quinta-feira, 3 de julho de 2008

Hancock

Acabei de ver o Hancock, o "blockbuster" de Verão de Will Smith (bem acompanhado da bela Charlize Theron) e realizado por Peter Berg (que vamos ver em breve ao comando da série Virtuality.)

Pois bem, não entrei na sala com a ideia de ver um grande filme... é daqueles filmes que se vai ver... por ir ver. Afinal, é Will Smith - ainda por cima no papel de um anti-super-herói desastrado e trapalhão, que provoca o caos por onde passa.

E era por isso mesmo que estava curioso. Provavelmente já todos vocês viram a trailer, e facilmente se deduz o que vai suceder:
O super herói, mesmo se agindo com boas intenções, causa mais estragos do que devia.
Mete-se em sarilhos.
Vai parar à prisão.
A população volta a precisar dele, e ele volta "em condições."

Ok, até aqui nada de novo... o problema (e a minha curiosidade) era mesmo: e depois? Que raio vão eles inventar para manter o interesse durante o resto do filme?

E nesse momento: PIMBA!

Não é que eles puxam uma carta da manga da qual eu não estava mesmo à espera?

É certo que pouco tempo depois já digerimos esta mudança de planos e novamente a coisa se torna previsível, mas de qualquer maneira é bom ser surpreendido desta forma. Só por isso, já valeu a pena.

No fim - mais que previsível - saí da sala a pensar em tudo o que ficou por dizer/explicar/aprofundar... mas trata-se de um filme "light" de Verão; para ver e nada mais. O que não impede que deixemos a nossa imaginação ir um pouco mais além. :)

4 comentários:

  1. não estavas mesmo à espera do que aconteceu ali no meio? desde o início que se notava que alguma coisa havia de ser... podia não se saber bem o que seria, se coisa mais romântica, se mais mitológica ou completamente fora (ainda mais :P) mas estava lá.

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  2. sim, desde que se viram que se notava que havia ali qualquer coisa... mas o quê, é que não fazia a mínima! ;)

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  3. Eu não sei do que estava à espera, mas estava mesmo a chegar ao ponto:
    "Pois, pois, isto é tudo muito lindo, mas - e agora? Qu vao fazer para justificar a hora de filme que ainda falta?"

    E PIMBA!

    É o que se pode dizer: foi um bom "twist" e no momento certo.

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  4. o problema do twist foi não saberem o que fazer dele.

    mas que valente cagada, então o gajo estava amnésico há 80 anos? e nunca tentou fazer nada da vida dele? então nenhuma organização governamental tentou usá-lo como cobaia de experiências genéticas ou como arma secreta contra o mal vermelho? onde estava ele quando devia ter salvo o presidente kennedy em dallas?

    meteram água a mais, e a partir daí meteram ainda mais água. então os dois retiveram os seus poderes o tempo suficiente para andarem à pancada desde o deserto até LA, com camiões TIR ao barulho e tudo, e depois ficam sem os poderes, ora um ora outro? afinal o que é que os tornava mortais, era a proximidade física ou a proximidade emocional? se era a física, ele devia ter perdido os poders no primeiro jantar de familia. se é emocional, ele bem podia ir para muito longe que ela morria na mesma, porque ele iria estar a pensar nela.

    eu saí do filme a achá-lo uma banhada. um twist a meio vale um filme? especialmente quando não sabem como rematar as pontas desse twist? é muito pouco...

    e ele tinha montes de músculos apesar de ser um bebado imprestável e ele tinha um corpo de dona de casa sem graça nenhuma?

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