Milla Jovovich está de regresso, e desta vez não tem que enfrentar monstros aterradores ou conspirações intergalácticas. Em Survivor temos uma funcionária da embaixada norte-americana em Londres que é perita em detectar pessoas suspeitas que querem viajar para os EUA... mas que se vai ver envolvida em situações complicadas depois de ser incriminada por coisas que não fez.
A bem conhecida actriz já está bem habituada a papéis de acção, mas desta vez tem como oponente um actor que também conta com um currículo invejável: nada mais nada menos que Pierce Brosnan, no papel de um assassino profissional "de luxo". (Do lado dos seus aliados, conta com Dylan McDermott, que mantém a confiança nela mesmo depois de todos os superiores a quererem abater.)
Embora os actores sejam de luxo, o filme acaba por ser apenas mais um filme de acção mediano, pontuado por algumas cenas bem apanhadas, e outras com opções "bradar aos céus". Mas pronto... todas as oportunidades para ver Milla Jovovich são boas oportunidades, e dá para que se entretenham numa tarde de domingo bem passada.
Paul W.S. Anderson está de regresso aos Resident Evil, com este Resident Evil: Retribution que acaba de estrear nas salas de cinema nacionais, e com ele traz a "tropa" toda a que já fomos apresentados nos filmes anteriores.
Tal como dantes, no centro de tudo temos Milla Jovovich como Alice, na sua aparentemente infindável luta contra a Umbrella Corporation, agora comandada pela inteligência artificial Red Queen (que também já nos tinha sido apresentada antes.)
O filme continua logo no seguimento dos acontecimentos do filme anterior, e leva-nos até à base principal onde são realizados vários testes e cenários de contaminação em diversas cidades simuladas. Uma boa forma de nos apresentar "vários níveis" ao estilo dos videojogos (pois é preciso não esquecer as origens desta saga, mesmo se nestas adaptações para cinema as liberdades tomadas tenham sido muitas).
Enfim... muitas e variadas sequências de acção, sempre com muitos slowmotions com fartura (se o filme se passasse todo à velocidade real, imagino que ficaria com 30 minutos a menos ;P)
E no final... temos direito a outro encerramento em jeito de continuação, prontinho para ser retomado por um próximo filme. Por último, destaque especial para a Milla Jovovich, pois os 15 anos que já passaram desde que fez o Fifth Element parecem não a ter afectado, nem um bocadinho (sim, é preciso não esquecer que daqui por mais 2 ou 3 anitos... estaremos a olhar para uma "quarentona"!)
Tenho que admitir que este A Perfect Getaway me tinha passado despercebido, e não fosse a menção do Tiago Ramos do Splitscreen, nem saberia o que tinha perdido.
Ainda por cima, é um filme do David Twohy, que eu tanto aprecio, e que conta com Milla Jovovich, Steve Zahn, Timothy Olyphant e Kiele Sanchez nos papeis principais.
Ora bem, de que trata então este filme?
Um casal em lua de mel parte para uma viagem no paradisíaco Hawaii, mas rapidamente começa a ser atormentado pela suspeita de que poderão estar a lidar com um casal de psicopatas assassinos.
Sim, a premissa não é nada original... mas acreditem que vale a pena ver! :)
Quando muito, o filme apenas peca por tentar explicar exageradamente o que acontece (saberão quando lá chegarem), na habitual tendência americana de pensar que os espectadores não têm sequer dois neurónios na cabeça.
Paul W.S. Anderson volta a ocupar a cadeira de realizador neste Resident Evil: Afterlife, depois de o ter feito no primeiro filme da saga (tendo-se ficado por Produtor nos restantes filmes.)
Novamente encontramos Milla Jovovich no papel de Alice, acompanhada de Ali Larter, Boris Kodjoe, e o nosso bem conhecido Wentworth Miller - que também aqui se vê obrigado a ter que fugir da prisão (o que não deixa de ser caricato :)
Quanto ao filme... mais um que faz uso fácil (e abuso) do 3D da moda, mas que sinceramente pouco ou nada acrescenta ao filme - que abusa igualmente dos slow motions de forma exaustiva - não há muito a dizer. É um filme que irá agradar aos fãs das filmes anteriores e da série de videojogos, e pouco mais.
Aliás, o próprio filme mais parece um pack de expansão de um videojogo: onde atravessamos a aventura com altos e baixo (começamos com um enorme poder, que nos é retirado, e temos que ir ultrapassando os vários objectivos.) No entanto, tudo parece estar a ser jogado no modo "fácil" e decorre sem grandes contratempos.
Segundo Grau: Quando são recolhidas provas físicas
Terceiro Grau: Quando existe contacto com um extra-terrestre
- que foram posteriormente expandidas para incluir -
Quarto Grau: Quando alguém é raptado pelos extra-terrestres
Quinto Grau: Em caso extremos de impactos psicológicos e/ou danos físicos, e incluindo a morte.
Neste filme a personagem de Milla Jovovich vai investigar porque motivo uma região do Alaska tem tido um número anormal de desaparecimentos, que se irá provar estar ligado a raptos extra-terrestres.
Com um realizador ainda a tentar "mostrar serviço" e Milla Jovovich no papel principal, parece-me que será mais um filme na onda do Fire in the Sky... vamos lá ver o que sai dali.
O que é certo é que os E.T.s parecem estar a ficar novamente na moda, e até já se fala na possibilidade de termos um novo filme dos X-Files para 2012 - desta vez voltando a esta mesma temática que esteve na sua génese (e que nos faça esquecer o X-Files 2.) Como diria o Fox Mulder: I want to Believe! :)
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