Finalmente tive oportunidade de ver este Awake, que me tinha escapado quando passou pelas nossas salas de cinema.
Tinha ficado curioso com este filme desde que vi a trailer pela primeira vez. Alguém que continua consciente (mas paralizado) depois de ser anestesiado, e que descobre que afinal os médicos o querem matar.
A ideia é interessante, embora - não se esteja a ver como é que, de forma minimamente realista - aquilo poderá aguentar a história por mais de 1h.
E tal como receava, o filme acaba por não oferecer nada de especial, parecendo apenas uma forma de facturar graças a dois nomes sonantes e bem conhecidos do público: Jessica Alba e Hayden Christensen, embora enquadrados por outros nomes como Lena Olin e Terrence Howard.
Assim que a trama é descoberta, o filme esvai-se por completo... mais parecendo pertencer a um qualquer episódio de CSI ou coisa do género.
É certo que não era fácil fazer um filme onde o personagem principal passa a maior parte do tempo paralisado e numa mesa de operações... mas... isso não é desculpa para nos fazer pagar para ir ver isto ao cinema.
Conclusão: dispensável, a não ser que sejam mesmo fanáticos pela Jessica Alba e queiram ver todos os seus filmes.
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Awake
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Carlos Martins
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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
Jumper
Mais um filme, mais um salto. Neste caso trata-se de Jumper, um filme de David S. Goyer (Blade, Dark City, Batman Begins, The Dark Knight) realizado por Doug Liman (The Bourne Identity, Mr. & Ms. Smith).
Basicamente, a história de um rapaz que se consegue teleportar para qualquer lado, e que vai ser perseguido pelos paladinos, inimigos mortais que juraram morte a todos os jumpers.
Basicamente muita acção e efeitos especiais, com uma semi-história de amor à mistura.
Relembro que, ao contrário da maioria dos super-heróis, neste Jumper deparamos como uma reacção bem mais "humana" aos super-poderes, que são usados exclusivamente para proveito próprio, como já tinha dito num post anterior.
Pode ser panca minha, mas continuo a achar que Hayden Christensen é um pouco "oco" nos papeis que faz, tendo gostado muito mais de Jamie Bell no papel de Griffin. Quanto a Rachel Bilson... faz o papel de cara bonita do filme, e pouco mais. Já Samuel L. Jackson, como habitualmente, faz o seu papel habitual de perseguidor tresloucado.
Pelo meio ficam muitas pontas soltas, dando impressão que o filme (ou a sua edição) foi um pouco feito à pressa - ou então, como já disse Samuel L. Jackson, que este seja apenas o primeiro de uma série de filmes baseados na obra de Steven Gould.
Também não posso deixar de criticar a cena passada no bar, onde uma das raparigas está constantemente a olhar para a câmara... era excusado.
Um bom filme para ver num domingo à tarde, e que nos põe a sonhar com o que faríamos com aquela habilidade. Resta saber se isto por si só é suficiente para aguentar ser espremido até mais não por Hollywood.
Se querem ver um aperitivo do que o filme trata, podem sempre dar uma olhada neste comic book introdutório.
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Carlos Martins
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