Dying of the Light conta-nos a história de um veterano da CIA em fim de carreira, e que vai lidando com os primeiros sinais de demência degenerativa, quando descobre indícios que um terrorista que o torturou está afinal vivo (como sempre tinha suspeitado), e parte à sua procura de forma não oficial.
O filme ganharia credibilidade acrescida por contar com realização e argumento de Paul Schrader... não fosse o facto de se ter tornando num autêntico embuste, com os produtores a terem afastado o realizador na parte final da produção, re-editando e terminando o filme sem que ele tivesse qualquer controlo sobre o resultado final.
Devido às imposições legais, nem ele nem o elenco puderam falar mal do filme de forma directa, mas de forma não oficial ficou implícito que todos os actores estiveram solidários com o realizador, envergando t-shirts que diziam precisamente "por motivos legais não podemos falar mal do filme". Penso que no mínimo, esses contratos legais deveriam permitir que o realizador retirasse o seu nome da ficha técnica do filme nestes casos...
Assim, é impossível prever o que este filme poderia ter sido, sendo que no seu estado actual é apenas "mais um filme" que mais se enquadraria na categoria de tele-filmes para a TV do que filme para o cinema.
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