quarta-feira, 20 de maio de 2020

White Lines


White Lines chegou à Netflix com pompa e circunstância, em grande parte devido a ser a mais recente criada por Alex Pina ("La Casa de Papel") - e com particular interesse para os portugueses por contar com a participação de Nuno Lopes num dos papeis principais, e também Paulo Pires embora de forma mais reduzida.

O aparecimento de um cadáver de um jovem DJ inglês, vinte anos após o seu desaparecimento, vai fazer com que a sua irmã vá até Ibiza para tentar decifrar o mistério por trás do seu assassinato. Quando lá chega reencontra o velho grupo de amigos do seu irmão, a par de algumas famílias poderosas com quem o seu irmão se tinha cruzado. Adicione-se uns traficantes de droga, e fica a receita formada para uma espécie de "Verão Azul" em versão para adultos.

Infelizmente, e embora o bom esforço de Nuno Lopes, que está quase sempre bem no seu papel (embora o personagem em si... ) a série fica bastante longe de nos cativar. Aliás, ao contrário de La Casa de Papel e Vis a Vis, que nos deixam agarrados ao ecrã, episódio após episódio, só cheguei ao fim da série por "respeito" à presença do Nuno Lopes - senão teria ficado logo pelo segundo episódio. A montagem não é apelativa, e a opção por ir misturando acontecimentos do passado com os do presente nem sempre resulta da melhor forma.

Enfim, não é uma má série, mas definitivamente não a coloquem à frente de outras que foram mencionadas acima...

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