Hoje em dia ninguém põe em causa que um filme no cinema tenha direito a uma banda sonora a acompanhar - potencialmente com som ATMOS - mas há quase um século atrás, havia quem fizesse campanha contra as bandas sonoras gravadas.
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sábado, 7 de janeiro de 2023
sexta-feira, 20 de maio de 2022
Vangelis R.I.P.
Evángelos Odysséas Papathanassíou, mais conhecido como Vangelis, morreu aos 79 anos vítima de problemas cardíacos.
Vangelis, mestre dos sintetizadores e de uma sonoridade etérea que parecia de fora deste mundo, sempre teve uma identidade própria, que infectou incontáveis gerações ao longo das décadas - não só com o incontornável tema de Chariots of Fire, como com as bandas sonoras de filmes como Blade Runner e 1492: Conquest of Paradise, entre muitos outros. Isto sem nos podermos esquecer dos seus trabalhos a solo, ou durante a sua fase Jon and Vangelis (com Jon Anderson).
Evángelos Odysséas Papathanassíou: 29 de Março de 1943 - 17 de Maio de 2022
Vangelis, mestre dos sintetizadores e de uma sonoridade etérea que parecia de fora deste mundo, sempre teve uma identidade própria, que infectou incontáveis gerações ao longo das décadas - não só com o incontornável tema de Chariots of Fire, como com as bandas sonoras de filmes como Blade Runner e 1492: Conquest of Paradise, entre muitos outros. Isto sem nos podermos esquecer dos seus trabalhos a solo, ou durante a sua fase Jon and Vangelis (com Jon Anderson).
Evángelos Odysséas Papathanassíou: 29 de Março de 1943 - 17 de Maio de 2022
quarta-feira, 24 de novembro de 2021
Spotify com secção de música Netflix
O Spotify fez uma parceria com a Netflix para criar uma secção dedicada às bandas sonoras de séries e filmes do serviço de streaming.
Depois da recente aposta nos podcasts, o Spotify continua a adicionar novidades, desta vez orientadas para os fãs dos filmes e séries de TV da Netflix. Os utilizadores do Spotify, tanto na modalidade paga como gratuita, começarão a ver uma nova secção de sugestões dedicada aos conteúdos da Netflix, incluindo bandas sonoras e também outras das músicas que aparecem em séries como La Casa de Papel e Bridgerton.
Não esquecendo a parte dos podcasts, este hub incluirá também podcasts dedicados a várias séries, e também "Enhanced Albums" para alguns conteúdos, que para além das bandas sonoras incluem também conteúdos adicionais sobre os bastidores e o processo de criação das músicas - um versão áudio dos "making-of", que seguramente serão bastante apreciados pelos fãs.
Este não é o primeiro hub temático criado pelo Spotify, que há alguns anos já tinha adicionado algo idêntico para conteúdos Disney. Pode ser acedido em: spotify.link/NetflixHub.
Depois da recente aposta nos podcasts, o Spotify continua a adicionar novidades, desta vez orientadas para os fãs dos filmes e séries de TV da Netflix. Os utilizadores do Spotify, tanto na modalidade paga como gratuita, começarão a ver uma nova secção de sugestões dedicada aos conteúdos da Netflix, incluindo bandas sonoras e também outras das músicas que aparecem em séries como La Casa de Papel e Bridgerton.
Não esquecendo a parte dos podcasts, este hub incluirá também podcasts dedicados a várias séries, e também "Enhanced Albums" para alguns conteúdos, que para além das bandas sonoras incluem também conteúdos adicionais sobre os bastidores e o processo de criação das músicas - um versão áudio dos "making-of", que seguramente serão bastante apreciados pelos fãs.
Este não é o primeiro hub temático criado pelo Spotify, que há alguns anos já tinha adicionado algo idêntico para conteúdos Disney. Pode ser acedido em: spotify.link/NetflixHub.
terça-feira, 23 de novembro de 2021
Spotify tira botão de "shuffle" após pedido de Adele
O Spotify acedeu ao pedido da popular artista Adele, removendo o botão de reprodução aleatória nos álbuns, para que as músicas sejam ouvidas na ordem "correcta".
Não é todos os dias que os clientes pagantes por um serviço percam funcionalidades face aos clientes gratuitos, mas é precisamente o que agora acontece no Spotify em resultado de um pedido da cantora Adele. A artista disse que só tinha um único pedido a fazer, que era que o de garantir que os ouvintes ouvissem os álbuns pela ordem que os artistas decidiram, e por um qualquer motivo obtuso, o Spotify decidiu aceder, removendo o botão shuffle play dos álbuns.
Quer isto dizer que os clientes pagantes do Spotify deixam de ter controlo sobre a forma como querem ouvir a música pela qual pagam, ficando limitados a ouvir álbuns pela ordem sequencial. Uma decisão completamente absurda, tendo em conta que essa opção sempre existiu, e que qualquer cliente podia ouvir os álbuns por ordem, ou, se assim o entendesse, ouvisse as músicas por ordem aleatória.
Infelizmente, esta é uma tendência que se vê em diversos sectores da indústria do entretenimento, como os realizadores que se insurgem com os modos "motion smoothing" nos televisores, porque querem preservar os ultrapassados 24 fps do cinema (ao menos por enquanto ainda vamos tendo a liberdade de poder escolher esses modos, por muito que algumas apps insistam em mudar as definições).
Deverão os artistas ditar a foram como as suas criações são consumidas pelos fãs / clientes? Parece-me um mau precedente, especialmente quando se trata de remover opções que, como o próprio nome indica, era algo que ficava ao critério do utilizador: que tanto podia optar por ouvir um álbum em sequência, como ouvir em modo aleatório.
Actualização: Afinal continua a ser possível ouvir um álbum em modo aleatório, mas isso tem que ser feito a partir do ecrã que mostra as músicas individualmente.
Não é todos os dias que os clientes pagantes por um serviço percam funcionalidades face aos clientes gratuitos, mas é precisamente o que agora acontece no Spotify em resultado de um pedido da cantora Adele. A artista disse que só tinha um único pedido a fazer, que era que o de garantir que os ouvintes ouvissem os álbuns pela ordem que os artistas decidiram, e por um qualquer motivo obtuso, o Spotify decidiu aceder, removendo o botão shuffle play dos álbuns.
Anything for you 🙏✨
— Spotify (@Spotify) November 21, 2021
Quer isto dizer que os clientes pagantes do Spotify deixam de ter controlo sobre a forma como querem ouvir a música pela qual pagam, ficando limitados a ouvir álbuns pela ordem sequencial. Uma decisão completamente absurda, tendo em conta que essa opção sempre existiu, e que qualquer cliente podia ouvir os álbuns por ordem, ou, se assim o entendesse, ouvisse as músicas por ordem aleatória.
Infelizmente, esta é uma tendência que se vê em diversos sectores da indústria do entretenimento, como os realizadores que se insurgem com os modos "motion smoothing" nos televisores, porque querem preservar os ultrapassados 24 fps do cinema (ao menos por enquanto ainda vamos tendo a liberdade de poder escolher esses modos, por muito que algumas apps insistam em mudar as definições).
Deverão os artistas ditar a foram como as suas criações são consumidas pelos fãs / clientes? Parece-me um mau precedente, especialmente quando se trata de remover opções que, como o próprio nome indica, era algo que ficava ao critério do utilizador: que tanto podia optar por ouvir um álbum em sequência, como ouvir em modo aleatório.
Actualização: Afinal continua a ser possível ouvir um álbum em modo aleatório, mas isso tem que ser feito a partir do ecrã que mostra as músicas individualmente.
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