Um dia fui ao cinema... mas ontem foi dia de ir antes ao Pavilhão Rosa Mota no Porto para ver os Dream Theater mais uma vez.
Este Progressive Nation 2009 trouxe - para além dos Dream Theater - Bigelf, Unexpect, e Opeth.
Bem... tal como nos filmes, não vou estar para aqui a analisar clinicamente a actuação: quem gosta gosta, quem não gosta passa à frente. :)
Apenas alguns reparos:
Como era evidente, a acústica do Pavilhão Rosa Mota é... como dizê-lo... um pesadelo! Portanto... qualidade sonora, era pra esquecer.
E infelizmente, é incompreensível como haja gente que acha que tem o direito de fumar em recintos fechados, estando-se perfeitamente a "cagar" para tudo e todos e fixando-se unicamente nas suas baforadas fumegantes.
Talvez achem que ajudam aos efeitos de luz... mas, já era tempo de haver algum respeito, pelos outros e pela *lei*, não?
P.S. - Consegui gravar a "entrada" e "saída" do espectáculo... mas depois de horas a fazer upload, o YouTube mandou-me pastar já que não aceita vídeos com mais de 10 minutos. Grrr...
My Dream Um espantoso espectáculo visual e baseado na performance da China Disabled People’s Performing Art Troupe. Actores com deficiências visuais e auditivas e incapacidades físicas louvam as grandes qualidades do espírito humano – Verdade, Honestidade e Virtude.
Para começar, fiquei supreendido pela "casa cheia".
Não estava à espera que este tipo de espectáculo atraísse tanta gente - mas ainda bem que assim foi. :)
A abertura foi o número que bem se conhece, e talvez o mais icónico de todo o espectáculo:
E que depois prossegui com número que já tinha tido a oportunidade de ver em filme, embora tivesse tido pena de não ter sido apresentado o "solo" de violino chinês (ou lá como se chama aquele instrumento "maluco.")
O músico estava lá, e deu show - mas a tocar em conjunto com outros músicos (também eles excelentes.)
Mas mal sabia eu que ele tinham uns truques na manga...
Quando um dos cantores, um rapaz cego e com um "vozeirão" do caraças, acaba o seu primeiro número e começa a cantar Um Grande, Grande Amor de José Cid... em Português, tal e qual uma gravação do original... o público delirou!
Situação que se repetiu mais tarde, quando uma cantora em cadeira de rodas anuncia que vai cantar a Canção do Mar - e em que ficou toda a gente estupefacta: "Mas... ela vai cantar mesmo a nossa Canção do Mar; a da Dulce Pontes???"
E novamente... lá estava, a rapariga a cantar num Português melhor que o falado por muitos Portugueses e com uma voz que em nada ficou atrás do original.
Simplesmente FABULOSO!
Espero bem que o espectácula tenha sido gravado em vídeo, e que em breve seja posto à venda para quem quiser rever o que viu e ouviu, e para todos os outros que não puderam assistir.
E no final, o público aplaudiu em peso todos os artistas.
My Dream, um espectáculo a ver e rever sempre que tiverem oportunidade.
E relembro os potenciais interessados que logo têm a última oportunidade de ver ao vivo o My Dream no Coliseu do Porto (que tive a oportunidade de ver em filme no último Fantasporto - e que me deixou de boca aberta.)
Um espantoso espectáculo visual e baseado na performance da China Disabled People’s Performing Art Troupe. Actores com deficiências visuais e auditivas e incapacidades físicas louvam as grandes qualidades do espírito humano – Verdade, Honestidade e Virtude.
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