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terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Awake

Finalmente tive oportunidade de ver este Awake, que me tinha escapado quando passou pelas nossas salas de cinema.

Tinha ficado curioso com este filme desde que vi a trailer pela primeira vez. Alguém que continua consciente (mas paralizado) depois de ser anestesiado, e que descobre que afinal os médicos o querem matar.

A ideia é interessante, embora - não se esteja a ver como é que, de forma minimamente realista - aquilo poderá aguentar a história por mais de 1h.

E tal como receava, o filme acaba  por não oferecer nada de especial, parecendo apenas uma forma de facturar graças a dois nomes sonantes e bem conhecidos do público: Jessica Alba e Hayden Christensen, embora enquadrados por outros nomes como Lena Olin e Terrence Howard.

Assim que a trama é descoberta, o filme esvai-se por completo... mais parecendo pertencer a um qualquer episódio de CSI ou coisa do género.

É certo que não era fácil fazer um filme onde o personagem principal passa a maior parte do tempo paralisado e numa mesa de operações... mas... isso não é desculpa para nos fazer pagar para ir ver isto ao cinema.

Conclusão: dispensável, a não ser que sejam mesmo fanáticos pela Jessica Alba e queiram ver todos os seus filmes.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Jumper

Mais um filme, mais um salto. Neste caso trata-se de Jumper, um filme de David S. Goyer (Blade, Dark City, Batman Begins, The Dark Knight) realizado por Doug Liman (The Bourne Identity, Mr. & Ms. Smith).

Basicamente, a história de um rapaz que se consegue teleportar para qualquer lado, e que vai ser perseguido pelos paladinos, inimigos mortais que juraram morte a todos os jumpers.

Basicamente muita acção e efeitos especiais, com uma semi-história de amor à mistura.

Relembro que, ao contrário da maioria dos super-heróis, neste Jumper deparamos como uma reacção bem mais "humana" aos super-poderes, que são usados exclusivamente para proveito próprio, como já tinha dito num post anterior.

Pode ser panca minha, mas continuo a achar que Hayden Christensen é um pouco "oco" nos papeis que faz, tendo gostado muito mais de Jamie Bell no papel de Griffin. Quanto a Rachel Bilson... faz o papel de cara bonita do filme, e pouco mais. Já Samuel L. Jackson, como habitualmente, faz o seu papel habitual de perseguidor tresloucado.

Pelo meio ficam muitas pontas soltas, dando impressão que o filme (ou a sua edição) foi um pouco feito à pressa - ou então, como já disse Samuel L. Jackson, que este seja apenas o primeiro de uma série de filmes baseados na obra de Steven Gould.
Também não posso deixar de criticar a cena passada no bar, onde uma das raparigas está constantemente a olhar para a câmara... era excusado.

Um bom filme para ver num domingo à tarde, e que nos põe a sonhar com o que faríamos com aquela habilidade. Resta saber se isto por si só é suficiente para aguentar ser espremido até mais não por Hollywood.

Se querem ver um aperitivo do que o filme trata, podem sempre dar uma olhada neste comic book introdutório.

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