Há muito que a saga Final Fantasy está ligada aos filmes, e em preparação para a chegada do Final Fantasy XV, que tem feito desesperar os fãs há quase uma década, temos mais uma curta/trailer que nos dá a conhecer o ambiente que se poderá viver no jogo (que tem lançamento marcado para final de Novembro).
domingo, 30 de outubro de 2016
Final Fantasy XV - Omen [trailer]
Há muito que a saga Final Fantasy está ligada aos filmes, e em preparação para a chegada do Final Fantasy XV, que tem feito desesperar os fãs há quase uma década, temos mais uma curta/trailer que nos dá a conhecer o ambiente que se poderá viver no jogo (que tem lançamento marcado para final de Novembro).
domingo, 3 de abril de 2016
Brotherhood: Final Fantasy XV
A saga Final Fantasy dispensa apresentação no mundo dos videojogos, e já por várias vezes tem dado o salto para o campo do cinema. Agora, a chegada do Final Fantasy XV vem acompanhada por uma série anime - que estará disponível gratuitamente no YouTube para que todos possam ver.
A série Brotherhood: Final Fantasy XV consiste em 5 episódios de 10 minutos, que poderão ser vistos no YouTube (e, pasme-se, nem estão sujeitos a restrições geográficas!) O primeiro episódio já está disponível, sendo que os outros deverão ir sendo lançados gradualmente em jeito de preparação para o lançamento do jogo, a 30 de Setembro.
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Final Fantasy VII: Advent Children
O filme não é recente (é já de 2005) mas foi recentemente editado em alta-definição no formato Blu ray, pelo que mereceu um revisionamento.
Depois do anterior Final Fantasy: The Spirits Within, este Final Fantasy VII: Advent Children volta a aproximar-se do universo Final Fantasy que tantos fãs tem espalhados por todo o mundo. Por isso mesmo, aqueles que gostaram do Spirits Within podem agora sentir-se um pouco alienados.
O filme é de animação, recorrendo - tal como o anterior - às imagens geradas por computador. Tecnicamente, assistimos aos avanços que este tipo de tecnologia teve deste o Spirits Within, feito quatro anos antes. Mas... desde então passaram já outros quatro anos, pelo que se perde um pouco do "impacto" que o filme teve na altura.
Mesmo assim, rever o filme em alta-definição maravilha-nos com a qualidade gráfica que foi atingida por Tetsuya Nomura e Takeshi Nozue (os realizadores,) ambos com tradição nos títulos Final Fantasy (jogos.)
A história... bem... será um pouco complicada de explicar para quem não estiver "por dentro" do assunto - embora seja facilmente assimilada por quem gosta deste estilo de filme.
Fiquem com o trailer (e aconselho-vos a ver este vídeo em High Quality, para ficarem com uma melhor ideia da qualidade dos "píxeis" que poderão ver. :)
Este re-edição conta também com algumas cenas que tinham sido cortadas da versão cinematográfica editada em DVD, pelo que... mesmo que já o tenham visto, ficam com mais um motivo para o rever.
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Carlos Martins
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quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Uncanny valley - o "vale" desencantado
Com a popularidade dos filmes CGI (Computer Generated Image - Imagem Gerada por Computador) de novo em ascenção - veja-se o Beowulf, e o Avatar - eis que estamos no limiar do fenómeno conhecido por "Uncanny Valley".
Embora esta hipótese tenha sido formulada sobre a relação dos humanos com os robots, o mesmo princípio aplica-se à animação gerada por computador.
A ideia é simples, e facilmente entendida:
Se uma entidade é suficientemente diferente de um ser humano, temos tendência a reparar nas suas características "humanas", gerando empatia. Por outro lado, se a entidade é "quase humana", temos tendência a notar todas as características "não-humanas", gerando uma sensação de estranheza e até repugnância.
Por exemplo: um urso de peluche - é claramente uma entidade "não humana", mas dificilmente arrepiará alguém. As pessoas focar-se-ão no seu sorriso, nos olhos expressivos, etc. - gerando empatia.
Por outro lado, um cadáver: embora tenha a aparência perfeita de um ser humano - a ausência do comportamento que se espera de um ser humano vivo causa a tal sensação de desconforto.
Isso pode ser também observado em manequins com aparência humana "realista"- sendo um dos motivos para que a maioria deles usem rostos e formas estilizadas para que não causem este efeito.
(No caso de entidades em movimento, o efeito é ainda mais notório)
Voltando aos filmes, este problema apenas se coloca quando a animação procura retratar seres humanos de forma foto-realista. Ninguém fica chocado ao ver a Branca de Neve, porque tem claramente um aspecto de "banda desenhada"; no entanto, algumas pessoas já acharam que o Final Fantasy:Spirits Within tinha as personagens "estranhas".
Agora, temos o Beowulf, que usando tecnologia ainda mais avançada para criar personagens realistas, corre o risco de cair exactamente no "vale".
Algumas cenas já são tão perfeitas que "enganam" completamente o cérebro, e tudo parece real... mas quando isso não acontece - lá surge o efeito em toda a sua pujança.
(Isto era facilmente perceptível no anterior filme CGI de Robert Zemeckis, Polar Express, onde as expressões dos personagens deixavam muito a desejar)
Em conclusão: Beowulf pode muito bem ser o filme que marca a passagem do declive descendente do "vale" para a parte ascendente.
Uma coisa é certa, se Beowulf já atingiu este nível, abrem-se boas perspectivas para o Avatar de James Cameron, que promete levar os filmes CGI a níveis nunca antes vistos.
Como fã do cinema de animação por computador, conto com os Cameron's Zemeckis e Sakaguichi's deste mundo para impulsionarem as tecnologias necessárias à produção destes filmes.
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Carlos Martins
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