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sábado, 15 de agosto de 2026
Amazon Prime Video estreia HDR10+ Advanced da Samsung
O serviço de streaming Amazon Prime Video será o primeiro a suportar o novo formato HDR10+ Advanced da Samsung.
Numa altura em que a Disney+ perdeu o 4K e o HDR, a Amazon Prime Video será o primeiro serviço de streaming a suportar o novo formato HDR10+ Advanced desenvolvido pela Samsung. A funcionalidade ficará disponível ainda este mês em conteúdos compatíveis, mas neste primeira fase só estará disponível para televisores Samsung da gama de 2026.
O HDR10+ Advanced é uma evolução do actual HDR10+ (e resposta ao Dolby Vision 2) e promete imagens mais brilhantes e precisas graças à tecnologia Enhanced Overall Brightness. Esta utiliza metadados mais detalhados para tirar melhor partido da capacidade de brilho das televisões mais recentes, oferecendo uma experiência HDR mais rica em toda a gama de tons. Outra novidade é o tone mapping com inteligência artificial, que melhora os detalhes nas zonas mais escuras da imagem e optimiza o brilho em conteúdos como desporto e filmes de acção. O formato inclui ainda a tecnologia Intelligent Motion Smoothing, que ajusta dinamicamente o processamento de movimento com base na análise cena a cena, garantindo movimentos mais suaves sem comprometer o aspecto cinematográfico. Isto permite que cenas mais movimentadas possam ter maior fluidez, e cenas mais paradas mantenham o aspecto dos 24 fps.
A escolha da Prime Video como primeira plataforma compatível não é uma surpresa. O serviço da Amazon também foi o primeiro a adoptar o HDR10+ em 2017, reforçando agora a parceria com a Samsung ao estrear esta nova geração da tecnologia HDR.
Numa altura em que a Disney+ perdeu o 4K e o HDR, a Amazon Prime Video será o primeiro serviço de streaming a suportar o novo formato HDR10+ Advanced desenvolvido pela Samsung. A funcionalidade ficará disponível ainda este mês em conteúdos compatíveis, mas neste primeira fase só estará disponível para televisores Samsung da gama de 2026.
O HDR10+ Advanced é uma evolução do actual HDR10+ (e resposta ao Dolby Vision 2) e promete imagens mais brilhantes e precisas graças à tecnologia Enhanced Overall Brightness. Esta utiliza metadados mais detalhados para tirar melhor partido da capacidade de brilho das televisões mais recentes, oferecendo uma experiência HDR mais rica em toda a gama de tons. Outra novidade é o tone mapping com inteligência artificial, que melhora os detalhes nas zonas mais escuras da imagem e optimiza o brilho em conteúdos como desporto e filmes de acção. O formato inclui ainda a tecnologia Intelligent Motion Smoothing, que ajusta dinamicamente o processamento de movimento com base na análise cena a cena, garantindo movimentos mais suaves sem comprometer o aspecto cinematográfico. Isto permite que cenas mais movimentadas possam ter maior fluidez, e cenas mais paradas mantenham o aspecto dos 24 fps.
A escolha da Prime Video como primeira plataforma compatível não é uma surpresa. O serviço da Amazon também foi o primeiro a adoptar o HDR10+ em 2017, reforçando agora a parceria com a Samsung ao estrear esta nova geração da tecnologia HDR.
sábado, 4 de abril de 2026
Amazon Prime Video mais caro sem publicidade
A Amazon está a fazer ajustes ao Prime Video, com a opção sem anúncios a mudar de nome para Ultra e a aumentar significativamente.
A Amazon vai aumentar o preço da opção sem anúncios do Prime Video e introduzir um novo nível chamado Ultra. A partir de 10 de Abril, o plano sem publicidade muda de nome para "Ultra" e passará a custar 4,99 dólares por mês, em vez dos actuais 2,99 dólares mensais. Este novo nível Ultra será também a única forma de aceder a streaming em 4K / UHD na plataforma.
Os subscritores que optarem pelo Ultra terão acesso a várias funcionalidades adicionais além da visualização sem anúncios. O plano suporta até cinco streams em simultâneo, permite até 100 downloads para visualização offline e inclui suporte para Dolby Vision HDR e áudio Dolby Atmos. Os subscritores do Prime que não fizerem o upgrade continuarão a ter o serviço "normal" com publicidade, assim como algumas melhorias: o plano base terá suporte para Dolby Vision, mas apenas em alguns conteúdos e em resolução máxima de 1080p. A Amazon também aumentará o limite de downloads de 25 para 50 e o número de streams em simultâneo de três para quatro.
Este aumento surge dois anos depois de a Amazon ter adicionado publicidade no Prime Video e começado a cobrar um valor extra para remover os anúncios. Tal como outros serviços de streaming, a empresa tem investido fortemente em transmissões de eventos ao vivo e desporto. A Amazon diz esta nova estrutura segue estratégias de preços semelhantes às dos outros serviços de streaming.
A Amazon vai aumentar o preço da opção sem anúncios do Prime Video e introduzir um novo nível chamado Ultra. A partir de 10 de Abril, o plano sem publicidade muda de nome para "Ultra" e passará a custar 4,99 dólares por mês, em vez dos actuais 2,99 dólares mensais. Este novo nível Ultra será também a única forma de aceder a streaming em 4K / UHD na plataforma.
Os subscritores que optarem pelo Ultra terão acesso a várias funcionalidades adicionais além da visualização sem anúncios. O plano suporta até cinco streams em simultâneo, permite até 100 downloads para visualização offline e inclui suporte para Dolby Vision HDR e áudio Dolby Atmos. Os subscritores do Prime que não fizerem o upgrade continuarão a ter o serviço "normal" com publicidade, assim como algumas melhorias: o plano base terá suporte para Dolby Vision, mas apenas em alguns conteúdos e em resolução máxima de 1080p. A Amazon também aumentará o limite de downloads de 25 para 50 e o número de streams em simultâneo de três para quatro.
Este aumento surge dois anos depois de a Amazon ter adicionado publicidade no Prime Video e começado a cobrar um valor extra para remover os anúncios. Tal como outros serviços de streaming, a empresa tem investido fortemente em transmissões de eventos ao vivo e desporto. A Amazon diz esta nova estrutura segue estratégias de preços semelhantes às dos outros serviços de streaming.
sábado, 15 de novembro de 2025
Amazon bloqueia apps pirata no Fire TV Stick
A Amazon lança nova etapa na luta contra o streaming ilegal no Fire TV Stick, bloqueando apps associadas à pirataria tanto em dispositivos novos como antigos.
sábado, 13 de setembro de 2025
Amazon processada por "compras" de filmes no Prime Video
Há consumidores que não aceitam que a "compra" de filmes não seja uma compra verdadeira nas plataformas de streaming de vídeo.
Um novo processo judicial está a gerar pressão sobre a forma como as plataformas de streaming apresentam as suas opções de compra digital. Muitas plataformas disponibilizam opções para "alugar" ou "comprar" filmes, mas a opção "comprar" não significa uma posse definitiva. Na prática, trata-se apenas de uma licença para ver o conteúdo enquanto o serviço mantiver os direitos de distribuição, o que quer dizer que um filme "comprado" pode desaparecer da biblioteca do utilizador a qualquer momento.
O caso, apresentado na Califórnia contra o Prime Video da Amazon, acusa a empresa de publicidade enganosa. A queixa alega que a palavra "comprar" transmite a ideia de propriedade total, quando na realidade os utilizadores apenas recebem uma licença limitada e revogável. O processo ganha força graças a uma nova lei na Califórnia que proíbe o uso de termos como "comprar" ou "adquirir" sem uma explicação clara das condições de acesso limitado. A Amazon já tinha enfrentado queixas semelhantes no passado, mas a nova legislação pode alterar o desfecho. A lei exige que os vendedores digitais informem de forma explícita e antes da compra que "comprar" conteúdo digital significa apenas obter uma licença, e que esse acesso pode ser retirado.
O caso pode ter impacto em toda a indústria de streaming. Muitas plataformas, e não apenas o Prime Video, usam a mesma linguagem ao vender conteúdos digitais. Se a acção tiver sucesso, as empresas poderão ser obrigadas a repensar a forma como comunicam estas opções, garantindo que os clientes entendem que estão a pagar pelo acesso e não pela propriedade dos conteúdos, e que isso é algo bastante relativo que não dá qualquer real garantia de acesso ao que "compraram".
Um novo processo judicial está a gerar pressão sobre a forma como as plataformas de streaming apresentam as suas opções de compra digital. Muitas plataformas disponibilizam opções para "alugar" ou "comprar" filmes, mas a opção "comprar" não significa uma posse definitiva. Na prática, trata-se apenas de uma licença para ver o conteúdo enquanto o serviço mantiver os direitos de distribuição, o que quer dizer que um filme "comprado" pode desaparecer da biblioteca do utilizador a qualquer momento.
O caso, apresentado na Califórnia contra o Prime Video da Amazon, acusa a empresa de publicidade enganosa. A queixa alega que a palavra "comprar" transmite a ideia de propriedade total, quando na realidade os utilizadores apenas recebem uma licença limitada e revogável. O processo ganha força graças a uma nova lei na Califórnia que proíbe o uso de termos como "comprar" ou "adquirir" sem uma explicação clara das condições de acesso limitado. A Amazon já tinha enfrentado queixas semelhantes no passado, mas a nova legislação pode alterar o desfecho. A lei exige que os vendedores digitais informem de forma explícita e antes da compra que "comprar" conteúdo digital significa apenas obter uma licença, e que esse acesso pode ser retirado.
O caso pode ter impacto em toda a indústria de streaming. Muitas plataformas, e não apenas o Prime Video, usam a mesma linguagem ao vender conteúdos digitais. Se a acção tiver sucesso, as empresas poderão ser obrigadas a repensar a forma como comunicam estas opções, garantindo que os clientes entendem que estão a pagar pelo acesso e não pela propriedade dos conteúdos, e que isso é algo bastante relativo que não dá qualquer real garantia de acesso ao que "compraram".
quarta-feira, 11 de dezembro de 2024
Série Secret Level celebra os jogos na Amazon Prime
Já está disponível a série Secret Level na Amazon Prime, que revisita alguns jogos clássicos.
A Amazon foi buscar os criadores da fantástica série LOVE, DEATH + ROBOTS (na rival Netflix) para criar este Secret Level, uma série de animação com 15 episódios, em que cada um deles é dedicado a um jogo, incluindo clássicos como: Unreal Tournament, Warhammer 40000, Armored Core, Dungeons & Dragons, Honor of Kings, Mega Man, PAC-MAN, e outros. Temos até o caso de um jogo que tem direito a um episódio mas que nem existe, o Concord - que era um jogo em que a Sony depositava grandes esperanças, mas que acabou por cancelar poucas semanas após o seu lançamento.
Por agora já podemos ver a primeira parte desta série, com os restantes episódios a chegarem na próxima semana (17 de Dezembro).
Há quem critique o Secret Level por não ter a variedade e profundidade de LOVE, DEATH + ROBOTS, mas parece que se esquecem que ao contrário dessa antologia, aqui estamos perante uma série que pretende ser uma homenagem a algo que a maioria dos espectadores já conhecerá bastante bem, e que procuram apenas desfrutar sem necessidade de tentar fazer com que isso seja mais do que um simples momento de diversão, tal como o sentimento que procuram quando entram no mundo dos videojogos. Por mim, está aprovado e recomendo, e venham de lá mais algumas seasons, pois não faltam jogos clássicos para relembrar.
A Amazon foi buscar os criadores da fantástica série LOVE, DEATH + ROBOTS (na rival Netflix) para criar este Secret Level, uma série de animação com 15 episódios, em que cada um deles é dedicado a um jogo, incluindo clássicos como: Unreal Tournament, Warhammer 40000, Armored Core, Dungeons & Dragons, Honor of Kings, Mega Man, PAC-MAN, e outros. Temos até o caso de um jogo que tem direito a um episódio mas que nem existe, o Concord - que era um jogo em que a Sony depositava grandes esperanças, mas que acabou por cancelar poucas semanas após o seu lançamento.
Por agora já podemos ver a primeira parte desta série, com os restantes episódios a chegarem na próxima semana (17 de Dezembro).
Há quem critique o Secret Level por não ter a variedade e profundidade de LOVE, DEATH + ROBOTS, mas parece que se esquecem que ao contrário dessa antologia, aqui estamos perante uma série que pretende ser uma homenagem a algo que a maioria dos espectadores já conhecerá bastante bem, e que procuram apenas desfrutar sem necessidade de tentar fazer com que isso seja mais do que um simples momento de diversão, tal como o sentimento que procuram quando entram no mundo dos videojogos. Por mim, está aprovado e recomendo, e venham de lá mais algumas seasons, pois não faltam jogos clássicos para relembrar.
terça-feira, 19 de novembro de 2024
Amazon encerra Freevee
A Amazon vai encerrar o seu serviço de streaming gratuito Freevee, passando esses conteúdos para o serviço Prime Video.
O serviço tinha sido lançado em 2019 como IMDb Freedive, pouco depois mudando de nome para IMDb TV, e em 2022 passando a ser designado por Freevee. Disponibilizava filmes e séries gratuitos, com publicidade, como Bosch: Legacy e Jury Duty, e nos últimos tempos já ia partilhando alguns conteúdos com o Amazon Prime Video.
Agora, a Amazon considera que não faz sentido mantê-lo, sendo que também começou a disponibilizar modalidades do Prime Video com publicidade, preferindo apostar exclusivamente no seu serviço de streaming principal.
O serviço tinha sido lançado em 2019 como IMDb Freedive, pouco depois mudando de nome para IMDb TV, e em 2022 passando a ser designado por Freevee. Disponibilizava filmes e séries gratuitos, com publicidade, como Bosch: Legacy e Jury Duty, e nos últimos tempos já ia partilhando alguns conteúdos com o Amazon Prime Video.
Agora, a Amazon considera que não faz sentido mantê-lo, sendo que também começou a disponibilizar modalidades do Prime Video com publicidade, preferindo apostar exclusivamente no seu serviço de streaming principal.
sábado, 3 de agosto de 2024
Prime Video lança Aluguer e Compra de filmes em Portugal
Para o bem e/ou para o mal, o serviço de streaming Amazon Prime Video lança a opção de Alugar ou Comprar filmes em Portugal.
A Amazon anunciou a expansão a Portugal da funcionalidade de compra e aluguer de filmes no serviço Prime Video. Uma funcionalidade que já estava disponível noutros países mas que não estava acessível em Portugal.
Para promover este lançamento, a Amazon disponibiliza o aluguer de mais de 2 mil filmes por um preço promocional de €0.99 até 25 de Agosto, sendo referidos filmes como Barbie, Oppenheimer, Dune Parte 2, O Panda do Kung Fu 4 ou Avatar: O Caminho da Água.
A medida poderá não ser apreciada por todos, já que vem "complicar" um pouco a vida aos subscritores, que até agora sabiam que podiam escolher e ver tudo aquilo que lhes aparecia no serviço, mas que agora se sujeitam a escolher algo apenas para descobrir que afinal terão que pagar mais para poder ver - embora a Amazon tenha prometido fazer melhorias no sentido de facilmente identificar estes conteúdos a pagar. Idealmente, deveria ser dada a opção para não se mostrar esses conteúdos a pagar, mantendo apenas os conteúdos de acesso gratuito.
Quanto à compra de filmes, já sabemos que isso raramente resulta a favor do cliente, sendo inevitável que o serviço decida mudar regras ou terminar essas funcionalidades, deixando os clientes pendurados. E não é pelo facto de se tratar de uma empresa gigante com a dimensão da Amazon que faz com que isso seja diferente, como já vimos quando a Amazon acabou com o espaço ilimitado.
A Amazon anunciou a expansão a Portugal da funcionalidade de compra e aluguer de filmes no serviço Prime Video. Uma funcionalidade que já estava disponível noutros países mas que não estava acessível em Portugal.
Para promover este lançamento, a Amazon disponibiliza o aluguer de mais de 2 mil filmes por um preço promocional de €0.99 até 25 de Agosto, sendo referidos filmes como Barbie, Oppenheimer, Dune Parte 2, O Panda do Kung Fu 4 ou Avatar: O Caminho da Água.
A medida poderá não ser apreciada por todos, já que vem "complicar" um pouco a vida aos subscritores, que até agora sabiam que podiam escolher e ver tudo aquilo que lhes aparecia no serviço, mas que agora se sujeitam a escolher algo apenas para descobrir que afinal terão que pagar mais para poder ver - embora a Amazon tenha prometido fazer melhorias no sentido de facilmente identificar estes conteúdos a pagar. Idealmente, deveria ser dada a opção para não se mostrar esses conteúdos a pagar, mantendo apenas os conteúdos de acesso gratuito.
Quanto à compra de filmes, já sabemos que isso raramente resulta a favor do cliente, sendo inevitável que o serviço decida mudar regras ou terminar essas funcionalidades, deixando os clientes pendurados. E não é pelo facto de se tratar de uma empresa gigante com a dimensão da Amazon que faz com que isso seja diferente, como já vimos quando a Amazon acabou com o espaço ilimitado.
sábado, 27 de julho de 2024
Amazon Prime Video vai mostrar conteúdos a pagar
A Amazon está a remodelar o interface do serviço Prime Video, identificando os conteúdos com pagamento adicional.
Não há nada mais irritante do que estar a passear pelo catálogo de programas num serviço de streaming, ou pelos resultados de uma pesquisa e, quando se descobre algo que se quer ver, ser confrontado com uma mensagem que diz que esse conteúdo obriga a uma compra ou subscrição adicional. Embora por cá isso não se faça sentir demasiado no nosso serviço Prime Video, nos EUA é extremamente frequente devido à integração de outros serviços que se podem subscrever (como o Max, Paramount+, Starz, MGM+, Crunchyroll). Mas parece que a solução está a chegar.
O serviço Prime Video vai ter o interface remodelado, e como parte da remodelação será a apresentação de pequenos logotipos sobrepostos nos programas que indicarão a que serviço pertencem, dando desde logo a indicação de que poderá ser preciso pagar mais para os ver.
A Amazon também diz que o interface conta agora com novos efeitos e animações para tornar a experiência mais agradável, embora me pareça que existam muitas outras coisas de ordem funcional com que se poderia preocupar antes de se dedicar ao embelezamento visual. Relembre-se que, durante muitos anos, a Amazon teve um interface do serviço completamente sofrível e angustiante de usar, que só melhorou quando decidiu "inspirar-se" no da Netflix. Apesar de ter melhorado substancialmente, ainda existem coisas irritantes (como a demora no regresso ao menu depois de um filme, ou a escrita de algo que se queira pesquisar, que encrava com longa pausa após cada letra). Veremos se esta nova versão, além da indicação dos pagamentos extra, também tenha melhorado esses aspectos.
Não há nada mais irritante do que estar a passear pelo catálogo de programas num serviço de streaming, ou pelos resultados de uma pesquisa e, quando se descobre algo que se quer ver, ser confrontado com uma mensagem que diz que esse conteúdo obriga a uma compra ou subscrição adicional. Embora por cá isso não se faça sentir demasiado no nosso serviço Prime Video, nos EUA é extremamente frequente devido à integração de outros serviços que se podem subscrever (como o Max, Paramount+, Starz, MGM+, Crunchyroll). Mas parece que a solução está a chegar.
O serviço Prime Video vai ter o interface remodelado, e como parte da remodelação será a apresentação de pequenos logotipos sobrepostos nos programas que indicarão a que serviço pertencem, dando desde logo a indicação de que poderá ser preciso pagar mais para os ver.
A Amazon também diz que o interface conta agora com novos efeitos e animações para tornar a experiência mais agradável, embora me pareça que existam muitas outras coisas de ordem funcional com que se poderia preocupar antes de se dedicar ao embelezamento visual. Relembre-se que, durante muitos anos, a Amazon teve um interface do serviço completamente sofrível e angustiante de usar, que só melhorou quando decidiu "inspirar-se" no da Netflix. Apesar de ter melhorado substancialmente, ainda existem coisas irritantes (como a demora no regresso ao menu depois de um filme, ou a escrita de algo que se queira pesquisar, que encrava com longa pausa após cada letra). Veremos se esta nova versão, além da indicação dos pagamentos extra, também tenha melhorado esses aspectos.
sábado, 2 de março de 2024
Prime Video sem publicidade em Portugal - por enquanto
Ao contrário do que era esperado, o Amazon Prime Video vai manter-se livre de publicidade em Portugal, por agora.
No final de 2023 tivemos a infeliz notícia de que o serviço de streaming Amazon Prime Video também iria passar a apresentar publicidade, afastando-se da experiência esperada para um serviço de streaming, e aproximando-se da experiência da televisão tradicional (ou de tentar ver um vídeo no YouTube). A Amazon até apresentou isso como sendo um "favor" que fazia aos clientes, dizendo que assim não tinham que sofrer um agravamento na mensalidade. Agora, está a informar os clientes portugueses de como serão as coisas por cá.
Num email enviado aos clientes, a Amazon informa:
Atualizações no Prime Video
Por agora, os clientes em Portugal não irão ver conteúdo publicitário.
Estimado cliente Prime,
Entramos em contacto consigo em relação a uma atualização na experiência do Prime Video. A partir do dia 9 de abril, os filmes e séries no Prime Video incluirão conteúdo publicitário limitado. Isto vai permitir que continuemos a investir em conteúdo apelativo e a aumentar esse investimento a longo prazo, mantendo assim a qualidade e quantidade dos conteúdos do Prime Video. Pretendemos incluir menos conteúdo publicitário do que na Televisão por cabo e outros serviços de entretenimento. A sua subscrição atual não irá sofrer qualquer alteração de preço. Pode cancelar a sua subscrição sem custos adicionais e ver a data de renovação ao visitar a sua conta aqui.
Também iremos disponibilizar uma nova opção sem conteúdo publicitário por mais 1,99€ por mês*, a qual pode subscrever aqui.
(...)
* O conteúdo em direto continuará a incluir conteúdo publicitário.
Não deixa de ser curioso que, mesmo dizendo que por agora o Prime Video não terá publicidade em Portugal, a Amazon comece já a fazer referência de que se poderá subscrever a nova modalidade sem publicidade por mais €1.99 por mês (o link por agora limita-se a direccionar para o site do Prime Video sem mostrar ainda essa nova modalidade).
sábado, 30 de dezembro de 2023
Amazon Prime Video começa a mostrar publicidade a 29 de Janeiro
O Amazon Prime Video vai começar a apresentar publicidade a partir de 29 de Janeiro de 2024, e chega ao ponto de dizer que os clientes nem terão que pagar mais por isso.
Os serviços de streaming podem ter muitas vantagens, mas também estão repletos de desvantagens que, inevitavelmente, vão sendo impingidas aos subscritores. Como se não bastassem as eternas questões de licenciamento e direitos de autor, que podem fazer com que filmes e séries desapareçam de um dia para o outro, temos também a permanente possibilidade de alteração das condições do serviço, sem que o o cliente nada possa fazer quanto a isso. É o que agora vai acontecer, cortesia da Amazon.
O Amazon Prime Video começará a apresentar publicidade ao estilo dos canais tradicionais, mas tentando pintar o cenário como sendo um benefício para os utilizadores, dizendo que isto permitirá continuar a investir na produção de novos conteúdos, e que os utilizadores "podem ficar descansados" já que verão menos publicidade do que serviços rivais, e que não será necessária qualquer acção por parte dos utilizadores, nem haverá qualquer alteração no preço. Promessas que serão um pouco difíceis de digerir, considerando que logo de seguida refere que, "se no entanto não quiserem ver publicidade, podem sempre pagar mais $2.99 por mês para continuarem a usufruir do Prime Video como era até agora".
Por um lado, há serviços de streaming que parecem finalmente ter percebido o erro que foi querer fragmentar a oferta em dezenas de serviços concorrentes, cada um a tentar manter fechado os seus conteúdos exclusivos; e que agora começam a estar mais receptivos a licenciá-los para serviços rivais. Por outro lado, há outros que parecem querer ir testando até que ponto os clientes estarão dispostos a suportar a pioria do serviço antes de se poderem sentir tentados a procurar fontes alternativas, que provavelmente pensavam já não vir a ter que recorrer quando tomaram a decisão de pagar por um serviço de streaming.
Os serviços de streaming podem ter muitas vantagens, mas também estão repletos de desvantagens que, inevitavelmente, vão sendo impingidas aos subscritores. Como se não bastassem as eternas questões de licenciamento e direitos de autor, que podem fazer com que filmes e séries desapareçam de um dia para o outro, temos também a permanente possibilidade de alteração das condições do serviço, sem que o o cliente nada possa fazer quanto a isso. É o que agora vai acontecer, cortesia da Amazon.
O Amazon Prime Video começará a apresentar publicidade ao estilo dos canais tradicionais, mas tentando pintar o cenário como sendo um benefício para os utilizadores, dizendo que isto permitirá continuar a investir na produção de novos conteúdos, e que os utilizadores "podem ficar descansados" já que verão menos publicidade do que serviços rivais, e que não será necessária qualquer acção por parte dos utilizadores, nem haverá qualquer alteração no preço. Promessas que serão um pouco difíceis de digerir, considerando que logo de seguida refere que, "se no entanto não quiserem ver publicidade, podem sempre pagar mais $2.99 por mês para continuarem a usufruir do Prime Video como era até agora".
Por um lado, há serviços de streaming que parecem finalmente ter percebido o erro que foi querer fragmentar a oferta em dezenas de serviços concorrentes, cada um a tentar manter fechado os seus conteúdos exclusivos; e que agora começam a estar mais receptivos a licenciá-los para serviços rivais. Por outro lado, há outros que parecem querer ir testando até que ponto os clientes estarão dispostos a suportar a pioria do serviço antes de se poderem sentir tentados a procurar fontes alternativas, que provavelmente pensavam já não vir a ter que recorrer quando tomaram a decisão de pagar por um serviço de streaming.
sábado, 23 de setembro de 2023
Amazon Prime Video vai mostrar publicidade - a não ser que se pague mais
A Amazon vai esmifrar um pouco mais os clientes do seu serviço de streaming Prime Video, começando a apresentar publicidade aos actuais clientes. Quem não quiser publicidade terá que pagar mais $2.99 por mês nos EUA, com a empresa a não ter ainda revelado em quanto é que isso se traduzirá nos demais países - onde isso começará a acontecer ao longo do próximo ano (2024).
A medida segue outros serviços de streaming, que também têm optado por lançar modalidades mais económicas com apresentação de publicidade, e aumentando as mensalidades das modalidades sem publicidade. No entanto, o caso da Amazon é ligeiramente diferente, uma vez que disponibiliza um serviço Prime que engloba diferentes serviços e benefícios na sua plataforma. De qualquer forma, é algo que seguramente irá penalizar a relação da empresa com os clientes; que a par de outros aumentos e subscrições abusivas noutros serviços, como as câmaras Ring, ou até o absurdo caso de se ter que pagar mensalidade para ver as fotos num Echo Show, se arrisca a fazer com que a qualquer momento se atinja a "gota de água" que leve os actuais clientes a dizerem adeus definitivo.
A medida segue outros serviços de streaming, que também têm optado por lançar modalidades mais económicas com apresentação de publicidade, e aumentando as mensalidades das modalidades sem publicidade. No entanto, o caso da Amazon é ligeiramente diferente, uma vez que disponibiliza um serviço Prime que engloba diferentes serviços e benefícios na sua plataforma. De qualquer forma, é algo que seguramente irá penalizar a relação da empresa com os clientes; que a par de outros aumentos e subscrições abusivas noutros serviços, como as câmaras Ring, ou até o absurdo caso de se ter que pagar mensalidade para ver as fotos num Echo Show, se arrisca a fazer com que a qualquer momento se atinja a "gota de água" que leve os actuais clientes a dizerem adeus definitivo.
sábado, 29 de abril de 2023
Amazon ultrapassa Netflix em Espanha
Apesar da Netflix dizer que os resultados do combate à partilha de contas têm sido positivos, em Espanha isso terá levado à perda de 1 milhão de subscritores, permitindo que o Amazon Prime Video passasse para a primeira posição nos serviços de streaming com 67.3% versus os 66% da Netflix.
A Netflix está confiante que conseguirá reconquistar alguns dos clientes perdidos através da modalidade de "conta extra" associada a uma conta principal, mas algumas sondagens indicam que cerca de 10% dos subscritores que ainda permanecem no serviço estão a planear abandonar a Netflix nos próximos meses. Algo para o qual contribuirá seguramente o facto de ter uma das mensalidades mais caras.
A Netflix está confiante que conseguirá reconquistar alguns dos clientes perdidos através da modalidade de "conta extra" associada a uma conta principal, mas algumas sondagens indicam que cerca de 10% dos subscritores que ainda permanecem no serviço estão a planear abandonar a Netflix nos próximos meses. Algo para o qual contribuirá seguramente o facto de ter uma das mensalidades mais caras.
quarta-feira, 19 de abril de 2023
Prime Video com Dialogue Boost para melhorar diálogos
A Amazon está a disponibilizar um novo modo Dialogue Boost, que usa inteligência artificial para aumentar o volume apenas das vozes no Prime Video.
Embora por cá a maioria das pessoas recorra à assistência das legendas, quem preferir ouvir os diálogos em séries e filmes por vezes depara-se com situações em que o diálogo pode não ser facilmente audível entre a música e barulhos que a série ou filme possam ter. Não são incomuns sistemas que tentam resolver isso, prometendo dar mais destaque aos diálogos, mas que normalmente se limitam a ser coisas como um ajuste de equalização, ou o aumento do volume da coluna central - normalmente utilizada nos diálogos. Mas agora a Amazon diz ter criado um novo sistema, mais eficaz, para o Prime Video.
O Dialogue Boost foi concebido para ser usado pelas pessoas com dificuldades auditivas que precisem de assistência para perceber os diálogos, mas poderá ser utilizado por qualquer pessoa. O sistema utiliza tecnologia AI para identificar partes do filme / série em que a voz não esteja tão destacada dos demais elementos sonoros, e aplica um aumento selectivo, apenas para o diálogo, nessas partes. E, dessa forma, evita-se a aplicação de um aumento de volume "burro" que afecte tudo o que seja reproduzido no canal central.
Os utilizadores podem escolher dois níveis de melhoria: "English Dialogue Boost: Medium" e "English Dialogue Boost: High".
Numa primeira fase, este modo de melhoria de diálogo fica disponível em diversas produções Amazon Originals, como as séries Tom Clancy's Jack Ryan, The Marvelous Mrs. Maisel, e Harlem; e filmes como The Big Sick, Beautiful Boy, e Being the Ricardos.
Embora por cá a maioria das pessoas recorra à assistência das legendas, quem preferir ouvir os diálogos em séries e filmes por vezes depara-se com situações em que o diálogo pode não ser facilmente audível entre a música e barulhos que a série ou filme possam ter. Não são incomuns sistemas que tentam resolver isso, prometendo dar mais destaque aos diálogos, mas que normalmente se limitam a ser coisas como um ajuste de equalização, ou o aumento do volume da coluna central - normalmente utilizada nos diálogos. Mas agora a Amazon diz ter criado um novo sistema, mais eficaz, para o Prime Video.
O Dialogue Boost foi concebido para ser usado pelas pessoas com dificuldades auditivas que precisem de assistência para perceber os diálogos, mas poderá ser utilizado por qualquer pessoa. O sistema utiliza tecnologia AI para identificar partes do filme / série em que a voz não esteja tão destacada dos demais elementos sonoros, e aplica um aumento selectivo, apenas para o diálogo, nessas partes. E, dessa forma, evita-se a aplicação de um aumento de volume "burro" que afecte tudo o que seja reproduzido no canal central.
Os utilizadores podem escolher dois níveis de melhoria: "English Dialogue Boost: Medium" e "English Dialogue Boost: High".
Numa primeira fase, este modo de melhoria de diálogo fica disponível em diversas produções Amazon Originals, como as séries Tom Clancy's Jack Ryan, The Marvelous Mrs. Maisel, e Harlem; e filmes como The Big Sick, Beautiful Boy, e Being the Ricardos.
quarta-feira, 17 de agosto de 2022
Amazon prepara série de vídeos cómicos captados pelas Ring
A Amazon parece querer escapar às polémicas de vigilância excessiva das câmaras Ring aligeirando o ambiente com uma série de vídeos cómicos: Ring Nation.
A série Ring Nation replica o mesmo formato de outros programas de situações cómicas apanhadas em vídeos domésticos ou por câmaras de vigilância, com a diferença de que aqui teremos exclusivamente vídeos captados pelas câmaras Ring.
Não será coincidência que a Ring pertença à Amazon, e que a MGM Television que produzirá a série também pertença à Amazon.
Veremos se deixar as pessoas a rir, ou a esperança de terem os seus segundos de fama, será suficiente para que esqueçam as questões polémicas, como o facilitar o acesso dos vídeos às autoridades, ou a obrigatoriedade de se pagar uma mensalidade (que vai aumentar) para se ter acesso às funcionalidades esperadas - caso contrário, fica-se com uma câmara básica que nem sequer permite fazer gravações usando métodos alternativos.
A série Ring Nation replica o mesmo formato de outros programas de situações cómicas apanhadas em vídeos domésticos ou por câmaras de vigilância, com a diferença de que aqui teremos exclusivamente vídeos captados pelas câmaras Ring.
Não será coincidência que a Ring pertença à Amazon, e que a MGM Television que produzirá a série também pertença à Amazon.
Veremos se deixar as pessoas a rir, ou a esperança de terem os seus segundos de fama, será suficiente para que esqueçam as questões polémicas, como o facilitar o acesso dos vídeos às autoridades, ou a obrigatoriedade de se pagar uma mensalidade (que vai aumentar) para se ter acesso às funcionalidades esperadas - caso contrário, fica-se com uma câmara básica que nem sequer permite fazer gravações usando métodos alternativos.
terça-feira, 19 de julho de 2022
Amazon Prime Video com interface renovado
A Amazon está a lançar uma nova actualização do interface do Prime Video, tornando-o mais rápido e fácil de utilizar.
Se há categoria que faz os utilizadores / clientes desesperarem com apps de fraca qualidade, são as apps de streaming de vídeo. É incrivelmente frustrante lidar com uma app que demora segundos a reagir a qualquer clique, ou que engasga a cada letra que se escreve numa caixa de pesquisa, ou que torna as opções de saltar / retroceder no vídeo numa experiência atroz. A app do Amazon Prime Video era um desses casos, mas que felizmente sofreu uma renovação completa há algum tempo, sendo agora uma app bastante decente - mas que vai ficar ainda melhor.
A Amazon já começou a distribuir a nova versão da app Amazon Prime Video que, basicamente, copia a estrutura da app da Netflix, com secções principais numa coluna lateral à esquerda.
As subsecções passam a contar com imagens de maior dimensão, para destaques mais apelativos, e diferenciando de forma mais visível os conteúdos que estão disponíveis com a subscrição e outros que estejam disponíveis para compra.
Também promete um sistema de pesquisa mais rápido (que era um dos pontos fracos da app antiga), e espero que também tenham revisto a questão dos saltos rápidos e fast forward, que nem sempre funcionavam da forma imediata que seria desejável.
Esta actualização chegará primeiro às Smart TVs, Fire TV e Android, com a versão iOS e na web a chegarem mais tarde.
Agora resta esperar que a HBO se sinta inspirada a fazer o mesmo, pois apesar de terem renovado a sua app (que era a pior coisa possível), agora tem bom aspecto mas continua a ser extremamente má em termos de velocidade, tanto nos menus como no próprio streaming - independentemente de se ter uma ligação de 1 Gbps.
Se há categoria que faz os utilizadores / clientes desesperarem com apps de fraca qualidade, são as apps de streaming de vídeo. É incrivelmente frustrante lidar com uma app que demora segundos a reagir a qualquer clique, ou que engasga a cada letra que se escreve numa caixa de pesquisa, ou que torna as opções de saltar / retroceder no vídeo numa experiência atroz. A app do Amazon Prime Video era um desses casos, mas que felizmente sofreu uma renovação completa há algum tempo, sendo agora uma app bastante decente - mas que vai ficar ainda melhor.
A Amazon já começou a distribuir a nova versão da app Amazon Prime Video que, basicamente, copia a estrutura da app da Netflix, com secções principais numa coluna lateral à esquerda.
As subsecções passam a contar com imagens de maior dimensão, para destaques mais apelativos, e diferenciando de forma mais visível os conteúdos que estão disponíveis com a subscrição e outros que estejam disponíveis para compra.
Também promete um sistema de pesquisa mais rápido (que era um dos pontos fracos da app antiga), e espero que também tenham revisto a questão dos saltos rápidos e fast forward, que nem sempre funcionavam da forma imediata que seria desejável.
Esta actualização chegará primeiro às Smart TVs, Fire TV e Android, com a versão iOS e na web a chegarem mais tarde.
Agora resta esperar que a HBO se sinta inspirada a fazer o mesmo, pois apesar de terem renovado a sua app (que era a pior coisa possível), agora tem bom aspecto mas continua a ser extremamente má em termos de velocidade, tanto nos menus como no próprio streaming - independentemente de se ter uma ligação de 1 Gbps.
quarta-feira, 9 de março de 2022
Amazon prepara série God of War
A guerra por séries e filmes baseados em jogos de vídeo está ao rubro, e agora a Amazon quer criar uma série live-action baseada no God of War - que poderá fazer frente ao The Witcher na Netflix.
Mais uma notícia que agradará aos fãs dos videojogos, e que se junta a outros projectos de séries baseadas em Fallout e no Mass Effect. A concorrência também não está mal servida, com a Paramount a preparar uma série Halo, e a HBO a dedicar-se a uma série baseada também no grande sucesso da PlayStation Last of Us, que terá como protagonistas Pedro Pascal e Bella Ramsey.
Mais uma notícia que agradará aos fãs dos videojogos, e que se junta a outros projectos de séries baseadas em Fallout e no Mass Effect. A concorrência também não está mal servida, com a Paramount a preparar uma série Halo, e a HBO a dedicar-se a uma série baseada também no grande sucesso da PlayStation Last of Us, que terá como protagonistas Pedro Pascal e Bella Ramsey.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022
Amazon prepara série Blade Runner 2099
A Amazon parece estar interessada na produção de outra série de grande produção e grande historial: Blade Runner.
Nos últimos meses surgiram rumores de que estariam a ser preparadas séries baseadas nos filmes Blade Runner e Alien, e agora parece que a Amazon está interessada pelo menos na do Blade Runner, uma série que aparentemente decorreria 50 anos após o mais recente Blade Runner 2049 de Denis Villeneuve - portanto, fazendo com que fosse algo como "Blade Runner 2099"- e com desfasamento temporal suficiente para abrir todo o tipo de possibilidades à escolha dos escritores e argumentistas.
A Amazon tem feito grandes investimentos na produção de séries para o seu serviço Prime Video, tendo recuperado o The Expanse - tão adorado pelos fãs - e apostado em produções como The Wheel of Time e, para breve, o The Lord of the Rings: The Rings of Power, que parece ambicionar ser a mais dispendiosa série de TV já feita, com orçamento de quase 500 milhões de dólares (seguramente para tentar fazer esquecer séries como Game of Thrones e The Witcher). Nessa óptica, apostar também no Blade Runner (e, esperemos nós, numa série Alien) ajudaria a cimentar a sua posição no sector sci-fi.
A única exigência é: por favor não estraguem a memória dos filmes que lhes deram origem! :)
Nos últimos meses surgiram rumores de que estariam a ser preparadas séries baseadas nos filmes Blade Runner e Alien, e agora parece que a Amazon está interessada pelo menos na do Blade Runner, uma série que aparentemente decorreria 50 anos após o mais recente Blade Runner 2049 de Denis Villeneuve - portanto, fazendo com que fosse algo como "Blade Runner 2099"- e com desfasamento temporal suficiente para abrir todo o tipo de possibilidades à escolha dos escritores e argumentistas.
A Amazon tem feito grandes investimentos na produção de séries para o seu serviço Prime Video, tendo recuperado o The Expanse - tão adorado pelos fãs - e apostado em produções como The Wheel of Time e, para breve, o The Lord of the Rings: The Rings of Power, que parece ambicionar ser a mais dispendiosa série de TV já feita, com orçamento de quase 500 milhões de dólares (seguramente para tentar fazer esquecer séries como Game of Thrones e The Witcher). Nessa óptica, apostar também no Blade Runner (e, esperemos nós, numa série Alien) ajudaria a cimentar a sua posição no sector sci-fi.
A única exigência é: por favor não estraguem a memória dos filmes que lhes deram origem! :)
sexta-feira, 7 de janeiro de 2022
Amazon avança com Fallout para este ano
A Amazon prepara-se para somar mais uma série de grande potencial ao seu catálogo. Fallout será a adaptação para TV da popular série de jogos da Bethesda (agora pertencente à Microsoft).
Com nomes como Jonathan Nolan como produtores executivos, só se podem esperar coisas boas desta série, sendo que o mundo pós-apocalíptico de Fallout adopta um visual retro dos anos 50 dos EUA, e não faltando todo um universo para explorar, desde bandos com vilões a criaturas mutantes, e o ocasional robot com algum parafuso a menos. Também veremos seguramente os protagonistas darem uso aos poderosos fatos blindados mecanizados... desde que consigam encontrar fontes de energia para os manter a trabalhar.
Com nomes como Jonathan Nolan como produtores executivos, só se podem esperar coisas boas desta série, sendo que o mundo pós-apocalíptico de Fallout adopta um visual retro dos anos 50 dos EUA, e não faltando todo um universo para explorar, desde bandos com vilões a criaturas mutantes, e o ocasional robot com algum parafuso a menos. Também veremos seguramente os protagonistas darem uso aos poderosos fatos blindados mecanizados... desde que consigam encontrar fontes de energia para os manter a trabalhar.
terça-feira, 30 de novembro de 2021
Amazon prepara série Mass Effect
Depois do sucesso de Wheel of Time e da produção de uma série Lord of the Rings com escala época, a Amazon prepara-se para reforçar a aposta no sci-fi com uma série baseada nos jogos Mass Effect.
A trilogia Mass Effect original leva os jogadores numa das mais interessantes aventuras de todos os videojogos, e apresenta-nos um universo com potencial ilimitado para ser explorado. A Amazon já tem tradição nesta área ao ter assumido a produção do The Expanse, pelo que dar continuidade com uma série Mass Effect poderia ser a solução perfeita.
Relembre-se que também a saga Halo tem estado em discussões para uma adaptação para série live-action.
A trilogia Mass Effect original leva os jogadores numa das mais interessantes aventuras de todos os videojogos, e apresenta-nos um universo com potencial ilimitado para ser explorado. A Amazon já tem tradição nesta área ao ter assumido a produção do The Expanse, pelo que dar continuidade com uma série Mass Effect poderia ser a solução perfeita.
Relembre-se que também a saga Halo tem estado em discussões para uma adaptação para série live-action.
sábado, 13 de novembro de 2021
Amazon Prime Video facilita partilha de clips de 30 segundos
A Amazon quer que os clientes ajudem a fazer publicidade ao serviço Prime Video, permitindo a fácil partilha de clips de 30 segundos nalguns dos programas no serviço de streaming.
A Amazon está a apostar na táctica oposta à de serviços concorrentes como a Netflix, incentivando que os utilizadores partilhem clips dos programas do Amazon Prime Video. Uma excelente táctica para dar a conhecer esses programas e, eventualmente, fazer com que algumas das pessoas que os vejam se sintam tentadas a aderir ao Amazon Prime.
A opção de partilha surge na mesma secção dedicada ao X-Ray que apresenta informação sobre a cena actual que se está a ver (incluindo actores em cena), mas por agora apenas surgirá numa selecção bastante limitada de programas, seguramente devido às complicadas questões dos direitos de autor / transmissão / retransmissão - que aparentemente nem sequer contemplam a possibilidade de um excerto de 30 segundos se poder enquadrar no "fair use".
De qualquer forma, a medida é bastante positiva, já que em serviços como a Netflix, mesmo quem tentar fazer uma captura de ecrã, conseguirá apenas captar um ecrã completamente negro, apenas com as legendas visíveis.
Veremos se esta alteração de táctica por parte da Amazon poderá fazer com que também a Netflix facilite a partilha de pequenos excertos de vídeo dos seus conteúdos, pois já se sabe que melhor ainda do que falar sobre uma série, seria mostrar partes que demonstrem porque motivo essa série está a ser tão falada.
No caso da Amazon, a funcionalidade de partilha por agora começa por estar disponível na app para iOS, e para os programas: The Wilds, Invincible, Fairfax, e primeira temporada do The Boys; com promessa de expansão a mais séries e filmes brevemente.
A Amazon está a apostar na táctica oposta à de serviços concorrentes como a Netflix, incentivando que os utilizadores partilhem clips dos programas do Amazon Prime Video. Uma excelente táctica para dar a conhecer esses programas e, eventualmente, fazer com que algumas das pessoas que os vejam se sintam tentadas a aderir ao Amazon Prime.
A opção de partilha surge na mesma secção dedicada ao X-Ray que apresenta informação sobre a cena actual que se está a ver (incluindo actores em cena), mas por agora apenas surgirá numa selecção bastante limitada de programas, seguramente devido às complicadas questões dos direitos de autor / transmissão / retransmissão - que aparentemente nem sequer contemplam a possibilidade de um excerto de 30 segundos se poder enquadrar no "fair use".
De qualquer forma, a medida é bastante positiva, já que em serviços como a Netflix, mesmo quem tentar fazer uma captura de ecrã, conseguirá apenas captar um ecrã completamente negro, apenas com as legendas visíveis.
[O ecrã não deveria ser negro, embora a legenda até pudesse fazer pensar que sim]
Veremos se esta alteração de táctica por parte da Amazon poderá fazer com que também a Netflix facilite a partilha de pequenos excertos de vídeo dos seus conteúdos, pois já se sabe que melhor ainda do que falar sobre uma série, seria mostrar partes que demonstrem porque motivo essa série está a ser tão falada.
No caso da Amazon, a funcionalidade de partilha por agora começa por estar disponível na app para iOS, e para os programas: The Wilds, Invincible, Fairfax, e primeira temporada do The Boys; com promessa de expansão a mais séries e filmes brevemente.
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