terça-feira, 17 de abril de 2018

Pacific Rim: Uprising

Sendo desde sempre um fascinado pelos filmes com mechs, o primeiro Pacific Rim foi um dos filmes que depressa saltou para o topo das minhas preferências - e era com enorme ansiedade que esperava por este Pacific Rim: Uprising (Batalha do Pacífico: A Revolta).

Guillermo del Toro cedeu a cadeira de realizador a Steven S. DeKnight, que se tem dedicado à produção e realização de alguns episódios ocasionais em séries como Angel, Smallville, Dollhouse e Daredevil e... isso faz-se notar. Em Pacific Rim: Uprising o foco da história passa para Jake Pentecost, o filho "problemático" de Stacker Pentecost que não quer ser piloto dos Jaeger - numa altura em que se acredita que a ameaça dos Kaiju já desapareceu. No entanto, vai ser obrigado a regressar à acção, pois a ameaça regressa... e em várias vertentes.

A história está engraçada quanto baste, mas a sua concretização nem por isso... Embora nada haja a apontar ao filme em termos de produção, saí do filme a pensar que tinha acabado de ver um episódio prolongado dos Power Rangers, e onde não foi dado especial destaque aos elementos únicos que diferenciam o Pacific Rim.

Mas pronto, como disse, sou fã de filmes com "mechs", e por isso era preciso muito para que ficasse agradado com o filme. No entanto, estava à espera de mais; e com o próximo filme (se se vier a concretizar) a prometer levar a batalha aos "invasores"... poderá perder-se ainda mais um pouco da mística de ver os robots gigantes a combaterem nos ambientes que conhecemos.

Enfim...

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