nos EUA
O serviço de streaming Disney+ vai fazer valer o seu sinal "+" da forma que os clientes menos apreciam: com um novo aumento de preços, que por agora se faz sentir nos EUA.
As mensalidades do Disney+ nos EUA passam a ser:
As mensalidades do Disney+ nos EUA passam a ser:
- Disney+ (ad-free): $13.99 anteriormente $10.99
- Hulu (ad-free): $17.99 anteriormente $14.99
- ESPN+ (with ads): $10.99 anteriormente $9.99
- Disney+, Hulu, ESPN+ (ad-supported): $14.99 anteriormente $12.99
- Disney+ (ad-free), Hulu (ad-free), ESPN+ (com ads): $24.99 anteriormente $19.99
- Novo bundle Disney+ e Hulu (ambos ad-free): $19.99
sábado, 20 de maio de 2023
Disney+ perde clientes e conteúdos
Nem a Disney escapa ao problema inevitável de excesso de serviços de streaming, tendo perdido 4 milhões de clientes nos primeiros três meses de 2023.
Os clientes que permanecem vão também notar a remoção de dezenas de séries e alguns filmes, incluindo Willow, Big Shot, Turner & Hooch, The Mighty Ducks: Game Changers, Just Beyond, Diary of a Future President, The Mysterious Benedict Society, The World According to Jeff Goldblum, Y: The Last Man, Dollface, The Hot Zone, Maggie, Pistol, Little Demon, e outros.
Infelizmente, vai sendo cada vez mais frequente e comum os serviços de streaming mostrarem esse seu grande ponto negativo: de que aquilo que lá está hoje poderá não estar amanhã.
Os clientes que permanecem vão também notar a remoção de dezenas de séries e alguns filmes, incluindo Willow, Big Shot, Turner & Hooch, The Mighty Ducks: Game Changers, Just Beyond, Diary of a Future President, The Mysterious Benedict Society, The World According to Jeff Goldblum, Y: The Last Man, Dollface, The Hot Zone, Maggie, Pistol, Little Demon, e outros.
Infelizmente, vai sendo cada vez mais frequente e comum os serviços de streaming mostrarem esse seu grande ponto negativo: de que aquilo que lá está hoje poderá não estar amanhã.
sábado, 31 de dezembro de 2022
Disney mostra como rejuvenescer ou envelhecer pessoas digitalmente
Investigadores dos estúdios Disney desenvolveram um novo método para envelhecer ou rejuvenescer pessoas de forma realista.
Com a idade a passar para todos, não há estúdio que não esteja interessado em técnicas que permitam manter o aspecto jovem dos seus actores para quando tal é preciso. Graças às ferramentas digitais, começamos a chegar a um patamar onde se pode fazer isso sem recurso às técnicas de maquilhagem, e sem que tal salte imediatamente à vista como sendo "um mau efeito".
O novo sistema FRAN da Disney consegue ajustar a idade de uma pessoa, digitalmente, tornando-a mais nova ou mais velha, e conseguindo superar inúmeros cenários complicados, como cenas com iluminação difícil, imagens com motion blur, e ângulos pouco habituais.
Não será descabido imaginar que, daqui por alguns anos, este tipo de efeito esteja disponível nas apps de câmara de qualquer smartphone, ao estilo dos efeitos de "beleza" que se podem aplicar nas fotos estáticas.
Com a idade a passar para todos, não há estúdio que não esteja interessado em técnicas que permitam manter o aspecto jovem dos seus actores para quando tal é preciso. Graças às ferramentas digitais, começamos a chegar a um patamar onde se pode fazer isso sem recurso às técnicas de maquilhagem, e sem que tal salte imediatamente à vista como sendo "um mau efeito".
O novo sistema FRAN da Disney consegue ajustar a idade de uma pessoa, digitalmente, tornando-a mais nova ou mais velha, e conseguindo superar inúmeros cenários complicados, como cenas com iluminação difícil, imagens com motion blur, e ângulos pouco habituais.
Não será descabido imaginar que, daqui por alguns anos, este tipo de efeito esteja disponível nas apps de câmara de qualquer smartphone, ao estilo dos efeitos de "beleza" que se podem aplicar nas fotos estáticas.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2022
Disney+ encravado por publicidade não apresentada
A tentativa de ver um programa no Disney+ acabou por ser mais trabalhosa do que devia, devido à insistência na apresentação de um bloco publicitário inexistente.
A utilização dos serviços de streaming é algo que normalmente não apresenta qualquer problema, com excepção de um certo serviço mais predisposto a lentidão (leia-se: HBO Max), ou a insistência da app Amazon Prime Video mexericar nas definições que tenho escolhidas para a TV, obrigando-me a reactivar manualmente a interpolação todas as vezes. Mas, desta vez o caso foi com o Disney+.
Esperava eu ir espreitar a nova série do Willow, que revisita um dos filmes clássicos dos anos 80 - e que até era apresentado em destaque no ecrã principal - quando sou confrontado com um ecrã preto com o icon de loading, loading, loading, loading... loading. Ora, não é normal o streaming na Disney demorar assim tanto, pelo que "saí e voltei a entrar" para ver se aquilo desencravava. Mas infelizmente não, não havia qualquer alteração, nem mesmo quando tentava ver outros conteúdos.
Depois da habitual dose de "rogar pragas" ao raio do serviço, acabou por se revelar o motivo deste ecrã bloqueado. Ao tentar fazer batota passando alguns segundos para a frente, o serviço lá se denunciou que estava a tentar apresentar um bloco publicitário (o que nem é comum no Disney+), mas como aparentemente não estava a conseguir apresentá-lo, ficava tudo encravado sem possibilidade de se passar à frente!
Por fim, depois de várias dezenas de reboots da app na TV, e de seleccionar programas aleatórios, lá houve um que começou a fazer streaming sem ficar empancado no início, e depois desse já me deixou ver o que queria ver sem apresentar qualquer publicidade encravada no início.
Não é definitivamente a experiência que um cliente que paga por um serviço de streaming espera. Não só levar com publicidade, como - muito pior - nem sequer poder ver o que quer ver, por causa de um bloco publicitário invisível / com erro / inexistente.
A utilização dos serviços de streaming é algo que normalmente não apresenta qualquer problema, com excepção de um certo serviço mais predisposto a lentidão (leia-se: HBO Max), ou a insistência da app Amazon Prime Video mexericar nas definições que tenho escolhidas para a TV, obrigando-me a reactivar manualmente a interpolação todas as vezes. Mas, desta vez o caso foi com o Disney+.
Esperava eu ir espreitar a nova série do Willow, que revisita um dos filmes clássicos dos anos 80 - e que até era apresentado em destaque no ecrã principal - quando sou confrontado com um ecrã preto com o icon de loading, loading, loading, loading... loading. Ora, não é normal o streaming na Disney demorar assim tanto, pelo que "saí e voltei a entrar" para ver se aquilo desencravava. Mas infelizmente não, não havia qualquer alteração, nem mesmo quando tentava ver outros conteúdos.
Depois da habitual dose de "rogar pragas" ao raio do serviço, acabou por se revelar o motivo deste ecrã bloqueado. Ao tentar fazer batota passando alguns segundos para a frente, o serviço lá se denunciou que estava a tentar apresentar um bloco publicitário (o que nem é comum no Disney+), mas como aparentemente não estava a conseguir apresentá-lo, ficava tudo encravado sem possibilidade de se passar à frente!
Por fim, depois de várias dezenas de reboots da app na TV, e de seleccionar programas aleatórios, lá houve um que começou a fazer streaming sem ficar empancado no início, e depois desse já me deixou ver o que queria ver sem apresentar qualquer publicidade encravada no início.
Não é definitivamente a experiência que um cliente que paga por um serviço de streaming espera. Não só levar com publicidade, como - muito pior - nem sequer poder ver o que quer ver, por causa de um bloco publicitário invisível / com erro / inexistente.
sexta-feira, 28 de outubro de 2022
Disney+ com todos os episódios dos X-Files
Uma das mais míticas séries de todos os tempos - os X-Files - passa a estar disponível na íntegra nol Disney+.
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