sábado, 16 de agosto de 2014

O processo criativo de um argumentista


Dustin Lance Black poderá ser um nome desconhecido da maioria das pessoas, mas se gostaram de filmes como Milk e J. Edgar, poderão reconhecê-lo como sendo o seu escritor. Escrever para cinema
e diferente de escrever para um leitor que lê um livro, e agora temos uma rara oportunidade para ver como Dustin o faz.

Curiosamente, em vez de recorrer aos métodos mais modernos, usando o ecrã do seu computador, Dustin Black opta por métodos mais "manuais e físicos", organizando os pequenos cartões de cada cena em cima do balcão da cozinha, de modo a ter uma visão global do que se passa e poder reorganizá-los de forma prática e simples.

... Eu não consigo deixar de pensar se por acaso alguém abre a porta num dia de temporal e uma rabanada de vento lhe baralha o filme todo! (Se bem que, isso até podia explicar porque motivo alguns filmes são tão confusos... :)

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