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sexta-feira, 8 de maio de 2015

The Water Diviner

Realizado e protagonizado por Russel Crowe, The Water Diviner é um filme que aborda a questão da guerra por uma perspectiva um pouco mais simples e pessoal... e que não deixará de fazer o público pensar sobre este tema, que infelizmente vai atormentando a nossa civilização desde o início dos tempos.

Russel Crowe é Connor, um homem simples que vai fazendo a sua vida no outback australiano, com a sua esposa, traumatizada pela morte dos seus três filhos na sangrenta batalha de Gallipoli. Depois da sua morte, Connor decide então partir em busca dos seus filhos, confiante na sua capacidade de os encontrar (tal como é capaz de encontrar água no meio da terra árida.)

Esta tarefa "impossível" vai estar repleta de obstáculos, mas poderá também representar um passo em frente para uma nova etapa que justifica a vontade e alegria de viver - mesmo que para isso se tenham que derrubar alguns preconceitos culturais e "tradições".

Um filme que não inova, mas que mostra que mesmo as receitas conhecidas funcionam... quando são bem feitas.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Noah

Darren Aronofsky já nos habituou a trazer fílmes épicos para o grande ecrã, e em Noah volta a fazê-lo.

Retratando o episódio do grande dilúvio do Velho Testamento (sem esquecer que as histórias de um grande dilúvio são transversais a praticamente todas as religiões e civilizações antigas), somos levado para um tempo em que os descendentes de Adão e Eva extremaram posições, e onde Noé fica encarregue de construir uma arca que guardará o início de uma nova era.

Não tendo lido o Velho Testamento, não faço ideia quão fiel ou aproximado o filme é dos relatos bíblicos (embora nalguns documentários tenha ouvido que há cenas que foram criticadas por grupos religiosos... e que na verdade se limitavam a reproduzir o que estava descrito nos textos - incluindo a fase em que Noah se afasta e passa os dias bêbedo). Mas ignorando todo esse aspecto e carga religiosa e olhando para o filme como um épico tal qual encaramos qualquer outro grande épico mitológico, o filme resulta e bem.

Pela parte positiva, destaque para a sequência da criação do Universo, que converte o Génesis "religioso" num retrato cientificamente correcto; pelo lado negativo, algumas cenas em "chroma-key" onde se nota perfeitamente o "recorte" dos personagens (e animais) e que não seriam de esperar num filme com produção desta magnitude. Mas, não é por isso que deverão evitá-lo, nem tão pouco por estar conotado com uma história bíblica.


domingo, 18 de novembro de 2012

The Man with the Iron Fists [Trailer]


Quando se fala de Russel Crowe (Gladiator) e Eli Roth (Hostel), a última coisa que viria à cabeça seria um filme de artes marciais... mas a verdade é que é é mesmo isso que poderemos ver neste The Man with the Iron Fists, que marca a estreia de RZA na cadeira do realizador e conta também com a participação de Lucy Liu.

Muito "folcolre" chinês, com as habituais arte marciais desafiadoras da gravidade... É preciso dizer mais alguma coisa? :)

segunda-feira, 14 de março de 2011

The Next Three Days

Russell Crowe está de regresso aos cinemas neste interessante filme de Paul Haggis, The Next Three Days.

Um casal igual a tantos outros vê a sua vida dar uma grande reviravolta quando a esposa é acusada de ter assassinado a sua chefe, indo para a prisão.

É esse o início de uma grande aventura que vai culminar com um plano de fuga organizado pelo seu marido... e onde raras são as vezes em que as coisas correm como planeadas.

Um bom filme, contado de forma bastante interessante com a mestria a que Paul Haggis já nos habituou, e que nos arrasta para dentro do filme deixando-nos a pensar: "E se fosse eu?..."

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Robin Hood

Eis que novamente os caminhos de Ridley Scott e Russel Crowe se cruzam. Depois do sucesso de Gladiator, todo o mundo tem os olhos postos neste Robin Hood.

Como um amigo me dizia: "Oh não, mais um filme do Robin Hood?" É certo que esta história já foi contada e recontada no cinema e na TV até à exaustão... mas é exactamente por isso que entrei na sala com a curiosidade de saber qual a visão que Ridley Scott teria para se ter aventurado nesta fórmula "gasta"... E o resultado... parece-me bem conseguido.

Em vez de se centrar nos temas já abordados nos filmes anteriores, Ridley Scott foca-se nas partes menos conhecidas da história para nos dar a conhecer os personagens de forma bem mais profunda do que nas obras anteriores - e abordando a questão sobre se seria ou não um aristocrata ou um mero plebeu.

Nesse aspecto, o filme cumpre e supera todas as expectativas. Para quem esperasse um filme de acção pura e dura... poderá ficar desapontado. Embora haja sequências memoráveis, no final não foi suficiente para me deixar "satisfeito"... Parece haver algo que "falta".

A par de Russel Crowe podemos também encontrar rostos bem conhecidos como Cate Blanchett, Max von Sydow e William Hurt - e até Kevin Durand (que tem conseguido bastante "tempo de antena" ultimamente, em filmes e séries) no papel de Little John.


Não posso deixar também de referir as inúmeras vezes em que, a meio do filme, somos relembrados do panorama real que vivemos actualmente no nosso País - com muito a ser exigido, mas nada a ser dado em troca... Não deixa de ser caricato que este filme estreie neste preciso momento... E quem sabe? Talvez ajude os portugueses para que comecem a exigir mais em troca de todos os esforços que têm sido pedidos/impostos à população....

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Body of Lies

Body of Lies (O Corpo da Mentira) é o mais recente filme de Ridley Scott que chega até nós interpretado por dois "pesos-pesados" de Hollywood: Leonardo DiCaprio e Russell Crowe.

O filme leva-nos para o meio dos jogos de política e intriga que decorrem nos bastidores da luta contra o terrorismo, e os conflitos de quem está no terreno com aqueles que estão a milhares de quilómetros no conforto do seu gabinete.

No entanto, o filme - embora possa ser visto de forma "agradável" como mais um filme sobre estes temas - acaba por falhar redondamente, parecendo uma manta de retalhos na maior parte das vezes pouco credíveis.

(Vou tentar não ser spoiler, mas - se querem evitar desilusões - talvez seja melhor passarem à frente; embora a maior desilusão possa acabar por ser o próprio filme. :)

Para começar, ambos os personagens são demasiado caricaturados e sem qualquer profundidade.
Temos o "chefe" com toda a sua atitude "eu quero, posso e mando" - ok, até aí ainda se podia admitir...
Mas depois temos o agente no terreno, que surpreendentemente é "um tipo porreiro" que até confia nas pessoas e faz todos os possíveis para salvar toda a gente... e que até arranja tempo para se apaixonar lá pelo meio...

Ou seja... são tudo coisas que não combinam muito bem e que me deixam ficar a sensação de que... que raio estava o Ridley Scott a tentar dizer com este filme? Talvez seja um filme para o público americano, com uns moralismos atirados lá pelo meio... mas para quem esperava ver um filme com cabeça-tronco-e-membros... este filme deixa muito a desejar.

Vê-se por ser de quem é, mas... não esperem demasiado.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

3:10 To Yuma

Tive oportunidade de ver o 3:10 To Yuma, um western ao bom velho estilo, mas com realização "moderna".

Este género andava adormecido, e para o reanimar nada melhor que juntar duas das estrelas mais brilhantes de actualidade: Russell Crowe e Christian Bale, a par de um Peter Fonda que mostra que ainda está para as curvas.

Como habitualmente, trata-se de um remake de um outro 3:10 To Yuma, filmado em 1957 (há 50 anos portanto,) e com um inesquecível Glenn Ford.

Milagrosamente, o remake não "estraga" a reputação do filme, e consegue manter a tensão entre os dois oponentes durante grande parte do enredo.

Um rancheiro comum fica com a missão de escoltar e entregar um importante e perigoso chefe de um gang numa estação de comboio "próxima" para que este seja enviado no comboio das 3:10 para Yuma.
Demonstrando a razão daqueles territórios serem denominados o "oeste selvagem," este filme consegue transportar-nos para aquelas terras sem lei - ou melhor: terras onde a lei do mais forte imperava brutalmente.

A não perder, por amantes do género e não só.

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