Embora a série contasse com uma legião de fãs, o "negócio" não estava a resultar para a SyFy, que apenas detinha os direitos para a exibir em primeiro lugar no seu canal de TV - mas não podendo rentabilizar a produção através dos restantes meios (como o streaming e on-demand) que seria o método preferencial de visualização para muitos fãs. Com a produção a passar para a Amazon, isso ficará resolvido, pois a Amazon bem que agradecerá ter mais uma série sci-fi a juntar ao seu catálogo Amazon Prime Video - e de preferência que a disponibilize a nível mundial.
Pelo menos fica garantida a presença do The Expanse nos nossos ecrãs durante mais um ano, e já agora, que seja em 4K HDR... :)
Enquanto por cá os cinemas se queixam da falta de espectadores, na China a plataforma de streaming iQiyi avança com aquilo que poderá ser a solução para o futuro: cinemas on-demand para grupos reduzidos de pessoas.
Estas salas, com capacidades que vão dos 2 aos 10 lugares, podem ser alugadas à hora e dão acesso a todo o catálogo de programas que o serviço disponibiliza (podem encará-lo como sendo algo equivalente a uma sala com cadeiras confortáveis, ecrã gigante com qualidade de imagem excelente, e sistema de som THX, onde pudessem escolher um filme do Netflix para verem).
... Nem que seja pelo simples facto de assim se evitarem potenciais visitantes incómodos que podem estragar uma sessão de cinema normal ao passarem o filme a mastigar pipocas... parece-me um conceito ganhador!
Depois de Jungle Book, aproxima-se uma nova adaptação da mais famosa "criança-lobo" do mundo, Mowgli. Desta vez com a particularidade de que Andy Serkis não só se mantém invisível à frente das câmaras... como também se senta na cadeira do realizador, atrás delas. :)
Quando a água na Terra fica inutilizada devido a contaminação por uma nuvem de gás cósmica, a sobrevivência da espécie Humana fica dependente da extracção de água de uma das luas de Saturno...
Realizado por Drew Casson, este Sweet Water foi criado ao longo de dois anos com uma equipa de apenas 10 pessoas e com um orçamento abaixo dos 10 mil euros - o que se torna ainda mais impressionante quando vemos o nível desta produção.
É cada vez mais difícil distinguir entre os pixeis reais e os que são gerados por computador, mas em filmes de acção como The Fate of the Furious ou de super-heróis como Thor Ragnarok, é mais seguro assumir que 99.9% daquilo que vemos... não estava lá no momento da filmagem! :)
Depois de algumas dificuldades devido a "diferenças criativas", Deadpool 2 lá chegou aos cinemas da forma que Ryan Reynolds queria... e demonstra que a fórmula do original continua a funcionar.
Repleto de auto-referências e referências a outros filmes, com dose de violência quanto baste, e o habitual humor deste peculiar personagem da Marvel, Deadpool 2 leva-nos numa aventura onde nem sequer falta um dos elementos mais comuns (mas problemáticos) das histórias: as viagens no tempo. O "vilão" deste filme é Cable, um cyborg vindo do futuro (talvez com algum parentesco com o nosso bem conhecido Terminator) que tenta corrigir no passado uma acção que irá ter consequências trágicas no futuro.
Para combater esta super-potente ameaça, Deadpool decide criar o seu próprio grupo de super-heróis... que felizmente, ou infelizmente, não vai ter grandes capacidades para demonstrar o que vale (com uma muito feliz excepção, que também se revela um ponto alto do filme).
O resultado final é uma das excepções que confirma que uma sequela pode de facto ser melhor que o filme original... e agora é só esperar para ver se o Deadpool 3 conseguirá manter esta trajectória... ou se vai perdero seu encanto e abandonar o estatuto de "excepção à regra".
Antestreia
Axasteoque
Bela Lugosi Is Dead
Brain-Mixer
Cine 31
Cine Blog
Cinema Notebook
Cinema PTgate
cinerama
Depois do Cinema
Duelo Ao Sol
Filmes Portugueses
FilmSpot
My One Thousand Movies
Portal Cinema
Split Screen
TV Dependente