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terça-feira, 1 de outubro de 2019

6 Underground [trailer]

Ryan Reynolds e Michael Bay juntam-se para um resultado explosivo em 6 Underground, que chega à Netflix a 13 de Dezembro.


Sinopse:
Qual é a melhor parte de estar morto?
Não é escapar ao teu patrão, ao/à teu/tua ex, ou até apagar o teu registo criminal.
A melhor parte de estar morto… é a liberdade.
A liberdade de lutar a injustiça e o mal do nosso mundo sem que nada nem ninguém te parem ou te digam “não”.

6 Underground introduz um novo tipo de herói de ação. Seis indivíduos de todos os cantos do mundo, cada um o melhor no que faz, foram escolhidos não só pela sua competência, como por um desejo único de apagar o seu passado para mudar o futuro. A equipa é escolhida por um enigmático líder (Ryan Reynolds), cuja missão de vida é garantir que ele e os seus operativos não sejam memoráveis, ao contrário das suas ações

quarta-feira, 13 de maio de 2015

The Captive

Está a chegar às nossas salas The Captive (A Prisioneira), um filme de Atom Egoyan que junta Ryan Reynolds e Mireille Enos numa história de fazer desesperar qualquer pai: a do desaparecimento de uma filha.

Ao contrário da maioria dos filmes deste estilo, em The Captive vemos logo de início que a sua filha está viva, sendo mantida presa numa sala secreta, por um indivíduo que lhe faz estranhos pedidos. E é a partir daí que o filme nos vai mostrando os acontecimentos que aconteceram, saltando entre vários pontos do passado: o momento em que a filha desaparece sem deixar rasto; a investigação onde as suspeitas caiem sobre o pai; a vida desesperada de uma mãe que se vai deparando com pequenos objectos que lhe lembram a filha (que não acontece por acaso); e um pai que ano após ano nunca desiste de procurar pela sua filha.

É uma história de arrepiar para qualquer pai/mãe, e que nos relembrará dos "predadores" que infelizmente existem na nossa sociedade; mas que mesmo recorrendo à técnica de cortes temporais não resulta propriamente numa história bem contada. Existem bons momentos de praticamente todos os personagens... mas acabamos por ficar a conhecê-los apenas "de raspão".

O resultado final poderá ser resumido a uma frase de uma qualquer campanha de prevenção: não deixem os filhos sozinhos no carro, mesmo que seja por um minuto. :P

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Green Lantern

Tinha ouvido falar tão mal deste Green Lantern que até estava com medo de o ir ver.

Ryan Reynolds é o mais recente "herói" de Hollywood a embarcar na onda dos super-heróis, e encarna aqui um dos super-heróis da DC Comics, família que também integra os mais icónicos e conhecidos Batman e o próprio Super-Homem.

Realizado por Martin Campbell (Edge of Darkness, Casion Royale), este filme poderá não apelar ao mesmo público que já está bem familiarizado com os outros super-heróis da DC (nomeadamente os já mencionados Super-Homem e Batman), no entanto... não é por isso que Green Lantern deixa de ter o seu interesse.

Ao contrário de Super-Homem, cujo destino estava traçado desde que saiu de Krypton, ou de Batman que nasceu da escuridão e cresceu com um propósito, em Green Lantern encontramos Hal Jordan - um piloto de testes irreverente - que de um momento para o outro vê recair sobre si a enorme responsabilidade de ser um defensor do Universo, e cujo poder recai directamente sobre a sua força de vontade.

Como filme de "introdução" ao herói, arrisco-me até a dizer que é um dos mais bem conseguidos - e surpreendentemente, até se fica com a sensação de que poucas vezes se vê o seu anel em acção (o que me parece ser indicador suficiente para um equilíbrio bem conseguido do filme...)

Obviamente, continua a ser filme apenas vocacionado para os fãs dos super-heróis e dos comics. Mas o rescaldo final é de que... não é assim tão mau como o "pintam".

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Buried Trailer


Buried é um dos filmes mais aguardados, depois de ter feito furor no festival de Sundance.

Uma ideia simples que... nos vai deixar sem ar. É a história de um americano no Iraque que após um ataque de rebeldes acorda dentro de um caixão, enterrado apenas com o seu telemóvel e um isqueiro.

Um filme que será verdadeiramente claustrofóbico, e onde poderemos ver que tal Ryan Reynolds se comporta sem espaço de manobra! :)

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

The Nines

The Nines.

Ora aqui está um filme que nem sei por onde hei-de começar a tentar explicá-lo.
Isto é... não vou explicá-lo senão perde a piada toda, mas mesmo a simples tarefa de tentar arranjar uma descrição ou resumo é complicada.

Quando muito, a parte inicial do filme faz-me lembrar o início de Society de Brian Yuzna, onde aos poucos nos começamos a aperceber que algo de estranho se passa. E aos poucos, vamos sendo engolidos por essa estranheza, sem que consigamos perceber o que se está a passar.

Aliás, acho que este filme funciona um pouco como aqueles testes psicológicos onde nos pedem para identificar "manchas" sem forma. Cada um vai ter o cérebro às aranhas durante grande parte do filme, com a nossa a imaginação a tentar preencher as lacunas, e a explicar o que não tem explicação. Portanto, para uns poderá parecer uma coisa, e para outros, outra.

O Ryan Reynolds faz um papel do caraças, nem parece o mesmo chavalo que se meteu em coisas como o Blade 3. Aliás, o mesmo se estende aos outros actores, particularmente a Hope Davis, que muitos devem conhecer da injustamente cancelada série Six Degrees.

A parte final do filme falha um pouco por cair demasiado em explicações (sem dúvida exigência do produtor para que o público mais lerdo não ficasse com os neurónios a deitar fumo.)
Mas mesmo isso não é suficiente para estragar o filme.

Se querem ver um filme diferente... vejam o The Nines. :)

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