Muitos dos espectadores que viram Mad Max: Fury Road, nunca terão sequer ouvido falar de Mad Max nem visto os filmes originais. Felizmente, há sempre quem tenha a feliz ideia de fazer com imagens aquilo que seria difícil de fazer com palavras, criando um vídeo que nos mostra que a essência do Fury Road é precisamente a mesma que alimentava os originais.
(Embora com as devidas diferenças a nível de evolução técnica que actualmente permitem fazer as cenas que há mais de 30 anos seriam impossíveis de realizar.)
Mad Max Fury Road foi um filme que nos fez regressar aos tempos do realismo em que aquilo que se via no ecrã era aquilo que a câmara tinha visto - e que para as gerações mais novas terá servido como exemplo de que por muitos "pixeis" que se tenha, o real ainda consegue ter aquele "toque" especial.
Mas, por muitas coisas que tenham sido feitas de forma real, este filme só se tornou naquilo que é com a ajuda de muitos efeitos, não só onde isso se torna evidente (como a cena da tempestade com tornados de fogo), como em muitas outras cenas onde se poderia pensar que não tinham havido manipulação.
Agora ficamos a saber um pouco mais sobre essas cenas e também como foi o processo que permitiu transformar o dia em noite, para as cenas "nocturnas"; e o processo de "cortar o braço" da co-protagonista. :)
Fury Road é um filme que é um "prazer" de ver (mesmo - e especialmente - em ecrã grande, como o IMAX) e parte dessa conforto será certamente devido às opções tomadas no enquadramento das imagens e na sua edição.
Enquanto outros filmes nos apresentam cenas tão movimentadas e dispersas que nos deixam "perdidos", em Mad Max Fury Road a opção foi completamente a oposta, facilitando o trabalho de se ver aquilo que realmente interessava ver, com os elementos de interesse colocados invariavelmente no centro da imagem.
Depois de algumas décadas, Mad Max está de regresso aos grandes ecrãs (literalmente, no caso de o poderem ir ver em IMAX 3D, que é o mais recomendado), e podem ficar sossegados aqueles que temiam que George Miller tivesse perdido o seu toque depois de anos a dedicar-se aos filmes de animação.
Em Mad Max: Fury Road, voltamos ao mundo pós-apocalíptico e selvagem a que Miller já nos tinha dirigido ao longo dos anteriores três filmes desta saga - filmes icónicos que ajudaram a tornar Mel Gibson na vedeta que hoje conhecemos. Desta vez, o protagonismo cabe a Tom Hardy no papel de "Mad" Max e, principalmente, a Charlize Theron no papel de Imperator Furiosa.
O filme, que muitos melhor têm descrito como sendo uma única "cena", é um verdadeiro espectáculo visual, e que tem a diferença de nos atirar para os velhos tempos "pré-efeitos digitais". Sim, há a ajuda do digital para tornar possíveis muitas cenas, mas temos o realismo duro e cru de que estamos a ver máquinas reais e pessoas reais a fazerem tudo aquilo que se está a ver, numa coreografia épica de destruição e combate motorizado... mas onde a violência está subtilmente camuflada, tornando este Mad Max num filme que não irá "chocar" com sangue a jorrar por todo o lado.
Há muitos aspectos que poderão deixar curiosos aqueles que forem ver este Fury Road pela primeira vez, mas que poderão ser "subentendidos" ao se pensar um pouco na evolução que levou a este mundo apocalíptico; e que quem viu os filmes anteriores já terá "atingido". Mas acaba por ser um pequeno preço a pagar (felizmente, não tivemos mais um filme que passa a primeira metade a explicar-nos como lá se chegou.)
A única crítica que se poderá fazer, é se este "Mad Max: Fury Road" não deveria ter sido afinal um "Imperator Furiosa: Fury Road". Uma vez que a sensação com que se fica é que Mad Max quase acaba por ser um "acessório" a tudo o que se passa (e que nos EUA já lhe tem valido acusações dos grupos anti-feministas, que dizem que o filme é uma afronta aos homens... really?)
O que sabemos é que George Miller demonstrou que as décadas não atenuaram a sua capacidade de fazer filmes apocalípticos, e com este Mad Max, passa a definir uma nova referência para todos os filmes que se aventurarem neste género cinematográfico.
Até custa recordar que a saga Mad Max teve início ainda na década de 70; mas o que é certo é que desde então criou uma legião de fãs que nunca mais olhou para Mel Gibson sem uma pontinha de "loucura".
Agora, aguardamos ansiosamente a chegada de Fury Road (já sem Mel Gibson como protagonista), e que promete ser um filme onde teremos muitas cenas filmadas "à moda antiga" - embora também se tire partido da espectacularidade acrescida que os efeitos digitais agora permitem fazer. Mas nada como recordar um pouco da história de Mad Max até ao momento, que é o que a WB fez com este Legaxy Trailer:
Já temos finalmente direito ao trailer oficial completo de Mad Max: Fury Road e... palavras para quê? Bastará apenas dizer que sei onde vou estar no dia 14 de Maio (data da estreia do filme), e suspeito que vocês também! :)
Já temos novo trailer de Mad Max: Fury Road e... continuamos surpreendidos por ver um filme de 2015 que parece manter-se fiel ao estilo visual "dos 80", onde todo o tipo de acidentes e acrobacias eram feito sem recurso aos efeitos digitais.
... Não que este novo filme não use a abuse dos computadores para tornar possíveis as incríveis cenas que nos vai apresentar - mas mesmo quando se tratam de automóveis apocalípticos a serem sugados por um tornado no meio de uma tempestade de areia, a coisa tem um "realismo" que certamente irá pausar quem estiver a pensar meter uma mão cheia de pipocas na boca nesse momento. :)
Ainda no outro dia falávamos do poster deste novo Mad Max: Fury Road, ansiosos por saber o que nos aguardava, e eis que já nos fizeram a vontade: já temos trailer... e que trailer!
Se receavam que este novo Mad Max se fosse deixar contagiar pelos efeitos digitais que simplificam tornar realidade tudo aquilo que se deseje, parece que poderão ficar descansados. Este Fury Road atira-nos imediatamente para o tempo dos filmes anteriores, em que tudo era feito "à moda antiga" e por isso tendo uma crueza visual que se destaca ainda mais nestes tempos modernos.
O nosso Mad Max vai estar em grandes apuros... mas isso é algo que já estaria implícito num filme com o seu nome no título. Bem vindo de novo Max, sem dúvida que vais fazer com que várias novas gerações fiquem curiosas por ir ver os teus filmes anteriores. :)
Mad Max é um daqueles títulos que marcou várias gerações, e que há muito deveria ter sido revisitado. Finalmente, esse dia vai-se aproximando, agora com uns mais "frescos" Tom Hardy e Charlize Theron como protagonistas. Mad Max Fury Road vai marcar o regresso de George Miller a este universo (o mesmo realizador dos filmes originais, mas que nos últimos tempos tem andado em registos bem diferentes: Happy Feet, e Babe), mas teremos que esperar até 2015 para vermos o que dali irá sair.
Para já temos que ir revisitando velhas memórias - o que não irá ser difícil olhando-se para o poster, que por si só nos faz ter vontade de rever os originais (bem, pelo menos os dois primeiros filmes... já que o terceiro, fica um pouco "à parte").
E vocês... que expectativas têm para este regresso ao mundo apocalíptico de Mad Max, e que o poster parece posicionar entre o primeiro e o segundo filme, ainda com o icónico carro de Max "intacto"?
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