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quarta-feira, 22 de maio de 2024
Scarlett Johansson chocada por uso não autorizado da sua voz no ChatGPT
Scarlett Johansson diz a OpenAI a contactou para usar a sua voz no ChatGPT, e que acabou por ser usada mesmo após não ter dado a sua autorização.
A OpenAI volta a dar que falar, desta vez com as revelações de Scarlett Johansson, que diz que a OpenAI replicou a sua voz para o mais recente assistente GPT-4o apesar de não o ter permitido.
Não é segredo que Sam Altman tem usado o filme "Her" como referência para as capacidades do que deseja fazer com os modelos AI da OpenAI, e isso fica ainda mais reforçado por ter tentado licenciar, sem sucesso, a voz da actriz. Mas, mesmo sem essa autorização, a OpenAI fez a demonstração do GPT-4o com uma voz "Sky" que é bastante semelhante, que deixou Scarlett Johansson chocada e enfurecida.
A OpenAI suspendeu o uso desta voz no ChatGPT por "respeito" à actriz, mas diz que esta voz foi criada antes até de ter iniciado conversações com ela, usando uma pessoa contratada para o efeito.
A verdade é que, por muito penoso que possa ser para as celebridades, acaba por ser sempre possível encontrar outras pessoas com vozes idênticas, e será praticamente impossível que se possa impedir a sua utilização. Pelo que, tudo acabará por ser uma decisão da empresa querer manter boas relações, ou não, com as pessoas que essas vozes evocam.
De qualquer forma, mesmo que oficialmente não ofereçam vozes famosas, não demorará muito tempo para que os modelos AI possam ter vozes ao gosto dos utilizadores, bastando dar-lhes algumas amostras que poderão ser facilmente obtidas de filmes, músicas, entrevistas, etc.
A OpenAI volta a dar que falar, desta vez com as revelações de Scarlett Johansson, que diz que a OpenAI replicou a sua voz para o mais recente assistente GPT-4o apesar de não o ter permitido.
Não é segredo que Sam Altman tem usado o filme "Her" como referência para as capacidades do que deseja fazer com os modelos AI da OpenAI, e isso fica ainda mais reforçado por ter tentado licenciar, sem sucesso, a voz da actriz. Mas, mesmo sem essa autorização, a OpenAI fez a demonstração do GPT-4o com uma voz "Sky" que é bastante semelhante, que deixou Scarlett Johansson chocada e enfurecida.
A OpenAI suspendeu o uso desta voz no ChatGPT por "respeito" à actriz, mas diz que esta voz foi criada antes até de ter iniciado conversações com ela, usando uma pessoa contratada para o efeito.
A verdade é que, por muito penoso que possa ser para as celebridades, acaba por ser sempre possível encontrar outras pessoas com vozes idênticas, e será praticamente impossível que se possa impedir a sua utilização. Pelo que, tudo acabará por ser uma decisão da empresa querer manter boas relações, ou não, com as pessoas que essas vozes evocam.
De qualquer forma, mesmo que oficialmente não ofereçam vozes famosas, não demorará muito tempo para que os modelos AI possam ter vozes ao gosto dos utilizadores, bastando dar-lhes algumas amostras que poderão ser facilmente obtidas de filmes, músicas, entrevistas, etc.
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
Her
Finalmente tive oportunidade de ver o Her de Spike Jonze, filme que muita curiosidade me tinha causado e que conta com Joaquin Phoenix como protagonista a par de Scarlett Johansson... apenas como voz.
Este é um filme que está perfeitamente enquadrado nos tempos que correm, em que se procura incessantemente criar "assistentes digitais" que sejam tudo aquilo que queremos; e onde acabamos por dar mais atenção aos nossos equipamentos electrónicos do que as pessoas que nos rodeiam.
Neste filme acompanhamos a vida pouco colorida de Theodore, um escritor que escreve cartas para outras pessoas, e que tenta encontrar o sentido da vida enquanto vai adiando o processo de divórcio pedido pela sua (quase ex) mulher. Mas um certo dia Theodore instala um novo sistema operativo revolucionário com base numa inteligência artificial... e a sua vida muda.
O seu sistema operativo, com o qual interage principalmente através da voz, revela ser uma mulher divertida, aventureira, que o compreende, que partilha os seus sonhos e que lhe faz surpresas... e Theodore acaba por se apaixonar por esta entidade digital.
O problema é que, tal como com as pessoas reais, também o processo de conhecer esta "paixão digital" depressa começa a revelar falhas... e nem tudo é tão perfeito como ele desejaria - ou pelo menos, à sua medida. Até se chegar ao desfecho que não será novidade... mas será uma constatação da realidade humana no seu mais profundo sentido.
Um grande filme de Joaquin Phoenix, que aqui passa a maior parte do tempo com uma câmara mesmo em frente ao rosto; e que embora tenha uma progressão lenta e pausada... dá-nos igualmente tempo para pensar no tempo que dedicamos aos "gadgets" ignorando as pessoas reais à nossa volta.
Este é um filme que está perfeitamente enquadrado nos tempos que correm, em que se procura incessantemente criar "assistentes digitais" que sejam tudo aquilo que queremos; e onde acabamos por dar mais atenção aos nossos equipamentos electrónicos do que as pessoas que nos rodeiam.
Neste filme acompanhamos a vida pouco colorida de Theodore, um escritor que escreve cartas para outras pessoas, e que tenta encontrar o sentido da vida enquanto vai adiando o processo de divórcio pedido pela sua (quase ex) mulher. Mas um certo dia Theodore instala um novo sistema operativo revolucionário com base numa inteligência artificial... e a sua vida muda.
O seu sistema operativo, com o qual interage principalmente através da voz, revela ser uma mulher divertida, aventureira, que o compreende, que partilha os seus sonhos e que lhe faz surpresas... e Theodore acaba por se apaixonar por esta entidade digital.
O problema é que, tal como com as pessoas reais, também o processo de conhecer esta "paixão digital" depressa começa a revelar falhas... e nem tudo é tão perfeito como ele desejaria - ou pelo menos, à sua medida. Até se chegar ao desfecho que não será novidade... mas será uma constatação da realidade humana no seu mais profundo sentido.
Um grande filme de Joaquin Phoenix, que aqui passa a maior parte do tempo com uma câmara mesmo em frente ao rosto; e que embora tenha uma progressão lenta e pausada... dá-nos igualmente tempo para pensar no tempo que dedicamos aos "gadgets" ignorando as pessoas reais à nossa volta.
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Carlos Martins
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11:33
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Labels: Her, Joaquin Phoenix, Review, Scarlett Johansson, Spike Jonze
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
Lucy
Já estamos habituados a que Luc Besson nos traga autênticas super-heroínas para o grande ecrã (Nikita, The 5th Element, Colombiana, etc.) e Lucy é mais um filme para juntar à colecção.
Scarlett Johansson é Lucy, uma rapariga que se vê inesperadamente envolvida com um grupo de pessoas pouco recomendável e acaba por ser utilizada para transportar uma nova droga sintética contra a sua vontade. Só que essa droga vai soltar-se no seu organismo e provocar alterações profundas e que lhe dão poderes sobrenaturais.
É um filme onde o trailer nos mostra precisamente o tipo de coisa que podemos esperar, mas que falha na tentativa de ser um filme mais "profundo" - para além de se arriscar a credibilizar erradamente o mito de que "só usamos 10% do nosso cérebro". Imagino a quantidade de miúdos (e alguns graúdos) que poderá sair do filme com essa noção mais gravada no cérebro... mas resta-me esperar que eles usem os 10% do seu cérebro para pesquisar o assunto e descobrirem que não é bem assim. :)
Ainda assim, é um bom filme sci-fi para divertir; e isso implica que se tenha que aceitar algumas suposições erradas para justificar o desenvolvimento do filme.
Scarlett Johansson é Lucy, uma rapariga que se vê inesperadamente envolvida com um grupo de pessoas pouco recomendável e acaba por ser utilizada para transportar uma nova droga sintética contra a sua vontade. Só que essa droga vai soltar-se no seu organismo e provocar alterações profundas e que lhe dão poderes sobrenaturais.
É um filme onde o trailer nos mostra precisamente o tipo de coisa que podemos esperar, mas que falha na tentativa de ser um filme mais "profundo" - para além de se arriscar a credibilizar erradamente o mito de que "só usamos 10% do nosso cérebro". Imagino a quantidade de miúdos (e alguns graúdos) que poderá sair do filme com essa noção mais gravada no cérebro... mas resta-me esperar que eles usem os 10% do seu cérebro para pesquisar o assunto e descobrirem que não é bem assim. :)
Ainda assim, é um bom filme sci-fi para divertir; e isso implica que se tenha que aceitar algumas suposições erradas para justificar o desenvolvimento do filme.
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Lucy [Trailer]
Já estamos habituados a ver Scarlett Johansson a fazer o papel de super-heroína nos filmes da Marvel, mas este Verão veremos que tal é que ela se safa com um toque mais europeu. Lucy é um filme escrito e realizado por Luc Besson e onde Lucy (Scarlett Johansson) ganha super-poderes depois de uma carga de droga que transportava no se libertar no seu corpo.
Não parece haver limites ao que ela consegue fazer, desde transformar a sua aparência a ver os sinais wireless digitais. Mas se seguir a tradição dos filmes de acção de Luc Besson, poderemos esperar um Lucy 2, 3, 4, 5 e 6 nos próximos anos - assim como uma adaptação para série televisiva. (E se fosse sempre com a Scarlett Johansson no papel principal, não seria difícil imaginar que seria sempre um sucesso).
Fiquem com o trailer de Lucy... um filme para nos divertir nos cinemas este Verão.
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Dailies
Avengers *Não* tem cenas Filmadas com iPhone
Circulou recentemente pela net de que algumas das cenas do filme The Avengers teriam sido filmadas... com um iPhone. Cenas que apareceriam no trailer, e que rapidamente puseram milhares de fãs à "procura" dessas imagens...
Mas, tudo não passou de um mal-entendido (talvez intencionalmente provocado), e tal foi categoricamente desmentido pelo director de fotografia e pela Disney.
O que ele disse é que várias produções dão uso a câmaras como a Canon 5D MkII e o iPhone, e que ele próprio usou a Canon para algumas cenas - pelo que, pelo menos neste filme, não terão cenas filmadas com um iPhone.
Scarlett Johansson em Under the Skin
Scarlett Johansson já começou as filmagens de Under the Skin, um filme onde interpreta o papel de um alien que está no nosso planeta para recolher exemplares humanos em boa forma, para serem transportados para o seu planeta onde a carne humana é considerada uma iguaria.
Como seria de prever... em breve começará a mudar de ideias, e passa a defender a nossa raça contra a sua própria...
Genérico Inicial de Homeland
Homeland tem sido uma série bem interessante - sobre um soldado americano que regressa a casa depois de anos de cativeiro e que supostamente terá sido "convertido" pelos terroristas, e que conta com actores como Morena Baccarin, Claire Danes e Damian Lewis. No entanto, é inacreditável como tem um genérico inicial tão, mas tão, mas tão horroroso! (Infelizmente nem conseguir dar com ele, o que por outro lado até acaba por ser positivo, já que vos poupo a esse sofrimento!)
Curtas do Cinema
- Gary Oldman e Helena Bonham-Carter foram concidados para entrar no filme Akira (que viu o seu orçamente reduzido de uns astronómicos 250 milhões para apenas 80 milhões de dólares)
- Fãs da Galactica, parece que há novo reboot da série na calha, e em princípio será mais semelhante ao original - desde que deixem de lado a "religião e espiritualidade" que tanta seca deu na versão recente, I'm in!
- Roland Emmerich está encarregue de transformar o clássico Foundation de Asimov em filme... e parece que vai sair em trilogia (e também está a tratar do Singularity de Ray Kurzweil).
- Sherlock Holmes 2 ainda não estreou, mas já se fala do próximo filme - e numa de sequelas, podem também marcar no calendário o Paranormal Activity 4 (sim, este promete ser um que se irá arrastar ad eternum.)
Posted by
Carlos Martins
at
15:41
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Labels: Dailies, Homeland, iPhone, Scarlett Johansson, The Avengers, Under the Skin
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Scarlett Johansson em Iron Man 2
As primeiras imagens de Scarlett Johansson como Black Widow em Iron Man 2.
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